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segunda-feira, 30 de abril de 2012

13 Passos Para o Bem



1- Por mais que lhe falem  da tristeza . . .
. . . PROSSIGA SORRINDO!

2- Por mais que lhe demonstrem  rancor . . .
. . . PROSSIGA PERDOANDO!

3- Por mais que lhe tragam  decepções . . .
. . . PROSSIGA CONFIANDO!

4- Por mais que lhe ameacem de fracasso . . .
. . . PROSSIGA APOSTANDO  NA VITÓRIA!

5- Por mais que lhe apontem  erros . . .
. . . PROSSIGA COM OS  SEUS ACERTOS!

6- Por mais que discursem  sobre a ingratidão . . .
. . . PROSSIGA AJUDANDO!

7- Por mais que noticiem  a miséria . . .
. . . PROSSIGA CRENDO NA  PROSPERIDADE!

8- Por mais que lhe mostrem  destruições . . .
. . . PROSSIGA NA CONSTRUÇÃO!

9- Por mais que acenem doenças  . . .
. . . PROSSIGA VIBRANDO SAÚDE!

10- Por mais que exibam ignorância. . .
. . . PROSSIGA EXERCITANDO  SUA INTELIGÊNCIA!

11- Por mais que o assustem  com a velhice . . .
. . . PROSSIGA SENTINDO-SE  JOVEM!

12- Por mais que plantem  o mal . . .
. . . PROSSIGA SEMEANDO O  BEM!

13- Por mais que contem mentiras  . . .
. . . PROSSIGA NA SUA  VERDADE!

Por mais difícil que lhe  pareçam essas 13 tarefas . . .

PROSSIGA ACREDITANDO NA CAPACIDADE  QUE DEUS LHE DEU PARA CUMPRI-LAS!

Tenha um Ótimo Dia.

UM GRANDE ABRAÇO!
 Meditação.
Colaboração; Leila.delpino.

sábado, 28 de abril de 2012

Ritos de Passagem dos Índios Cherokees


Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.

O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.

Ele não pode gritar por socorro para ninguém. 

Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.

Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido. 

O menino está naturalmente amedrontado.. 

Ele pode ouvir toda espécie de barulho.. 

Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.

Talvez alguns humanos possam feri-lo. 

Os insetos e cobras podem vir picá-lo. 

Ele pode estar com frio, fome e sede. 

O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda . 
  
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem. 

Finalmente..... 

Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida. 

Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele. 

Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo. 
  
Nós também nunca estamos sozinhos! 

Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'. 

Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo. 
  
Moral da história: 

Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele não esteja conosco. 

Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material. 
  
Se você gostou desta história, repasse-a ou indique este blog. 

E evite tirar a sua venda antes do amanhecer... 
Feliz Dia!!!

Pare e Pense
Colaboração; Vera Pereira.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Prudência


Lobos enviou uma representação para um rebanho de ovelhas, prometendo fazer a paz permanente se elas foram dadas a cães. 

As ovelhas aceitaram fazê-lo, com exceção de um carneiro velho pai chamou-os para os lobos: - Como eu vou acreditar e viver com você, se agora, mesmo com o cuidado dos cães não podem pastar em paz?

Nunca deixe ir o que é essencial para sua própria segurança.
Meditação.
Colaboração; Abinadabe C.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sabedoria


Houve certa vez um califa muito inteligente, porém não menos arrogante. 

Dizia que nunca iria se casar, pois para isso precisaria encontrar uma mulher de inteligência comparável à sua, o que segundo ele, era impossível.

Ora, essa conversa chegou aos ouvidos de uma moça que morava longe do palácio, numa choupana, com seu velho pai.

Meu pai – pediu ela – por favor vai até o palácio e dize ao califa que ele pode começar os preparativos para o casamento, pois existe um mulher muito mais sábia do que ele: eu mesma.

Mas, minha filha – assustou-se seu pai – como podes ter tamanha pretensão? 

És pobre, sem estudos, o califa te mandaria matar por esse atrevimento!

Não te preocupes, pai eu sei, o que faço.

E havia tal determinação na voz da moça, que o pai se convenceu. 

Dirigiu-se ao palácio, disse aos guardas que trazia um importante comunicado ao califa e assim foi conduzido até a sala de audiências. 

O califa o ouviu calado, mas com um sorriso de escárnio. 

Por fim, soltou uma gargalhada, dizendo: Muito bem, velho! 

Eu me caso com tua filha, se ela é assim tão sábia quanto dizes. 

Antes, porém, preciso testá-la, é claro.

E, entregando-lhe uma cesta de ovos, continuou: - Leva-lhe estes ovos. 

Com sua inteligência, ela saberá como chocá-los e tirar deles um ninhada de pintinhos, quando estes se tornarem galos e galinhas, volta aqui com ela e poderemos conversar. 

Porém… ai de ti, se ela não conseguir cumprir a tarefa. 

É tua cabeça que vai rolar!!!

O velho pai, fazendo mil mesuras, saiu com o coração batendo de medo pela ameaça, mas contente, pois afinal aquela incumbência não lhe parecia das mais difíceis. 

Grande foi sua aflição, entretanto, quando, ao chegar em casa, sua filha lhe fez ver que os ovos já estavam cozidos.

Maldição! – praguejou ele. 

Estamos perdidos!!!

Não te desesperes, pai – consolou-o a moça. 

É só seguires minhas instruções e tudo acabará bem.

E, no dia seguinte, instruído pela filha, o pai voltou ao palácio, levando um pacotinho ao califa.

O que é isso? – quis saber o califa.

Ó, poderoso senhor! – exclamou o velho. 

Isto é fubá. 

Minha filha pede-vos para plantá-lo, pois assim conseguirá milho suficiente para alimentar os galos e galinhas que terá que criar.

Estás louco?  

Como imaginas que possa nascer algo de um milho já triturado?

Da mesma forma – retorquiu o pai – que quereis que nasçam pintinhos de ovos já cozidos.

O califa engoliu em seco, porém reconheceu que a moça era mesmo esperta.

Está bem, disse ele. 

Desta vez, ela ganhou. 

Mas ainda terá muito a fazer antes de convencer-me.

Toma este dedal e leva-o para tua filha. 

Com ele, ela deverá medir toda a água que existe no mar que banha nosso reino. 

E, lembra-te: ai de ti, se ela não o conseguir!

O velho se retirou, mais apreensivo do que na véspera.

No dia seguinte, entretanto, novamente instruído pela filha, voltou ao califa, desta vez com um pequeno pedaço de cortiça:

Ó, senhor clemente – disse ele. 

Minha filha diz que não será difícil medir quantos dedais de água tem vosso mar. 

Antes, porém, pede-vos, com esta cortiça, tampeis as águas de todos os rios e riachos do reino, impedindo-as assim de escorrerem para o oceano e comprometerem toda a sua tarefa!

O califa, pego de surpresa pela resposta, não teve o que discutir. 

Pensou, pensou, e finalmente entregou ao velho um punhadinho de algodão.

Pois bem, esta será a última prova. 

Diga à tua filha que ordeno que teça, com este algodão, uma vela para meu novo navio que está sendo construído lá no porto. 

E não preciso repetir o que será de ti se ela não o conseguir!

“Por Alá!”, pensou o velho enquanto se dirigia de cabeça baixa para casa. “Desta vez, não escapo. 

O navio que estão construindo é o maior que já vi. 

Como poderá minha filha se sair desta enrascada?”

A moça, ao saber da nova tarefa, nem titubeou. 

Mandou o pai de volta ao palácio, desta vez com um minúsculo graveto nas mãos. 

Diante do califa, o velho se prostrou: - Glória a vós, senhor! 

Minha filha manda-vos dizer que não vê dificuldades em tecer a vela que encomendastes, desde que mandeis fazer-lhe um mastro apropriado com este graveto.

O califa, desorientado, quis responder, mas não conseguiu. 

Reconheceu, afinal, que a moça era insuperável. 

E mandou buscá-la para que oficializassem o compromisso de casamento.

Todavia, antes de realizar-se a cerimônia, a  moça fez o califa prometer-lhe, na frente de testemunhas, que, se algum dia ele quisesse desfazer-se dela, por qualquer motivo que fosse, ela teria o direito de levar para sua velha choupana aquilo que do palácio julgasse mais precioso. 

O califa acedeu de bom grado ao pedido da noiva, pois já começava a gostar dela, achando-a cada vez mais interessante e original.

O casamento realizou-se com muita pompa e os dois viveram bastante felizes por algum tempo. 

O califa sempre se admirava com a sabedoria dos conselhos e sugestões que sua mulher lhe dava e aos poucos foi delegando a ela o papel que antes cabia a seus ministros.

Estes, é claro, não gostaram nada de serem passados para trás; e, pior, daquela mulher tão atenta e perspicaz nada escapava: adeus época em que podiam cometer seus deslizes sem serem descobertos! 

Foi assim que resolveram tramar a ruína da sábia mulher. 

Maledicentes, foram se insinuando junto ao califa, despertando-lhe suspeitas sobre o caráter e fidelidade da esposa: “Afinal, tão esperta, como sabeis que ela não vos engana?” ou ainda, “Como podeis permitir que uma mulher vos domine?”.

Foram tantas as intrigas, que o califa, envenenado pelas desconfianças e pelo ciúmes, chamou a esposa e ordenou-lhe que deixasse o palácio.

Ela, no entanto, não se abalou. 

Já havia algum tempo que esperava por aquilo, pois conhecia o caráter dos ministros. 

Assim, não chorou nem discutiu. 

Pediu apenas ao marido que fizessem juntos um último jantar, uma pequena festa de despedida. 

A isso, o califa não se opôs. 

E naquela noite os dois desfrutaram de um lauto banquete, que a mulher não deixou faltar um delicioso vinho, com o qual embriagou o califa. 

Tanto ela o fez beber, que dali a pouco ele caiu no sofá, profundamente adormecido. 

Sem perder tempo, ela chamou seu pai e pediu-lhe que a ajudasse a carregar o marido para fora do palácio.

Na manhã seguinte, quando acordou, espantou-se o califa as ver-se na choupana miserável em que a moça morava antes de casar-se. 

Indignado, pediu-lhe que se explicasse.

Muito simples – respondeu ela. 

Tenho testemunhas que podem lembrar-te da promessa que me fizeste antes de casarmos. 

Não juraste que, se me mandasses embora, eu poderia levar comigo o que julgasse mais valioso? 

Pois o mais valioso de tudo és tu, meu amor…

O califa soltou uma risada, ao mesmo tempo divertido e emocionado. 

Abraçou sua mulher, voltou com ela ao palácio, expulsou os ministros, e assim teve início um dos mais sábios, justos e felizes reinados de todos os tempos.
Devocional.

Colaboração; Abinadabe C.

Criatividade

Duas empresárias da Região Metropolitana de Campinas (RMC) venceram uma “concorrência” que pode ser comparada à disputa dos jovens por uma vaga na universidade. 

Lenita Aparecida Rodrigues, presidente de uma cooperativa de artesanato em Campinas, e Paola Borges Barcelos Tucunduva, proprietária de uma lavanderia industrial em Americana, foram selecionadas entre 274 empresárias e estão entre as 15 finalistas do Prêmio Mulher de Negócios 2008, que indicará as vencedoras da etapa estadual no próximo dia 18, em São Paulo.

A artesã de Campinas, Lenita Aparecida de Campos Rodrigues, é uma das quatro finalistas da categoria Grupo de Produção Formal. Com visão empreendedora, ela hoje dirige a Cooper Art Camp (Cooperativa de Produção dos Artesãos e Artistas Plásticos de Campinas) que reúne um grupo de 32 artesãos.  

Com apenas três anos de atividades, a Art Camp já conquistou a clientela e se consolidou como empreendimento lucrativo.

O cooperativismo na área de artesanato em Campinas é uma iniciativa pioneira e exigiu a superação de vários desafios para alcançar seus objetivos. 

A principal conquista viabilizada pela sua iniciativa empreendedora foi a instalação de um espaço para a comercialização do artesanato. 

Cooper Art Camp está localizada em um casarão, ao lado do Centro de Convivência de Campinas, que abriga um centro de arte e cultura.
Um Minuto Só.
Colaboração; Abinadabe.

Perdão


O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. 

Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Sei pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente, o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: - Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. 

Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. 

O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. 

O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: - Filho como está se sentindo agora? 

Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: - Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente: - Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. 

O mau que desejamos aos outros é como o lhe aconteceu. 

Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.

Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.

Cuidados com suas ações; elas se transformam em hábitos.

Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.

Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino.

Reflexão. 
Colaboração; Abinadabe.

Obediência


Era uma vez, uma menina que se chamava Isadora, esta menina era muito desobediente, e fazia artes o dia inteiro.

Seus amigos, pais e professores, tentavam ajudá-la, mas não conseguiam.

Um dia, Isadora estava fazendo mais uma de suas artes na aula de religião, e quando a menina aquietou um pouco, ouviu o que o seu professor estava lendo, ele lia: - Obediência, é a chave de todas as portas! 

Reflitam sobre isso!

Então Isadora ficou pensando nisso ate chegar em casa.

Chegando, pegou um lápis, e um papel e escreveu um texto sobre obediência.

Quando entregou o texto na aula tirou 10.

Hoje em dia Isadora é uma menina obediente, e obedece a todos.
Pare e Pense.
Colaboração. Abinadabe C.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Amigo Não Tem Defeito

O dono de uma loja estava  colocando um anúncio na porta: “Cachorrinhos à venda”.

Esse tipo de anúncio sempre  atrai as crianças, e logo um 
menininho  apareceu na loja perguntando: - Qual o preço 
dos cachorrinhos? 

O dono respondeu: - Entre  R$ 30,00 e R$ 50,00. 

O menininho colocou a mão  em seu bolso e tirou umas 
moedas: - Só tenho R$2,37. Posso  vê-los???

O homem sorriu e assobiou...

De trás da loja saiu sua  cachorra correndo seguida por 
cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos  estava ficando  
para trás. 

O menininho imediatamente apontou  o cachorrinho que 
estava mancando. 

- O que aconteceu com esse  cachorrinho? - perguntou. 

O homem lhe explicou que  quando o cachorrinho nasceu, o 
veterinário  lhe disse que tinha uma perna defeituosa  e que 
andaria mancando pelo resto de  sua vida.

O menininho se emocionou e  exclamou: - Esse é o 
cachorrinho que eu quero comprar!

E o homem respondeu: - Não, você não vai comprar esse 
cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente.

E o menininho não gostou,  e olhando direto nos olhos do 
homem  lhe disse: Eu não o quero de presente. Ele vale 
tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço 
completo.

Agora vou lhe dar meus R$  2,37 e a cada mês darei R$ 0,50  
até que o tenha pago por completo.

O homem respondeu: - Você  não quer de verdade comprar 
esse cachorrinho,  filho. Ele nunca será capaz de correr,  
saltar e brincar como os outros cachorrinhos.

O menininho se agachou e  levantou a perna de sua calça 
para mostrar sua perna esquerda, cruelmente  retorcida e 
inutilizada, suportada por um grande aparato  de metal. 

Olhou de novo ao homem e  lhe disse: - Bom, eu também 
não posso  correr muito bem, e o cachorrinho vai  precisar 
de alguém que o entenda.

O homem estava agora envergonhado  e seus olhos se 
encheram de lágrimas... 

Sorriu e disse: - Filho, só espero que cada  um destes 
cachorrinhos tenham um dono  como você!!! 

Moral da história: Na vida não importa como somos, mas que 
alguém te aprecie pelo que você é, e te aceite e te ame 
incondicionalmente.

Um verdadeiro amigo é aquele  que chega quando o resto 
do mundo  já se foi. 

Mande esta mensagem a todas as pessoas que considera 
especial. 

Eu acabo de fazê-lo! 

Amigo não tem defeito!!!
Reflexão.
Colaboração; Lúcia Aparecida.

terça-feira, 24 de abril de 2012

A Partir do Próximo Amanhecer


A partir do próximo amanhecer.

Hoje "me dei um tempo" para pensar na vida. 

Na minha vida!!! 

Decidi então que, a partir do próximo amanhecer, vou mudar alguns detalhes para ser, a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.

Para começar, não vou mais  olhar para trás.

O que passou é passado; se errei, agora não vou conseguir corrigir.

Então, para que remoer o  que passou? 

Refletir sobre aqueles erros sim e, então, fazer deles um aprendizado para "o meu hoje"... 

Nem todas as pessoas que amo retribuem meus carinhos, como "eu"  gostaria...

E daí? 

A partir do próximo amanhecer, vou continuar a amá-las, mas não vou  tentar mudá-las.

Isso eu não quero.

Pode ser até que se ficassem  como eu gostaria que fossem, deixassem  de ser as pessoas que eu amo.

Mudo eu...

Imagine!!! 

Mudo meu modo de vê-las.

Respeito o modo delas de  ser.

Mas não pensem que vou desistir de  meus sonhos!!!

A partir do próximo amanhecer, vou lutar com mais garra para que  eles aconteçam.

EU VOU SER FELIZ!!! 

Mas vai ser diferente.

Não vou responsabilizar a mais ninguém por minha felicidade.

Não vou mais parar a minha vida  porque o que desejo não acontece, porque  uma mensagem não chega, porque não ouço  o que gostaria de ouvir.

Vou fazer meu momento...

Vou ser feliz agora... 

Terei outros dias pela frente!!!

Nunca mais darei muita importância  aos problemas que não tenho conseguido  resolver.

A partir do próximo amanhecer,  vou agradecer a Deus, todos os dias,  por me dar forças para viver, apesar de meus problemas.

Chega de sofrer pelo que  não consigo ter, pelo que não ouço,  ou não leio.

Pelo tempo que não tenho,  e até de sofrer por antecipação, pensando  sempre, apenas no pior. 

A partir do próximo amanhecer,  só vou pensar no que tenho de bom.

Meus amigos nunca mais precisarão  me dar um ombro para chorar.

Vou aproveitar a presença deles  para sorrir, cantar, dividir felicidade.

A partir do próximo amanhecer, vou ser eu mesma.

Nunca mais vou tentar ser um modelo de perfeição.

Nunca mais vou sorrir sem vontade, ou falar palavras amorosas, porque  acho que sei o que os outros 
querem  ouvir.

A partir do próximo amanhecer,  vou viver a minha vida, SEM MEDO DE SER FELIZ.

Vou continuar esperando.

Não, não vou esquecer ninguém.

Mas... a partir do próximo  amanhecer, quando a gente se encontrar,  com certeza vou te dar "aquele" abraço, bem apertadinho, e com toda a  sinceridade dizer...

ADORO VOCÊ e tenho muito  amor da parte de Deus para te dar.
Reflexão.
Colaboração; Lúcia Aparecida.

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RADIO AGRADECER


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