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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Grande Amor o Grande Perdão

Meditação do Dia
Robert Falconer conta a história de uma experiência trabalhando entre pessoas muito pobres de uma certa cidade.
Um dia ele reuniu um grupo e passou a narrar a passagem da mulher que lavou os pés de Jesus com suas lágrimas.
Enquanto lia o texto ele ouviu um soluço alto e notou uma jovem menina, muito magra, com o rosto desfigurado por varíola.
Depois de falar algumas palavras de encorajamento para a jovem, ela lhe perguntou: "A pessoa que perdoou a mulher virá novamente?
Eu ouvi que ele voltará. Será logo?”
"Sim", Falconer respondeu. Começando novamente a soluçar incontrolavelmente, ela disse: "Senhor, não pode Ele esperar um pouco mais?
Meu cabelo ainda não é suficientemente longo para enxugar Seus pés".
A pessoa que reconhece a grandeza do amor de Deus perdoando seus pecados, se encherá de amor e perdão em relação ao próximo.
Ela ama e perdoa porque seu Pai celeste perdoa com amor e deseja fazer o mesmo. O grande amor de Deus revelado no envio de Seu Filho para morrer em uma cruz a fim de que nossos pecados fossem perdoados nos enche de grande júbilo.
Ele nos motiva a colocar a vida no Seu altar e procurar, também com amor, perdoar o nosso próximo. Quando Cristo habita em nós, a alegria é total, o amor apaga todo o ódio existente até então e o nosso único desejo é de louvar e glorificar o nome de nosso Salvador. Não conseguimos ficar calados e sentimo-nos impulsionados a proclamar a outros a experiência marcante do perdão do Senhor.
A felicidade experimentada precisa ser Compartilhada aos amigos.
Se somos abençoados, desejamos que todos o sejam.
Você ainda tem mágoas guardadas no coração?
O amor do perdão de Deus não é suficiente para removê-las?
Colaboração; Paulo Benites.

O Melhor Amigo

Reflexão do Dia

"Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer" (João 15:15). Uma Editora britânica ofereceu, certa vez, um prêmio para a melhor definição para "amigo".
Entre as milhares de respostas recebidas, estavam as seguintes: "Alguém que multiplica as alegrias, divide as aflições e cuja honestidade é inviolável". "Alguém que entende o nosso silêncio".
"Um relógio que marca as horas corretamente e que jamais pára".
A definição premiada dizia: "Um amigo é a pessoa que entra quando todo mundo já saiu." Muitas vezes nos sentimos desanimados e sós.
Procuramos alguém para conversar, para nos distrair, para dividir nossas ansiedades e frustrações e... quase sempre não encontramos.
Percebemos, então, que os amigos são poucos e difíceis de encontrar.
Há pessoas que passam por nossas vidas e nos parecem verdadeiros amigos.
Estão ao nosso lado no jogo de futebol, no bar para a cerveja do final de semana, nos passeios à praia e ao clube, e muitos outros lugares semelhantes a esses.
Achamos que podemos contar com eles a qualquer momento.
Será mesmo verdade?
Concluímos que não quando enfrentamos a primeira crise ou quando não temos mais dinheiro para as baladas. Mas há um amigo que está ao nosso lado a todo instante e que jamais nos abandona.
Se estamos felizes, Ele está sorrindo ao nosso lado.
Se estamos tristes, Ele nos consola e nos anima.
Se vivemos momentos de grande fartura e regozijo, Ele nos parabeniza pelo êxito e nos sugere estender as mãos para os que não têm a mesma bênção. Se enfrentamos lutas e necessidades, Ele opera milagres para que nada nos falte, tocando nos corações dos mais indiferentes para que venham nos ajudar.
Ele está ao nosso lado e sempre estará, mesmo que não lhe estendamos as mãos ou lhe demos a importância que Ele tem.
Ele não é apenas um amigo, mas "o Amigo", o melhor Amigo. Se você sente que todos os seus amigos se afastaram, abra os olhos espirituais e verá que Jesus Cristo, o melhor Amigo, continua ao seu lado - para sempre.
Colaboração; Paulo Benites.

domingo, 29 de novembro de 2009

Imposto e Renda

Reflexão do Dia
O pai moderno, muitas vezes perplexo e angustiado, passa a vida inteira correndo como um louco em busca do futuro, esquecendo-se do agora.
Com prazer e orgulho, a cada ano, preenche sua declaração de bens para o Imposto de Renda. Cada nova linha acrescida foi produto de muito trabalho. Lotes, casas, apartamentos, sítio, casa na praia, automóvel do ano.
Tudo isso custou dias, semanas, meses de luta. Mas ele está sedimentando o futuro de sua família. Se partir de repente, já cumpriu sua missão e não vai deixá-la desamparada.
Todavia, para escrever cada vez mais linhas na sua relação de bens, ele não se contenta com um emprego só. É preciso ter dois ou três; vender parte das férias, levar serviço para casa. É um tal de viajar, almoçar fora, fazer reuniões, preencher a agenda - afinal, ele é um executivo dinâmico, não pode fraquejar.
Esse homem se esquece de que a verdadeira declaração de bens, o valor que efetivamente conta, está em outra página do formulário de Imposto de Renda - naquelas modestas linhas, quase escondidas, em que se lê: relação de dependentes.
São filhos que colocou no mundo, a quem deve dedicar o melhor do seu tempo.
Os filhos, novos demais, não estão interessados em propriedades e no aumento da renda. Eles só querem um pai para conviver, dialogar, brincar.
Os anos passam, os meninos crescem, e o pai nem percebe, porque se entregou de tal forma à construção do futuro, que não participou de suas pequenas alegrias. Não os levou ou buscou no colégio; nunca foi a uma festa infantil. Um executivo não deve desviar sua atenção para essas bobagens.
Há órfãos de pais vivos porque estão o pai, para um lado, e a mãe, para outro, e a família desintegrada. Sem amor, sem diálogo, sem convivência que solidifica a fraternidade entre irmãos, abre caminho no coração, elimina problemas e resolve as coisas na base do entendimento.
Há irmãos crescendo como verdadeiros estranhos, que só se encontram de passagem em casa. E para ver os pais, é quase preciso marcar hora.
Depois de uma dramática experiência pessoal e familiar vivida, a mensagem que tenho para dar é: não há tempo melhor aplicado do que aquele destinado aos filhos.
Dos dezoito anos de casado passei quinze absorvido por muitas tarefas, envolvido em várias ocupações e totalmente entregue a um objetivo único e prioritário: construir o futuro para três filhos e minha esposa.
Isso me custou longos afastamentos de casa; viagens, estágios, cursos, plantões no jornal, madrugadas no estúdio da televisão...
Agora estou aqui com o resultado de tanto esforço; construí o futuro, penosamente, e não sei o que fazer com ele, depois da perda de Luiz Otávio e Priscila.
De que vale tudo o que ajuntei, se esses filhos não estão mais aqui para aproveitar isso conosco?
Se o resultado de trinta anos de trabalho fosse consumido agora por um incêndio e, desses bens todos, não restasse nada mais do que cinzas, isso não teria a menor importância, porque minha escala de valores mudou e o dinheiro passou a ter peso mínimo e relativo em tudo.
Se o dinheiro não foi capaz de comprar a cura do meu filho que se drogou e morreu; não foi capaz de evitar a fuga de minha filhinha que saiu de casa e prostituiu-se e dela não tenho mais notícias, para que serve? Para que ser escravo dele? Eu trocaria - explodindo de felicidade - todas as linhas da declaração de bens por duas únicas que tive de retirar da relação de dependentes: os nomes de Luiz Otávio e de Priscila. E como doeu retirar essas linhas na declaração de 1986, ano base 85.
Luiz Otávio morreu aos quatorze anos e Priscila fugiu um mês antes de completar quinze.
(Extraído do depoimento de Hélio Fraga, jornalista, tornado público)
Perdemos tanto tempo mandando e recebendo arquivos (piadas e fotos ) pela Internet, e quando recebemos textos como este. Não prestamos atenção na mensagem que não passam...
Acredito que textos como este precisam ser passados para parentes e amigos...
Colaboção; Isabe Firmo.

sábado, 28 de novembro de 2009

Uma Única Casa

Meditação do Dia

"E ela disse a seu marido: Tenho observado que este que passa sempre por nós é um santo homem de Deus". (2º Reis 4:9) Um homem esteve isolado em uma ilha deserta do Pacífico por vários anos.
Finalmente, certo dia, ele avistou um navio navegando próximo ao local onde estava e, freneticamente gesticulou para chamar a atenção de alguém na embarcação. Um pequeno barco veio até à ilha e um marinheiro aproximou-se dele, cumprimentando-o.
Depois de uma pequena conversa, o marinheiro perguntou ao homem: "O que são aquelas três cabanas ali adiante?"
"Bem, aquela é a minha casa".
"E aquela outra, próximo à casa?" prosseguiu o marinheiro. "Eu construí aquela cabana para ser a minha igreja".
"E a outra cabana?"
"Oh, é a que eu usava para ir para a igreja." Esse tipo de comportamento tem sido muito comum nos dias de hoje.
Os cristãos, em grande parte, têm uma forma de viver na igreja e outra de viver em casa.
Nos dias de culto e adoração, eles se arrumam como se fossem as criaturas mais santas da terra e nos outros, esquecem-se de que precisam testemunhar e brilhar como filhos que são, de Deus. Quem chega na casa de um cristão, um pouco antes ou um pouco depois de estarem na igreja, parece um pedaço do céu.
Nos outros dias, são tão semelhantes ao mundo que um visitante jamais poderia supor tratar-se da casa de um salvo em Jesus.
Assemelham-se ao homem da ilha, tendo uma casa santa, para dias especiais e uma casa diferente para os outros dias da semana. E como fica o nome do Senhor em tudo isso?
Podemos enganar aos irmãos mas, poderíamos enganar a Deus?
E aqueles a quem evangelizamos, o que dizem de nossa vida dupla?
Cristão nos finais de semana e mundanos nos demais dias. Está o Senhor feliz com o que fazemos?
Estamos nós felizes com esta vida enganosa? Feliz é o homem que tem apenas uma casa espiritual e cuja vida glorifica ao Salvador em qualquer circunstância.
Se é dia de ir à igreja, ele procura se santificar.
Se não é dia de ir adorar ao Senhor, procura se santificar também.
Ele adora ao Senhor na igreja e em casa.
Cada momento de sua vida é dedicado a louvar ao seu Senhor e é isso que motiva e alegra os seus dias.
Quantas casas você tem?
Colaboração; Paulo Benites.

Eu Escolhi a Primeira Opção!

Reflexão do Dia
Um Dia, Quando Eu Era Calouro Na Escola, Vi Um Garoto De Minha Sala Caminhando Para Casa Depois Da Aula.
Seu Nome Era Kyle. Parecia Q Ele Estava Carregando Todos Os Seus Livros.
Eu Pensei: 'Por Q Alguém Iria Levar Para Casa Todos Os Seus Livros Numa Sexta-Feira? Ele Deve Ser Mesmo Um C.D.F'!
O Meu Final De Semana Estava Planejado (Festas E Um Jogo De Futebol Com Meus Amigos Sábado À Tarde), Então Dei D Ombros E Segui O Meu Caminho.
Conforme Ia Caminhando, Vi Um Grupo D Garotos Correndo Em Direção A Kyle.
Eles O Atropelaram, Arrancando Todos Os Livros D Seus Braços, Empurrando-O D Forma Q Ele Caiu No Chão.
Seus Óculos Voaram E Eu Os Vi Aterrissarem Na Grama Há Alguns Metros D Onde Ele Estava. Kyle Ergueu O Rosto E Eu Vi Uma Terrível Tristeza Em Seus Olhos.
Meu Coração Penalizou-Se! Corri Até O Colega, Enquanto Ele Engatinhava Procurando Por Seus Óculos.
Pude Ver Uma Lágrima Em Seus Olhos. Enquanto Eu Lhe Entregava Os Óculos, Disse: 'Aqueles Caras São Uns Idiotas! Eles Realmente Deviam Arrumar Uma Vida Própria'.
Kyle Olhou-Me Nos Olhos E Disse: 'Hei, Obrigado'!
Havia Um Grande Sorriso Em Sua Face. Era Um Daqueles Sorrisos Q Realmente Mostram Gratidão. Eu O Ajudei A Apanhar Seus Livros E Perguntei Onde Ele Morava.
Por Coincidência Ele Morava Perto Da Minha Casa, Mas Não Havíamos Nos Visto Antes, Pq Ele Freqüentava Uma Escola Particular.
Conversamos Por Todo O Caminho D Volta Para Casa E Eu Carreguei Seus Livros. Ele Se Revelou Um Garoto Bem Legal.
Perguntei Se Ele Queria Jogar Futebol No Sábado Comigo E Meus Amigos. Ele Disse Q Sim. Ficamos Juntos Por Todo O Final D Semana E Quanto Mais Eu Conhecia Kyle, Mais Gostava Dele.
Meus Amigos Pensavam Da Mesma Forma.
Chegou A 2ªfeira E Lá Estava O Kyle Com Aquela Quantidade.
Imensa D Livros Outra Vez! Eu O Parei E Disse: 'Diabos, Rapaz, Vc Vai Ficar Realmente Musculoso Carregando Essa Pilha D Livros Assim Todos Os Dias!'.
Ele Simplesmente Riu E Me Entregou Metade Dos Livros. Nos Quatro Anos Seguintes, Kyle E Eu Nos Tornamos Mais Amigos, Mais Unidos. Quando Estávamos Nos Formando Começamos A Pensar Em Faculdade.
Kyle Decidiu Ir Para Georgetown E Eu Para A Duke. Eu Sabia Q Seríamos Sempre Amigos, Q A Distância Nunca Seria Problema. Ele Seria Médico E Eu Ia Tentar Uma Bolsa Escolar No Time D Futebol. Kyle Era O Orador Oficial D Nossa Turma. Eu O Provocava O Tempo Todo Sobre Ele Ser Um C..D.F.
Ele Teve Q Preparar Um Discurso D Formatura E Eu Estava Super Contente Por Não Ser Eu Quem Deveria Subir No Palanque E Discursar.
No Dia Da Formatura Kyle Estava Ótimo.
Era Um Daqueles Caras Q Realmente Se Encontram Durante A Escola. Estava Mais Encorpado E Realmente Tinha Uma Boa Aparência, Mesmo Usando Óculos.
Ele Saía Com Mais Garotas Do Q Eu E Todas As Meninas O Adoravam! Às Vezes Eu Até Ficava Com Inveja.
Hoje Era 1 Daqueles Dias. Eu Podia Ver O Quanto Ele Estava Nervoso Sobre O Discurso. Então, Dei-Lhe 1 Tapinha Nas Costas E Disse:'Ei, Garotão, Vc Vai Se Sair Bem!'
Ele Olhou P/ Mim C/ Aquele Olhar D Gratidão, Sorriu E Disse: -'Valeu'!
Quando Ele Subiu No Oratório, Limpou A Garganta E Começou O Discurso: 'A Formatura É Uma Época Para Agradecermos Àqueles Q Nos Ajudaram Durante Estes Anos Duros. Seus Pais, Professores, Irmãos, Talvez Até Um Treinador, Mas Principalmente Aos Seus Amigos. Eu Estou Aqui Para Lhes Dizer Q Ser Um Amigo Para Alguém, É O Melhor Presente Q Você Pode Lhes Dar. Vou Contar-Lhes Uma História:'
Eu Olhei Para O Meu Amigo Sem Conseguir Acreditar Enquanto Ele Contava A História Sobre O Primeiro Dia Em Q Nos Conhecemos. Ele Havia Planejado Se Matar Naquele Final D Semana! Contou A Todos C/ Havia Esvaziado Seu Armário Na Escola, Para Q Sua Mãe Não Tivesse Q Fazer Isso Depois Q Ele Morresse E Estava Levando Todas As Suas Coisas Para Casa.
Ele Olhou Diretamente Nos Meus Olhos E Deu Um Pequeno Sorriso.
'Felizmente, Meu Amigo Me Salvou D Fazer Algo Inominável!' Eu Observava O Nó Na Garganta D Todos Na Platéia Enquanto Aquele Rapaz Popular E Bonito Contava A Todos Sobre Aquele Seu Momento D Fraqueza.
Vi Sua Mãe E Seu Pai Olhando Para Mim E Sorrindo Com A Mesma Gratidão. Até Aquele Momento Eu Jamais Havia Me Dado Conta Da Profundidade Do Sorriso Q Ele Me Deu Naquele Dia.
Nunca Subestime O Poder D Suas Ações. Com Um Pequeno Gesto Você Pode Mudar A Vida D Uma Pessoa. Para Melhor Ou Para Pior.
Deus Nos Coloca Na Vida Dos Outros Para Q Tenhamos Um Impacto, Uns Sobre O Outro D Alguma Forma.
PROCURE O BEM NOS OUTROS! AGORA VOCÊ TEM 2 OPÇÕES:
1) Passar Esta História Aos Seus Amigos Ou;
2) Fzer de conta que não foi com você Como Se Ele Não Tivesse Tocado O Seu Coração.
Como Você Pode Ver, Eu Escolhi A Primeira Opção.
Esta Mensagem Mostra O Quanto Vocês São Importantes Pra Mim, Meus Amigos! Deus Os Abençoe Por Existirem!
Colaboração; Isabela Firmo.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Como o Sal

Meditação do Dia
"Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens" (Mateus 5:13). Um jovem advogado, incrédulo, proclamava com alarido que estava rumando para o oeste, a fim de encontrar um lugar onde não houvesse nenhuma igreja, nem escola bíblica, nem Bíblias.
Antes do final do ano, ele escreveu a um advogado amigo, um jovem ministro, implorando que fosse ao seu encontro para começar uma classe de Escola Bíblica e um local de pregação. Pediu também que não esquecesse de levar muitas Bíblias. Ao encerrar sua carta, o advogado disse: “Eu estou agora seguro de que um lugar sem cristãos, sem igrejas e escolas bíblicas e sem Bíblias, é como um inferno para qualquer pessoa que ali viva." Como sal espiritual, a igreja de Cristo preserva a sociedade do avanço da decadência moral.
Onde falta este sal, o ambiente social se torna cada vez mais semelhante à população do inferno. Estamos nós conscientes da importância de nossa presença no mundo? Temos compreendido que o nosso testemunho é primordial para o bem-estar de todos que estejam ao nosso redor, sejam religiosos ou não?
Temos nos preocupado em glorificar o nome santo do Senhor em tudo o que fazemos? O Senhor nos colocou neste mundo como Seus representantes para que o lugar seja agradável de se viver. Crendo ou não no Senhor Jesus, todos aqueles que conosco convivem gozam do privilégio de ter uma vida muito mais atrativa e abençoada. E mais do que uma luz para iluminar o dia de todos, devemos nos esforçar para que o nome de nosso Salvador seja exaltado e para que aqueles que andam sem rumo encontrem o verdadeiro Caminho para a vida abundante e eterna.
Temos sido como sal neste mundo? Ou já perdemos todo o sabor?
Colaboração; Paulo Benites.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Forum Social Mundial

Meditação do Dia
Ser humano é lutar pela plenitude da vida.
um outro mundo é possível.
De 27 de janeiro a 1o de fevereiro de 2009, a cidade de Belém, Pará, sediou a nona edição do Fórum Social Mundial.
Um evento que contou com aproximadamente cem mil inscritos, provindos de mais de 160 países.
Representantes de movimentos sociais, de tradições religiosas e espirituais, ONGs, intelectuais solidários, universitários, estudantes, cidadãos do mundo.
A confluência das mais variadas lutas em prol da dignidade humana.
Cem mil mentes e corações em busca de caminhos para um outro mundo possível.
Um outro mundo possível, que comporte os sonhos da menina palestina e da menina brasileira.
Um outro mundo possível, onde sejam respeitados os direitos básicos da menina africana, da menina peruana... ...e da menina afegã.
E dentre as tantas atividades realizadas durante o Fórum Social estavam as palestras proferidas pelo teólogo, professor e escritor Leonardo Boff.
Num dos encontros, cujo tema era “Diálogos com os movimentos de Juventude pelo Meio Ambiente ”, ele se reuniu especificamente com os jovens.
Estudantes, universitários, ativistas, sonhadores, em busca de um outro mundo possível.
A enorme tenda mostrou-se pequena para abrigar todos os interessados por ouvir as suas palavras.
Palavras de sabedoria, palavras de compaixão.
E iniciou a sua exposição, Leonardo Boff, falando sobre a crise financeira que assola o mundo.
US$ 15 trilhões de dólares evaporados em questão de poucos dias, levando consigo imensas corporações, grandes bancos e tradicionais fábricas.
E deixando para trás, em meio às frias estatísticas, as demissões em massa, o desemprego, a fome, o desespero, as lágrimas.
Uma crise que não assolou a periferia, mas o coração do império.
E lembrou-nos Leonardo Boff que as artimanhas sutis do capital procurarão se refazer.
Dirão - os economistas, as corporações transnacionais e os detentores do poder - que o capitalismo vive de crises, e que esta é mais uma crise cíclica.
E tentarão nos empurrar mais do mesmo, mais consumo, mais conflitos, mais individualismo...
Porém, a crise atual é terminal.
O desafio não é remediar o que não tem conserto, mas buscar novas alternativas, que, em sua natureza, é voraz, acumulador, depredador do meio ambiente, criador de desigualdades e sem sentido de solidariedade, atesta a sua própria falência.
O sistema atual, regido pelo capital e pelas leis do mercado, Um sistema onde a cada quatro minutos uma pessoa perde a visão, em decorrência da carência de vitamina A, declara o seu próprio fracasso.
Um sistema onde a cada cinco segundos uma criança com menos de cinco anos morre de fome ou desnutrição atesta a sua própria falência.Um sistema que criou desumanos sofrimentos e gritantes desigualdades.
O sistema vigente, que tem como pilar um individualismo avassalador, demonstrou-se incapaz de assegurar o bem-estar da humanidade.
Um individualismo que se revela na linguagem cotidiana: O meu emprego, o meu salário, a minha casa, o meu carro, a minha família...
Um sistema onde ninguém é levado a construir algo em comum, onde a competição, o acúmulo e a ostentação predominam em detrimento da solidariedade, da caridade e da compaixão.
Um sistema onde as crianças aprendem tão cedo a conjugar o verbo comprar, mas que desconhecem o que seja compartilhar.
Um sistema que incentiva o consumismo inconsequente e desenfreado, e que tanto cultua os bens materiais.
Uma cultura que dissemina compulsão e consumismo, que associa o produto a um conceito de felicidade.
Um sistema que desconhece o amor, a caridade e a compaixão, e que se fez cego e surdo para o apelo do excluído, do necessitado.
O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença.
Um sistema que por longas décadas alega não possuir recursos para promover a educação, a saúde e para aplacar a fome mundial, mas que tanto gasta com guerras, conflitos e com a indústria bélica... ...e que se mostra capaz de mobilizar em poucas horas três trilhões de dólares para socorrer bancos, montadoras e corretoras, atesta seu próprio fracasso terminal.
Como foi que permitimos chegar a este ponto?
Quanto tempo ainda haverá de passar até que resgatemos a nossa humanidade perdida?
Um punhado de farinha e água para enganar a fome, acrescido, nos dias de sorte, de um pouco de sal.
Além da crise financeira, nos deparamos também em a crise ambiental.
A falta de solidariedade que impera nas nossas relações sociais.
E a falta de solidariedade para com a Natureza.
A ânsia pelo crescimento econômico, aliada ao consumismo compulsivo, resultou na dilapidação sem precedentes da Natureza.
O atual modelo econômico fracassou contra a própria humanidade e contra o planeta.
O bem-estar de todos e a preservação da Terra são sacrificados ao lucro de poucos.
O consumo inconsequente aumentou o desperdício, a produção de lixo, e os impactos ambientais.
E poluímos mares e rios...
O desenvolvimento técnico-científico, dissociado da consciência ecológica, fez com que saqueássemos os recursos naturais numa escala sem precedentes.
E a ruptura entre o trabalho e o cuidado fez com que o afã desmedido de produção se revertesse na ânsia incontida na dominação das forças da natureza.
Os limites do capitalismo são os limites da Terra.
Já encostamos nestes limites, tanto da Terra quanto do capitalismo.
Já não mais podemos prosseguir com a perversa lógica do capital, baseada no acúmulo e no desperdício: “Quem não tem quer; quem tem quer mais; quem tem mais diz que nunca é suficiente.”
A lógica do capital que tanto incentiva o supérfluo, a ostentação e o desperdício...
Imagem de celulares descartados, quase todos em perfeitas condições de uso.
Somente nos EUA, 426.000 aparelhos são jogados fora diariamente, trocados por modelos mais novos.
E juntamente com os aparelhos vão-se embora também carregadores, baterias, acessórios...
Os atuais padrões de extração, produção e consumo, mostraram-se insustentáveis,... ...além da capacidade de reposição e regeneração do planeta. A Terra está dando sinais inequívocos de que já não aguenta mais.
Sinais como a escassez de água potável, e o aquecimento global.
Sinais como as mudanças climáticas, que já começaram a afligir crescentes parcelas da população ao redor do planeta.
A Terra é um planeta pequeno, velho e limitado que não suporta um projeto de exploração ilimitada.
As crises financeira, climática, energética, alimentar e outras, - todas elas nos remetem para a crise do paradigma dominante.
Precisamos de um novo paradigma de civilização porque o atual chegou ao seu fim e exauriu suas possibilidades.
Projeções feitas por pesquisadores e cientistas ambientais mostram que, se o consumo continuar no ritmo atual, em 2050 precisaremos de dois planetas Terra.
Qual o mundo que iremos deixar para as próximas gerações?...
Qual o mundo que iremos deixar para as próximas gerações?...
Cultivar a solidariedade intergeracional, para com os que virão depois de nós.
Eles também precisam satisfazer suas necessidades, e habitar um planeta minimamente saudável.
Buscar novos valores.
Alimentar novas esperanças.
Novos rumos, e novos paradigmas.
A interculturalidade, - o diálogo entre o chamado saber ocidental e o saber tradicional, milenar, a cosmovisão indígena.
As tradições dos povos nativos falam do ser humano como jardineiro.
Conforme ensinam tais tradições, o ser humano deve cultivar a Terra com cuidado e senso de justiça e estética.
A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é nosso dever sagrado.
Devemos lançar um novo olhar sobre a realidade, adotar um novo paradigma de relacionamento com todos os seres.
O universo caminhou 15 bilhões de anos para produzir o planeta que habitamos, essa admirável obra que nós, seres humanos, recebemos como herança, para cuidar como jardineiros, e preservar como guardiões fiéis.
Somos todos interdependentes uns dos outros, coexistimos no mesmo cosmos e na mesma natureza.
Uma mesma Fonte alimentadora, misteriosa e inominável, sustenta e confere vida a tudo que existe.
O mesmo Sopro permeia toda a existência.
A vida é milagre, tão belo quanto curto, que deve ser cultivado como as flores mais belas.
Como nunca antes na história o destino comum nos conclama a buscar um novo começo.
Promover a ecologia do cuidado, que zela pelos interesses de toda a comunidade de vida.
Coexistir com respeito, cooperação e harmonia com os demais moradores deste pequeno planeta, - animais, vegetais, seres humanos.
A interculturalidade, o encontro com outras tradições, outras culturas, enriquece a nossa visão do mundo e da vida.
Ter olhos para os que são diferentes.
Ter ouvidos para a sua voz, as suas melodias, canções, histórias...
Habitamos todos uma Casa comum.
Temos uma origem comum e, certamente, um mesmo destino comum.
As tantas flores, com suas cores e formas distintas.
Diferenças superficiais, pois a terra que as nutre e sustenta é uma.
Um único Sopro as anima, conferindo-lhes significado, sentido e vida.
O desafio do tempo presente é o de resgatar as utopias esquecidas, reescrever o nosso sonho comum.
Um único Sopro, uma única Alma, uma mesma esperança.
E em meio à agitada rotina da vida moderna, encontrar tempo para refletir sobre perguntas metafísicas...
E em meio à agitada rotina da vida moderna, encontrar tempo para refletir sobre perguntas metafísicas...
Ter ouvidos para a voz que fala em nós, que nos convoca para a prática do bem... ...e que diante de uma noite estrelada nos pergunta: “Quem sustenta e se esconde atrás daquelas estrelas?...”
A voz que, quando diante de um recém-nascido, com respeito e admiração pergunta: “Quem foi que produziu esta vida?...”
“Onde é que, no olhar da criança, começa o céu e acaba a terra?”
O texto desta apresentação se baseia em palestra proferida por Leonardo Boff durante o Fórum Social Mundial, Belém, Pará, janeiro de 2009.

Colaboração; Isabela Firmo.

A Parabola da Rosa

Reflexão do Dia Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou: "Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não veem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Colaboração; Nida.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Uma Obra Realmente Notável

Reflexão do Dia
No alto da montanha Gunung Mat Cincang, na Malásia, está uma das mais incríveis pontes do mundo.
imaginar que uma enorme estrutura como esta fica apoiada em um único pilar já é um exercício de tirar o fôlego; A ponte estaiada e curva foi concluída em 2004 e confia todo o peso do deck de passeio aos oito cabos de aço amarrados na ponta de seu grande pilar de 87 metros de altura.
A Sky Bridge espalha-se por 125 metros e, graças a sua exclusiva curvatura, oferece diferentes perspectivas de paisagens para os visitantes.
grande pilar de 87 metros de altura.
O corredor possui 1,80 m de largura e duas plataformas triangulares com o dobro deste tamanho servem como mirantes, oferecendo uma espetacular vista do Mar de Andaman e da ilha tailandesa de Tarutao.
O acesso também pode ser outra espetacular experiência, com o 'cablecar', um teleférico com carrinhos de formas arredondadas que chega ainda mais alto, em uma estação a mais de 700 metros.
Belas apresentações com mensagens motivadoras, lindas imagens e textos para criar um ambiente de alegria e bem-estar.
Colaboração; Isabella Firmo

terça-feira, 24 de novembro de 2009

VOtado Como o Melhor E-mail do Ano

Meditação do Dia
VOTADO COMO O MELHOR E-MAIL DO ANO Se você acha que você é infeliz, olhe para eles: If you think you are unhappy, look at them:
cid:000b01c96143$6bfebed0$03fea8c0@RECEPO *Se você acha que seu salário é baixo, que tal ela? If you think your salary is low, how about her? cid:000c01c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *Se você acha que você não tem tem muitos amigos... If you think you don't have many friends... cid:000d01c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *Quando você pensa em desistir, pense neste homem... When you feel like giving up, think of this man... cid:000e01c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *Se você acha que sofre na vida, você sofre o tanto quanto ele? If you think you suffer in life, do you suffer as much as he does? cid:000f01c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *Se você reclama sobre o seu sistema de transporte, que tal eles? If you complain about your transport system, how about them? cid:001001c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *Se a sua sociedade é injusta com você, que tal a dela? If your society is unfair to you, how about her? cid:001101c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *Aproveite a vida como ela é e como ela vem. As coisas são piores para os outros e muito melhores para nós. Enjoy the life how it is and as it comes. The things are worse for others and much better for us.
*Existem muitas coisas na vida que irão surpreender os seus olhos mas poucas coisas irão surpreender o seu coração ... There are many things in your life that will catch your eye but only a few will catch your heart....

*Este email precisa circular p sempre... This email needs to circulate forever... *Estudar te chateia? A eles não. cid:001201c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *Odeia verduras? Eles morrem de fome e as comeriam com prazer ... cid:001301c96143$6c004570$03fea8c0@RECEPO *o carinho de seus pais cansa você? Eles não tem nenhum e adorariam receber esse carinho ... cid:001401c96143$6c01cc10$03fea8c0@RECEPO *Enjoado dos mesmos jogos? Eles não tem essa opção, pois eles não têm jogos pra brincar! cid:001501c96143$6c01cc10$03fea8c0@RECEPO *Alguém te deu um adidas em vez de um Nike e você ficou chateado? Eles só tem uma marca pra calçar! cid:001601c96143$6c01cc10$03fea8c0@RECEPO *Não está agradecido por uma cama para dormir? Eles gostariam de não acordar ou pelo menos de ter uma cama! cid:001701c96143$6c01cc10$03fea8c0@RECEPO *você ainda está reclamando? Are You Still Complaining? *Observe a sua volta e seja agradecido por tudo que você tem nessa vida passageira... Observe around you and be thankful for all that you have in this transitoru lifetime ...

* Nós somos afortunados, nós temos muito mais do que precisamos para ser feliz... Vamos tentar não alimentar esse ciclo sem fim de consumismo e imoralidade no qual essa sociedade 'moderna e avançada' esquece e ignora os outros dois trilhões de irmãos e irmãs. We are fortunate, we have much more than what we need to be content. Let´s try not to feed this endless cycle of consumerism an immorality in which this "modern an advanced" society forgets an ignores the other two trirgs of our brothers an sisters. * Envie esta apresentação sem nenhuma obrigação ou expectativa em receber sorte. Não a mantenha, envie-a e não será em vão ou indique este blog. Send this presentation without any abligation or expectation in receiving good luck. Don´t keep it, send it and it won´t be in vain. * Vamos reclamar menos e ajudar mais! Let us complain less an give more!
Colaboração; Marlene Dia

O Quadro

Reflexão do Dia
Um homem havia pintado um lindo quadro...
No dia de apresenta-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo...
Afinal, o pintor além de um grande artista, era também muito famoso. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, enfim, uma multidão.
Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro.
Houve caloroso aplauso...
Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa...
Jesus parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte.
A porta não tinha fechadura.
E intrigado, foi perguntar ao artista...
Porem, um curioso observador, achou uma falha no quadro...
- Sua porta não tem fechadura! - Como se fará para abri-la ?
- É assim mesmo. Respondeu -lhe o artista; - Esta é a porta do coração humano...
- Só se abre pelo lado de dentro Muitas vezes, Jesus esta batendo a porta do nosso coração. Pare um pouquinho...
Preste atenção, ouça. Cabe a nós abrir ou não a porta para que Nosso Senhor entre...
Escute-o, não com os ouvidos, mas sim com o Coração. Muitas vezes Ele bate através de um pedido de desculpas, de perdoar alguém, etc...
Se você quiser abrir a porta do seu coração, agora mesmo...
Posso te ajudar!
Faça esta oração, com sinceridade de coração!
Senhor Jesus, eu m dirijo a ti, reconhecendo que és filho de Deus, que veio ao mundo para me salvar. Peço-te perdão por meus pecados e convido-o a entrar em meu coração.
Quero que o Senhor venha ser o Senhor e o Salvador da minha vida. Agradeço-te por escrever o meu nome no Livro da Vida!
Em nome de Jesus, amém!
Deus te abençoe. Quem Ama, Divulga. Divulgue você também.
Colaboração; Cezario.

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