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sexta-feira, 29 de junho de 2012

O Que Oferecerei?


"Assim como o Pai me  conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a  minha vida pelas ovelhas
(João 10:15).
Um capelão estava conversando  com um soldado que se encontrava em um leito  de hospital.

"Você perdeu um braço na  grande causa", disse o capelão.

"Não", disse o soldado  com um sorriso.

"Eu não o perdi --  eu o dei".

 Do mesmo modo, Jesus não perdeu Sua vida.

Ele a deu intencionalmente.

Ele morreu para que tivéssemos  o perdão dos pecados e para que fôssemos  para o Céu.

Feliz aquele que abriu seu  coração para o Senhor e pode contar com Sua companhia.

Ele é nosso melhor Amigo, nosso ajudador, o Guia que nos conduz por veredas  de esperança.

Ele ofereceu Sua vida santa  por nós.

Morreu na cruz para nos dar vida abundante.

Enfrentou momentos de grande angústia  por nos amar.

Nele temos a paz verdadeira e a vida eterna. 

Ele é o nosso Deus, o nosso Consolador,  o nosso Salvador.

 E o que estamos dispostos  a oferecer a Ele?

Até que ponto estamos prontos  a renunciar aos nossos interesses? Que  lugar Ele tem ocupado em nossas vidas?

Já lhe dissemos, alguma vez, "muito obrigado, Senhor"?

Eu quero lhe dar o meu  sorriso, a minha alegria, o melhor momento de meu dia, a minha  confiança em qualquer situação.

Eu quero que Ele saiba que  nada faço sem que Ele me oriente, que preciso d’Ele para tudo o que realizo, que é meu inspirador, a firmeza que move meus pés, o amor que me faz estender as mãos.

Não me cansarei de dizer  "obrigado, querido Jesus".

Minha vida é outra, muito  melhor, muito mais agradável, muito mais  prazerosa, desde que eu o aceitei em  meu coração.

Também direi até o último  de meus dias, "Senhor, tu és o grande motivo de  minha felicidade".
Reflexão.
Colaboração; Paulo Benites.

A Casa Queimada


Um certo homem saiu em uma viagem de avião. 

Era um homem temente Deus, e sabia que Deus o protegeria. 

Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano..

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água.

Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte.

Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.

Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele.

Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. 

Porém significava proteção.

Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes.

Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.

Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada.

Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: "Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo?

O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. 

Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: "Vamos rapaz?"

Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: "Vamos rapaz, nós viemos te buscar".

"Mas como é possível?

Como vocês souberam que eu estava aqui?"

"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.

O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."

MORAL DA HISTÓRIA

É comum nos sentirmos desencorajados e até mesmo desesperados quando as coisas vão mal.

Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

Lembrem-se:

Se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você Graça Divina.

Para cada pensamento negativo nosso, Deus tem uma resposta positiva..

Passe essa mensagem para as pessoas que você conhece e quer bem.

Alguém pode estar precisando.
Meditação.

Colaboração; Quezia Barros.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O Campo de Abacaxis

Nada na vida acontece em vão (Esta é uma história verídica.)

A história do campo de abacaxis  aconteceu na Nova Guiné. 

Ela durou sete  anos.                         

É uma ilustração profunda de um princípio bíblico básico aplicado.

Ao ler este relato original, você descobrirá que ele é um exemplo clássico do tipo de lutas que cada um de nós enfrenta, até que aprenda a aplicar o princípio de renúncia aos  direitos pessoais.

Minha família e eu trabalhamos com pessoas bem no meio da selva.                                  

Um dia, resolvi levar para aquela região  alguns abacaxis.                                                                     

O povo já tinha ouvido falar de  abacaxis. 

Alguns já os haviam provado,  mas não tinham meios de consegui-los.

Busquei, então, mais de cem  mudas de uma outra missão. 

Contratei um homem da aldeia e ele plantou todas as mudas.                          

Eu o paguei pelo serviço prestado (com sal e diversas outras coisas de que  necessitava) e durante dias ele trabalhou.  

Precisei ter muita paciência até que  as pequenas mudas de abacaxi se tornassem arbustos grandes e produzissem as frutas.                  

Demorou uns três anos. 

Lá, no meio da selva, você  às vezes tem saudade de comer frutas.  

Não é fácil conseguir frutas e verduras  frescas.                            

Finalmente, no terceiro ano, pudemos ver surgir abacaxis que davam "água na  boca", e só estávamos esperando o  Natal chegar, porque é nesta época que eles ficam maduros.

No dia de Natal, minha esposa e eu saímos ansiosos para ver se  algum abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma surpresa  desagradável após a outra. 

Não conseguimos  colher nem um só abacaxi. 

Os nativos  haviam roubado todos! 

Eles os roubavam  antes de ficarem maduros. 

É costume de  eles roubar as frutas antes que amadureçam e assim o dono não as possa colher.

E aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas pessoas. 

Missionários  não devem ficar com raiva, vocês todos  sabem disso, mas eu fiquei e disse  a eles: - Rapazes, eu esperei três anos por esses  abacaxis. 

Não consegui colher um único  deles. 

Agora outros estão amadurecendo e, se desaparecer mais
um só destes abacaxis,  fecharei a minha clínica.

Minha esposa dirigia a clínica.  

Ela dava gratuitamente todos os remédios  àquela gente. 

Eles não pagavam nada!                                  

Nós estávamos nos desgastando tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando as vidas de suas crianças.                             

Os abacaxis ficaram maduros e, um por  um, foram todos roubados! 

Então achei  que deveria me defender deles.

Eu simplesmente não podia deixar que fizessem comigo o que queriam... 

Mas a verdadeira razão não era essa. 

Eu era uma pessoa muito egoísta que queria comer abacaxis. 

Fechei a clínica. 

As crianças começaram a adoecer porque a vida era bastante difícil naquela região.

Vinham até nós pessoas com gripe, tossindo, pedindo remédio e nós dizíamos: - Não! “Lembrem-se que vocês roubaram  nossos abacaxis”.

- Não fui eu! - eles respondiam - foram os outros que fizeram  isso. 

E continuavam tossindo e pedindo.

Não conseguimos manter mais a nossa posição; reabrimos a clínica. 

Abrimos a clínica e eles continuaram roubando nossos abacaxis. 

Fiquei novamente louco raiva  e resolvi fechar o armazém.                                

No armazém eles compravam fósforos, sal,  anzóis, etc. 

Antes eles não tinham essas coisas, por isso não iriam morrer sem  elas, pensei.

Comuniquei minha decisão: - Vou  fechar o armazém, vocês roubaram mais  abacaxis.

Fechamos o armazém e eles começaram a resmungar:

- Vamos nos mudar daqui porque  não temos mais sal. 

Se não há  mais armazém, não há vantagem para  ficarmos aqui com esse homem. 

Podemos voltar para nossas casas na selva -  e se mudaram para a selva.

E ali estava eu, sentado, comendo abacaxis, mas sem pessoas na aldeia, sem ministério, sem condições de aprender  a língua para traduzir a Bíblia para  eles.

Falei com minha esposa: -  Podemos comer abacaxis nos Estados Unidos,  se é só o que temos para fazer  aqui.

Um dos nativos passou por  ali, e eu lhe pedi para avisar que, na segunda-feira, abriria novamente o armazém.  

Pensei e pensei em como resolver o  caso dos abacaxis...

- Meu Deus! Deve haver um  jeito. 

O que posso fazer? 

Chegou o tempo de minha licença  e eu aproveitei para ir a um Curso Intensivo para Jovens. 

Lá ouvi que deveríamos  entregar tudo a Deus.

A Bíblia diz que, se você  der você terá; se quiser guardar para  si, perderá tudo. 

- Dê todas as suas coisas a Deus e Ele zelará para que você  tenha o suficiente.                             

Este é um princípio básico.                                      

Pensei o seguinte: amigo, você não tem  nada a perder. 

Vou entregar o caso  dos abacaxis a Deus... 

Eu sabia que não seria fácil  fazer esse sacrifício! 

Sacrificar significa entregar gratuitamente algo de que você  gosta muito, mas eu decidi dar a plantação de abacaxis a Deus e ver  o que Ele faria. 

Assim, saí para  plantação, à noite, e orei: - Pai, o Senhor
está vendo  estes pés de abacaxis? 

Eu lutei muito  para colher alguns. Discuti com os nativos,
exigi meus direitos. 

Fiz tudo errado,  estou compreendendo agora. 

Reconheço o meu erro, e quero entregar tudo ao Senhor.                       

De agora em diante, se o Senhor quiser  me deixar comer algum abacaxi, eu aceito;  caso contrário, tudo bem, não tem 
problema.

Assim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram
roubando  as frutas como de costume. 

Pensei com  meus botões: - Deus não pôde controlá-los.

Então, um dia, eles vieram  falar comigo: - Tu-uan (que significa estrangeiro) o  senhor se tornou cristão, não é
verdade? 

Eu estava pronto para dizer: - Escute aqui, eu sou cristão há  vinte anos! - mas, em vez disso, eu perguntei: - Por que vocês estão perguntando isso?

- Porque o senhor não fica mais com raiva quando roubamos seus abacaxis, eles responderam.

Isso me abriu os olhos. 

Eu finalmente estava vivendo o que estivera pregando a eles.                

Eu lhes tinha dito que amassem uns aos outros, que fossem gentis, mas sempre exigia os meus direitos e eles sabiam  disso.

Depois de algum tempo alguém perguntou: Por que o senhor não  fica mais com raiva?

- “Eu passei a plantação adiante”, respondi, ela não pertence mais a mim, por isso vocês não estão mais roubando os meus abacaxis e eu não tenho motivos para ficar com raiva.

Um deles, arriscando, perguntou: - “Para quem o senhor deu a plantação?” Então  eu disse: - “Dei a plantação para
Deus”.

- Para Deus? - exclamaram todos. 

Ele não tem abacaxis onde mora!?

- Eu não sei se ele  tem ou não abacaxis onde mora, respondi.  

Eu simplesmente lhe dei os meus abacaxis.

Eles voltaram para a aldeia  e disseram para todos: - Vocês sabem de quem estamos roubando os abacaxis?  Tu-uam os deu a Deus.

Começaram a pensar sobre o  assunto e combinaram entre eles: - Se  os abacaxis são de Deus, agora não  devemos mais roubá-los.

Eles tinham medo de Deus e os abacaxis novamente começaram a amadurecer.

Os nativos vieram para me  avisar: - Tu-uan, seus abacaxis estão  maduros.

- Não são meus, eles pertencem  a Deus - respondi.

- É melhor o senhor comer,  pois senão eles vão apodrecer.

Então colhi alguns, e deixei  também uns para os nativos. 

Quando me sentei à mesa com minha família para comê-los,
eu orei: - Senhor, estamos comendo Seus abacaxis, muito obrigado por  me dar alguns. 

Durante todos os anos  em que estive com os nativos, eles  estiveram me observando e prestando atenção às minhas palavras. 

Eles viam que as duas coisas  não combinavam. 

E, quando eu comecei  a mudar, eles também mudaram. 

Em pouco  tempo, muitos se tornaram cristãos.

O princípio da entrega a Deus estava funcionando realmente. 

Eu quase  não acreditei... 

“E mais tarde, passei a entregar outras coisas para Deus”.

O Senhor te abençoe e te  guarde! 

O Senhor te mostre a sua  face e conceda-te sua graça! 

O Senhor volva o seu rosto  para ti e te dê a paz! (Números 6,24-26)

Tenhas um ótimo dia. 

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Pare e Pense.
Colaboração; Lúcia Gomes.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Como Eu Gostaria

Ah... Como gostaria de ter que obedeceu a voz de Deus, sem  questionamentos  ou   explicações; a fé de Abraão.


Ah... Como gostaria de ter em construir uma arca enorme, mesmo quando a terra não havia experimentado uma gota de água caindo  dos céus; a  coragem  de  Noé.

Ah... Como gostaria de ter o  coração  perdoador   de  José, que apesar de ser traído  pelos próprios irmãos, amou-os e entendeu que era tudo plano de Deus.

Ah... Como gostaria de ter a ousadia de Moisés, que com seu bordão dividiu o Mar Vermelho em  duas partes.

Ah... Como gostaria de ter as qualidades de Josué, que foi hábil para substituir o grande líder Moisés, tomada de Jericó.

Ah... Como gostaria de ser como Davi, que foi chamado “um homem segundo  o  coração  de  Deus”. 

Ah... Como gostaria de ter a perseverança de Jó, que não desistiu de seguir a Deus apesar de tantos sofrimentos   enfrentados.

Ah... Como gostaria de ter a persistência de Neemias, que mesmo sendo criticado por  muitos, não desistiu de seu projeto de reconstruir os muros de  Jerusalém. 

Ah... Como gostaria de ter a renúncia dos discípulos, que deixaram tudo para seguir o Mestre.

Ah... Como gostaria de ter a humildade de Paulo, que mesmo sendo um dos maiores  apóstolos, se considerava o menor de  todos.

Ah... Como gostaria de ter a intrepidez daqueles mencionados que foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio da espada, afligidos  e maltratados, mas foram considerados “homens  dos quais o mundo não era digno”, em Hebreus 11.

Ah... Que Deus possa me achar entre aqueles que, “...venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do  testemunho que deram, e mesmo em face da morte, não amaram a própria vida”. 

Que  o  Eterno  tenha, misericórdia  de  mim!!
Meditação.

Colaboração; Lúcia Gomes.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Formas de Falar a Verdade


"Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. 

Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.

"Que desgraça, senhor!", exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!" 

"Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa?! "Chamou os guardas mandou que lhe dessem cem chicotadas e que chamassem outro sábio para interpretar o sonho. 

O outro sábio disse: "Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!" 

A fisionomia do sultão se iluminou, e mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio: "Como é possível"? 

A interpretação que você fez foi amesma do seu colega!!! 

No entanto, ele levou chicotadas, e você,moedas de ouro!" 

Respondeu o sábio: "Lembre-se sempre, amigo, tudo depende da maneira de dizer as coisas..." 

Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos.

Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, porque as palavras têm força, têm poder. 

Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou a guerra.

A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença. 

Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!
Reflexão.
Colaboração; Lúcia Gomes.

Aproveite o Lado Bom das Pessoas


Um gerente conversava com um jovem funcionário que reclamava muito dos colegas e, por isso, não tinha amigos na empresa.

O funcionário dizia: - Não suporto o Francisco, ele é convencido e orgulhoso.

Então o gerente lembrou: - Mas o Francisco é alegre e participativo.

O jovem funcionário criticou outros colegas: - E a Márcia, então? 

Parece que tem o rei na barriga. 

Está certo que ela ajuda aos colegas, mas é uma chata! 

O Sebastião vive se exibindo só porque conhece mais as rotinas da empresa.

E o gerente alertou o jovem funcionário: - Lembre-se, o Sebastião é um curinga que já quebrou muitos galhos aqui na empresa.

O gerente, decidido a acabar com as críticas do jovem funcionário, pegou um pouco de açúcar na cozinha e o chamou para ir até o quintal, onde recolheu um pouco de areia do chão. 

Misturou o açúcar cristalizado com areia e colocou perto de um formigueiro.

Depois de alguns minutos, uma formiga descobriu o açúcar e “avisou” as outras.

Em pouco tempo, fizeram uma fileira e o funcionário, surpreso, percebeu que as formigas carregavam apenas os grãos de açúcar e tinham se esquecido da areia.

O gerente, então, concluiu: - Está vendo, meu jovem? 

Todas as pessoas são como esse montinho de areia misturado com açúcar. 

Devemos ser sábios como as formigas. 

Devemos aproveitar o lado bom das pessoas aqui da empresa.

O QUE APRENDEMOS:

Nada é perfeito.

Ninguém é perfeito.

Mas podemos sempre buscar o lado positivo de tudo.

Porque além de evitar sofrimentos, estaremos valorizando o que há de melhor nas pessoas e na vida!!!
Meditação.
Colaboração; Lúcia Aparecida.

sábado, 23 de junho de 2012

Peso ou Enfeite?


O sujeito era um famoso engenheiro civil, bem sucedido. 

Proprietário de uma construtora. 

Gostava de valorizar pessoas trabalhadoras. 

Tinha muitos amigos importantes: políticos, empresários e um pedreiro. 

Isso mesmo: um pedreiro. 

O pedreiro era uma pessoa simples, de bom coração e muito eficaz na arte de assentar tijolos. 

Às vezes, passavam algum tempo juntos após o horário, conversando sobre a vida e sobre detalhes dos 
acabamentos. 

Gostavam de ir a uma lanchonete na esquina, próxima à construtora para tomar um café e ficavam ali trocando ideias. 

Certo dia o pedreiro trouxe uma notícia que iria mudar para sempre a situação patrão-empregado. 

Ele abrira sua própria empresa de reformas e não trabalharia mais naquela construtora. 

A notícia foi triste por um lado, mas muito boa por outro, pois o engenheiro ficava feliz em perceber o sucesso e o crescimento de seu amigo. 

No dia da despedida, foi organizada uma pequena cerimônia, um coquetel para que a construtora pudesse homenagear seu funcionário que durante tanto tempo havia investido seu trabalho nas obras e o fizera com tanta presteza. 

Nesse momento, o pedreiro buscou sua “colher-de-pedreiro”, lavou-a e disse a todos: “Quero dar essa colher ao meu melhor amigo, ela foi do meu pai, o cabo foi feito com a madeira de uma laranjeira que ficava no fundo da minha casa. 

Ela é especial para mim. 

Todas vezes que eu a uso, lembro de papai, da minha infância, dos meus irmãos correndo no quintal em volta da laranjeira”. 

E entregou-a ao engenheiro. 

Emocionado, o engenheiro agradeceu e disse a todos que faria um gesto igual. 

Foi até o carro e trouxe sua calculadora ultramoderna presenteando-a ao pedreiro dizendo: “agora que você vai ser empresário, vai precisar calcular seus lucros, que espero que sejam muito grandes”. 

Despediram-se com um abraço. 

Teriam chorado, mas o ambiente não facilitava. 

Tempos depois, o engenheiro foi visitar a empresa de reformas de seu amigo pedreiro e viu a calculadora sendo utilizada como peso para papéis. 

Ele riu e falou: “você usa a melhor calculadora do mercado como peso de papéis?” Era realmente estranha a situação. 

Um objeto da alta tecnologia sendo utilizado apenas como peso. 

O pedreiro, com ar de quem estava envergonhado, disse: “me perdoe, amigo, mas não tenho tantas contar para fazer e quando preciso, uma calculadora simples dá conta do recado. 

Essa que você me deu é fantástica, mas pra mim que sou simples, é muito complicada. 

O engenheiro riu quando lembrou que a colher que ele próprio havia recebido tinha sido lixada, pintada e servia como enfeite em uma prateleira em seu escritório. 

Nenhum dos dois objetos estava sendo utilizado em suas funções originais. 

Não haviam sido fabricados para o que estavam “fazendo” atualmente. 

Perderam o valor inicial, não serviam para mais nada além de “peso” ou de “enfeite”. 

Por mais que o pedreiro diga que a calculadora está sendo útil, ela não está sendo usada como calculadora, apenas como peso. 

Mesmo que o engenheiro afirme que o destino da colher é nobre, ela não está sendo útil como colher.

Essa história me faz pensar na minha função como professor. 

Qual é realmente nossa função? 

Antigamente era ensinar. 

Hoje sabemos que não basta. 

A real função de um professor, a única forma de ser útil e de se realizar como profissional é fazer aprender. 

Se um professor não faz aprender, serve apenas como peso, talvez um peso na vida de seus alunos. 

Se um professor não promove a aprendizagem, talvez esteja sendo apenas enfeite. 

Pode até ocupar espaço na escola, na sala de aula, ou na vida de seus alunos... mas de nada serve. 

Não há boa intenção nem bom coração que possam superar o sentimento de realização de sermos o que realmente somos: provocadores da aprendizagem. 

Isso nos realiza.
Marcos Meier é professor, psicólogo, escritor e palestrante.
Meditação.
Colaboração; Rita Cássia.

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