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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A Janela do Hospital.


Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto em um hospital.

Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões.

Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto.

O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo.

Eles conversavam muito.

Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias.

E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela.

O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro.

Ele dizia que da janela dava pra ver um parque com um lago bem legal.

Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos.

Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuíam todas as cores do arco-íris.

Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no céu da cidade.

Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava acena pitoresca.

Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu que havia um desfile na rua, embora ele não pudesse escutar a música, ele podia ver e descrever tudo.

Dias e semanas passaram-se.

Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto.

O homem que ficava perto da janela morreu pacificamente durante o seu sono a noite.

Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.

Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu a enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela.

A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável, o deixou sozinho no quarto.

Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela.

Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo.

Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu fazê-lo deparou-se com um muro todo branco.

Ele então perguntou a enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava pra ver um muro branco?

A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse.


Talvez ele só estivesse pensando em distraí-lo e alegrá-lo um pouco mais com suas histórias.
Pare e Pense

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Reflexão 05/02/2015

A melhor coisa desta terra e mais importante não é ter muitos bens materiais, o mais importante e melhor é ter Aquele que tem todas as riquezas deste mundo e que, no entanto abriu mão de toda riqueza e gloria para nos fazer rico com sua graça e  presença.
Pr. Bina.

A Glória do Burrinho

Era uma vez um burrinho.

Burrinho como os demais que viviam no pasto, e que prestavam serviços, quando necessitavam deles.

Um dia, houve grande festa naquela terra.

Era feriado.

Feriado nacional.

Comércio fechado.

Escolas sem aulas.

Tudo parado.

Nas avenidas principais daquela cidade, devidamente ornamentadas, aconteceria propagado desfile militar e escolar.

É que as joias, insígnias, bandeiras, medalhas, coroas que pertenceram ao rei daquele país seriam apresentadas ao povo, esparramado pelas calçadas.

Aí precisaram de um burrinho, que transportasse processionalmente, aqueles tesouros, que representavam história gloriosa daquela nação.

E o burrinho, de que lhes falo, foi apanhado, lá no pasto.

Colocaram régios arreios sobre seus lombos, ornamentos dourados que brilhavam ao sol.

Daquela manhã engalanada e festiva.

Encimando aqueles arreios, dispostas com muita arte e gosto, as preciosas joias reais.

No desfile militar, o pacato quadrúpede ocupava lugar de destaque, comandando a parada.

Rojões espocavam, a multidão aplaudia, a tropa se perfilava, numa alegria contagiante, que deslumbrava e emocionava.

Acabado o desfile, retiraram as joias que o burrinho carregava os arreios dourados, os adereços todos, e ele foi levado de volta ao pasto, sem maiores formalidades.

Lá chegando, o burrinho começou a conversar com os outros burricos, seus companheiros.

Disse ele, vaidoso: - Vocês viram o que me aconteceu?

Andei pelas avenidas da cidade, nesta manhã.

E quando eu passava, soltaram fogos e foguetes, houve aplausos de todos os lados, uma beleza: Até soldados perfilaram-se, em continência, enquanto bandas de música celebravam a festança.

Vejam como eu sou importante!

Vejam! Aí, um outro burrico, que ouvia aquela bazófia do companheiro gabola, desafiou-o: - Se você é tudo isso que está dizendo, tenha a coragem de retornar às avenidas, por onde passou. Vá.

Eu quero ver o que acontecerá!...

O burrinho vaidoso aceitou o desafio. Foi.

Mas quando ele passava, apesar da cadência de seu passo garboso, moleques atiraram-lhe pedras, populares enxotaram-no aos gritos, brandindo relhos e chicotes, numa correria bárbara.

Cansado, resfolegando, envergonhado, assustadíssimo, o burrico retornou ao pasto, onde encontrou seus amigos, que o receberam, com desprezo e com desdém.

- E agora, o que dizes? Perguntaram-lhe, com zombaria.
Então o burrinho vaidoso, cabisbaixo, filosofou: - É. É verdade.

Eu não tinha importância alguma.

Eu sou igualzinho aos outros burrinhos.

Só fui aplaudido enquanto carreguei as joias do rei...

Linda lição! Para nós.

Para cada um de nós, hoje.


Nela reflitamos, com humildade, na presença santíssima do Rei, de quem somos servos, tantas vezes inúteis...
Pare e Pense

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Reflexão 03/02/2015

Graças a Deus que a nossa esperança não se limita apenas as migalhas nesta terra, mas  existe a promessa que teremos muito mais com abundancia os banquetes celestiais preparado pelo Senhor a cada um dos seus.
Pr. Bina

Não Julgue Pelas Aparências!.

Um menino entrou numa loja de animais e perguntou o preço dos filhotes.

- Entre R$ 300,00 e R$500,00, respondeu o dono.

O garoto puxou, então, uns trocados do bolso e disse: - Mas, eu só tenho R$ 10,00...

Poderia ver os filhotes?

O dono da loja chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida por cinco bolinhas de pêlo.

Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando.

O menino apontou aquele bichinho e perguntou: - O que há de errado com ele?

O proprietário do estabelecimento explicou que ele tinha um problema no quadril e andaria daquele jeito para sempre.

A criança se animou e disse com enorme alegria no olhar: - Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!

O dono da loja estranhou...

- Não, você não vai querer comprar esse.

Mas, se quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.

O menino emudeceu... Olhou para o dono da loja e falou: - Eu não quero que você me dê aquele cachorrinho, pois ele vale tanto quanto qualquer um dos outros.

Vou pagar o preço que me for pedido.

Na verdade, eu lhe dou R$10,00 agora e R$ 1,00 por mês, até completar o valor total.

Surpreso, o dono da loja contestou: - Mas este cachorrinho nunca vai poder correr, pular e brincar com você como qualquer um dos outros...

Sério, o menino levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar. 

- Veja.


Eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso... 
Pare e Pense.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Reflexão 01/02;2015

Não temos nada que reivindicar de Deus pelo contrario recebemos seu perdão sem merecer e ainda nos convida a morar com Ele no céu, temos apenas que agradecer por ter um Deus tão grande e maravilhoso.
Pr. Bina

Elementos Femininos

   
Estava um mestre rodeado por seus pequenos alunos quando um deles perguntou: "Mestre, porque a beleza é representada por imagem de mulher?"

Pôs-se a dizer o Mestre: "Observe a natureza e veja que o belo nela se manifesta através de elementos femininos: Como seriam os céus sem as nuvens, a lua e as estrelas?

Como se mostraria o sol sem a luz?

O mar nos encantaria sem as águas e as ondas? 

Os desertos, como seriam sem as areias e as pedras?

Os bosques teriam perfume sem as árvores e as flores?

O dia prometeria repouso se não houvesse a noite?

Que força teria o fogo se não tivesse as chamas?

Que frescor teria o solo sem a relva?

Que alívio teríamos no verão se não caísse a chuva?

Qual a beleza do inverno que não apresenta a neve?

Haveria romance no outono sem as folhas sopradas pelo vento?

A primavera e suas flores não é a mais linda estação?

Nossos corpos se moveriam se neles não corresse a vida?

"O menino refletiu algum tempo e em seguida argumentou:"
Sim, são todos elementos femininos, mas o senhor não falou sobre a mulher...

Respondeu-lhe o Mestre: Mas vou falar-lhe sobre o coração:
Nele estão a alma, a paixão e a alegria.

Nele está a beleza da cantiga que acalanta o homem...... 


E sua melodia é sempre uma Mulher... 
Pare e Pense.

RADIO AGRADECER


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