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Versículo do Momento Para o Teu Coração

sábado, 20 de setembro de 2014

Reflexão 20/09/2014

“A mente é muito semelhante a um guarda-chuva; funciona melhor quando está aberta”
 (Del Tarr)

O Biscoito do Arrependimento

Conta-se de um evangelista que se deparou com um sujeito que veementemente negava ser um pecador. 

Ele escapulia de todas as tentativas do homem de Deus de convencê-lo de seus erros: 

- Eu sou um bom pai, um bom marido, um bom vizinho, um bom cidadão. 

Sou honesto e trabalhador. 

Cumpro minhas obrigações. 

Não tenho do que me arrepender! 

Em dado momento da conversa, o Espírito Santo sussurrou no ouvido do evangelista: 

"Pergunte para ele sobre o biscoito". 

Assustado, em pensamento, o crente questionou o Espírito Santo: "Biscoito? Que é isso meu Senhor?" 

E a voz do Espírito repetiu-se: "Obedeça-me. Pergunte-lhe sobre o biscoito".

Então, você não tem mesmo nenhum pecado? 

Não, sou um homem correto. 

Não tenho do que me arrepender! 

Bem, Deus manda-me fazer-lhe uma perguntar esquisita, eu não sei o que é, mas creio que você deve saber. 

O Espírito Santo de Deus pergunta: "- E o biscoito?" 

Uma facada no estômago não teria lhe causado dor maior. 

O homem se contraiu todo, lágrimas abundantes correram por seu rosto e ele começou a soluçar: 

- Bis-coito, que bis-coito? 

E o evangelista repetiu a pergunta. 

E o homem levou outro choque, ainda maior. 

E soluçava mais ainda: - Que bis-coi-to? Que bis-coi-to? 

Depois que conseguiu se acalmar, contou para o evangelista que quando ele era criança sua família era muito pobre e sua mãe mantinha os biscoitos à chave, pois a provisão devia durar um mês inteiro. 

Mas ele sabia onde a mãe escondia a chave e a pegava escondido, comia os biscoito e tornava a colocá-la no lugar. 

Um dia, desconfiada, sua mãe reuniu os filhos e "apertou-os", tentando descobrir o que estava acontecendo. 

Seus irmãos juraram para ela, às lagrimas, que não tinham nada a ver com isso. 

E ele não só negava ter sido o autor do roubo como ainda acusava seus irmãos e os xingava de falsos e fingidos. 

Anos depois, sua mãe veio a falecer e ele nunca teve coragem de confessar o seu pecado. 

Até aquele dia. 

Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. I João 1.10 
Autor desconhecido.
Pare e Pense

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Reflexão 19/09/2014

"As nossas necessidades nesses dias são de coisas supérfluas isso vem da carne, porém as nossas carências e necessidades a serem suprida está em Deus que vale pra toda vida, isso é uma necessidade espiritual."
Pr. Bina.

Você Realmente Crê Em Deus?

Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. 

Como queira a glória só pra si, resolveu subir sem companheiros. 

Durante a subida, foi ficando mais tarde e mais tarde e ele, para ganhar tempo, decidiu não acampar, sendo que continuou subindo... 

E, por fim, ficou escuro. 

A noite era muito densa naquela ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. 

Tudo era trevas, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens. 

Ao subir por um caminho estreito, a poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa. 

Naqueles breves segundos da sua queda, sua vida passava-lhe inteira à sua frente. 

Quando a morte já lhe era certa, de repente, um fortíssimo solavanco... 

Causado pelo esticar da corda à qual estava amarrado e que, por sorte, prendera-se às rochas. 

Nesse momento de solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, senão pedir socorro aos céus: - Meus Deus, ajude-me! 

De repente, uma voz vinda dos céus lhe pergunta: - Que queres que eu te faça? 

- Salva-me, meu Deus! Respondeu o alpinista. 
- Crês realmente que Eu posso salva-lo? 
- Sim, Senhor, eu creio. 
- Então, corta a corda! 

Depois de um profundo momento de silêncio, o alpinista agarrou-se ainda mais à corda. 

- Porque duvidas... não crês que eu posso salvá-lo? Insistiu a voz. 

– Se creres, verás a glória de Deus. 

Conta a equipe de resgate que, no outro dia, encontraram o alpinista morto, congelado, com as mãos firmemente agarradas à corda... a apenas dois metros do chão. 

“O Senhor nosso Deus nos segura pelas mãos e nos diz: Não temas, Eu te ajudo” – Isaías 41.13.
Pare e Pense.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Reflexão 18/09/2014


“Nós precisamos de ventos e tempestades para exercitar nossa fé, para arrancar o ramo podre da auto dependência e nos enraizar mais firmemente em Cristo”. 
Charles H. Spurgeon

Por Que Ir à Igreja?

Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir aos cultos todos os domingos. 

"Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões. 

Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maioria deles... 

Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles". 

Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para alegria do editor chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de um outro leitor: 

"Eu estou casado há mais de 30 anos. 

Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 3.000 refeições. 

Mas, por minha vida, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. 

Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos ou mortos. 

Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais". 

Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Mateus 4.4 
Autor desconhecido
Pare e Pense.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Reflexão 17/09/2014


O meu Deus segundo as suas riquezas e poder em gloria pode fazer infinitamente mais do que tudo que venhamos a pensar, Ele é tudo sobre todos.
Pr. Bina

Carta de Um Pai Para Seu Filho

Postado em PENSO EU... 

Escrever sobre pai é sempre complicado. 

Talvez seja porque muitas vezes não os compreendemos. 

Talvez seja porque não damos o devido valor que eles merecem. 

Mas a verdade é que ser pai é uma grande responsabilidade e um grande compromisso com o futuro. 

É preciso entender todo o mistério e toda a magia que o pai carrega em seus ombros. 

Seu papel na construção da família não pode e não deve ser passivo. 

O pai é o alicerce que sustenta toda a estrutura familiar. 

É ele o elo entre a razão e a emoção. 

Suas atitudes, seu modo de agir e, principalmente, seus exemplos são fundamentais na formação do caráter e do comportamento de seus filhos. 

Em homenagem aos pais escrevi esta pequena crônica que se intitula “Carta de um pai para seu filho”. 

Querido filho... 

Hoje resolvi escrever tudo o que penso e tudo o que sinto por você. 

Esses dias atrás foi o dia dos Pais e só agora começo a compreender realmente o valor dessa data. 

Acho que estou ficando velho demais... 

Eu sempre achei estas datas comemorativas tão comerciais, afinal para que um dia dos Pais se todos os dias deveriam ser dia dos pais, das mães, dos filhos, da família? 

Mas não é bem assim que as coisas acontecem. 

O tempo passa e com ele a distância entre nós vai aumentando. 

Você se tornou um homem e parece que eu não vi você crescer. 

Tento vagar pelas minhas lembranças e buscar onde foi que eu te perdi, mas não me lembro. 

Lembro muitas coisas, como por exemplo, o dia do seu nascimento, quando eu te vi pela primeira vez e achei que eu já tinha realizado todos os meus sonhos. 

Lembro-me do seu choro, das noites em claro, das dores na barriga. 

Lembro-me dos seus passinhos e de você começando a quebrar os enfeites da mamãe na estante. 

E desde aquela época eu já sonhava seus sonhos.

Imaginava você sendo astronauta, um grande médico, um cientista. 

Lembro-me do seu primeiro dia na escola, seus desenhos, suas primeiras artes... 

Sonhei que você seria engenheiro, professor, empresário de sucesso... 

Sei lá... foram tantos sonhos que eu até já me esqueci... 

E você foi crescendo, crescendo... 

E olho para sua foto hoje e percebo que ainda continuo sonhando por você. 

Que culpa tenho eu se só queria o melhor para você? 

Eu sei que muitas vezes fui um pai ausente, um pai chato e até mesmo um pai teimoso. 

Trabalhei muito para poder dar o que acreditava ser o melhor para nossa família. 

Sei que não foi muito, mas fiz o que podia. 

Juntei dinheiro para te dar estudo, conforto, um lar e acredito que consegui meu objetivo. 

Mas tenha a certeza meu filho, que nunca, em momento algum, eu fiz alguma coisa que eu achasse que seria prejudicial a você, mesmo que você não entendesse naquele momento. 

Eu sei que você queria ir às festas, nas baladas, sair tarde da noite sem hora para voltar. 

E muitas vezes eu disse não. 

Mas filho compreenda meus medos, meu temores, minha aflição. 

Eu só ouvia notícias de violência, de acidentes, de sequestro. 

Eu tinha medo por você. 

Eu simplesmente queria te proteger. 

Preocupava-me simplesmente porque te amava... 

É estranho escrever que te amo e perceber que nunca tive a coragem de te dizer isso pessoalmente. 

Quis ser seu herói como meu pai foi para mim, mas me esqueci de te perguntar se você me queria como herói. 

Quis ser seu protetor, mas esqueci de te falar que isso era por amor. 

Quis ser seu pai e esqueci-me de ser seu amigo. 

E agora o tempo passou! 

Já não sei se posso te abraçar, te beijar, te dizer que te amo. 

Sinto falta de tudo isso agora. 

Mas filho esteja você onde estiver, espero que você esteja feliz. 


Sei que você hoje tem família, compromissos, afinal você é muito importante. 

Faz muito tempo que não te vejo. 

Sinto-me só aqui. 

Talvez um dia você tenha tempo de me visitar. 

Enquanto isso eu fico aqui te esperando e te amando, como sempre te amei... 

Seu pai. 

Acho que não preciso dizer mais nada. 

Ponto final. 
Obs: Este artigo foi publicado na Revista OPs! - 5ª Edição - Agosto/2012
Pare e Pense

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Reflexão 16/09/2014

“Pregadores não convertidos irão pregar para congregações não convertidas” 
(Gordon Lindsay)

Carta de Um Velho Pai ao Seu Filho

Prov 6.20;23 
Meu amado filho. 

No dia em que este teu velho não for mais o mesmo, tem paciência e compreende-me. 

Quando derramar comida sobre a minha camisa e me esquecer como atar os meus sapatos, tem paciência comigo e lembra-te das horas em que passei a ensinar-te a fazer as mesmas coisas! 

Se quando conversares comigo, eu repetir as mesmas histórias, que já sabes como terminam, não me interrompas e escuta-me. 

Quando eras criança, para que dormisses, tive que te contar milhares de vezes a mesma história até que fechasses os olhinhos... 

Quando estivermos reunidos e sem querer fazer minhas necessidades, não fiques com vergonha. 

Compreende que não tenho culpa disso, pois já não posso controlar. 

Pensa, quantas vezes, pacientemente, troquei as tuas roupas para que estivesses sempre limpinho e cheiroso. 

Não me reproves se eu não quiser tomar banho, mas sejas paciente comigo. 

Lembra-te dos momentos em que te persegui e os mil pretextos que inventava pra te convencer a tomar banho. 

Quando me vires inútil e ignorante na frente de novas tecnologias que já não poderei entender, peço-te que me dês todo o tempo que seja necessário, e que não me censures com um sorriso sarcástico! 

Lembra-te que fui eu quem te ensinou tantas coisas. 

Comer, vestir e como enfrentar a vida tão bem como hoje o sabes fazer. 

Isso é resultado do meu esforço e de minha perseverança. 

Se em algum momento quando conversarmos, eu me esquecer do que estávamos a falar, tem paciência e ajuda-me a lembrar. 

Talvez a única coisa importante para mim naquele momento seja o fato de te ver perto de mim, dando-me atenção e não o que falávamos. 

Se alguma vez eu não quiser comer, que saibas insistir com carinho, assim como fiz contigo... 

Que também compreendas que com o tempo não terei dentes fortes, e nem agilidade para engolir... 

E quando minhas pernas falharem por estarem tão cansadas, e eu já não me conseguir equilibrar... 

Com ternura, dá-me tua mão para me apoiar, como eu o fiz quando tu começaste a caminhar com tuas perninhas tão frágeis. 

E se algum dia me ouvires dizer que não quero mais viver, não te aborreças comigo. 

Algum dia entenderás que isto não tem a ver com teu carinho ou com o quanto te amo... e compreendas que é difícil ver a vida abandonando aos poucos o meu corpo, e que é duro admitir que já não tenho mais vigor para correr ao teu lado, ou para tomar-te nos meus braços, como antes. 

Sempre quis o melhor para ti sempre me esforcei para que o teu mundo fosse mais confortável, mais belo, mais florido. 

E até quando me for, terei deixado para ti outra rota em outro tempo, mas estou certo de estar sempre presente em teu pensamento. 

Não te sintas triste ou impotente por me veres assim. 

Não me olhes com cara de pena. 

Dá-me apenas o teu coração, compreende-me e apoia-me como o fiz quando começaste a viver. 

Isso me dará muita força e muita coragem. 

Da mesma maneira que te acompanhei no inicio da tua jornada, peço-te que me acompanhes para terminar a minha. 

Trata-me com amor e paciência, e eu te devolverei sorrisos e gratidão, com o imenso amor que sempre tive por ti. 

Atenciosamente, Teu Velho. 
Transcrito Pr. Ubirajara Quintino Pastor Titular Igreja Evangélica Presbiteriana Ebenézer – Americana/SP.
Pare e Pense.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Reflexão 15/09/2014


“Deus torna-se real à humanidade quando Ele Se encarna em mulheres e homens santos” 
(Gordon Lindsay)

A Criança e o Farmacêutico

Dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior, João não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa, além do mundo material. 

Certo dia, quando ele já estava fechando a farmácia, chegou uma criança com um bilhete nas mãos, solicitando um remédio. 

Ele disse que já estava fechado, mas a criança, com lágrimas nos olhos, informou-o que que sua mãe estava muito mal e precisava com urgência daquela medicação.

Devido à insistência da menina, mesmo contrariado resolveu reabrir a farmácia e vender o remédio, mas, devido à sua insensibilidade e àquele nervosismo sem causa, não acendeu a luz e pegou um remédio errado, cujo efeito era exatamente o contrário do que aquela mulher precisava e, certamente, iria matá-la. 

Em pânico, tentou alcançar a criança, sem êxito. 

Voltou para a farmácia e, sem saber o que fazer, com a consciência pesada e com medo, muito medo - de ser processado ou até mesmo preso, de perder tudo o que levou a vida inteira para construir - instintivamente fez algo que nunca havia feito: ajoelhou-se e orou. 

Mesmo sendo um ateu, seu espírito o levou a buscar o Criador e clamar por ajuda. 

De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao se virar, deparou-se com a criança: 

Senhor, por favor, não brigue comigo, mas é que eu caí e quebrei o vidro do remédio. 

Dá pro senhor me dar outro?". 

Tendo, portanto, um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou os céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. 

Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas, sem pecado. 

Cheguemos confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim e sermos socorridos no momento oportuno - Hebreus 4.14-16. 
Autor Desconhecido
Pare e Pense

sábado, 13 de setembro de 2014

Reflexão 13/09/2014


“Nós devemos nos lembrar de que a fé só é fé quando não sentimos nada e não vimos nada”
 (Gordon Lindsay)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A Raposa e o Lenhador

Existiu um Lenhador que acordava as 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. 

Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. 

Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. 

Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. 

Os vizinhos do Lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável. 

Quando ela sentisse fome comeria a criança. 

O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. 

A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: - "Lenhador abra os olhos! 

A Raposa vai comer seu filho." - "Quando sentir fome, comerá seu filho!" 

Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários - ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada ... 

O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa... 

Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta ... 

O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos. 

Se você confia em alguém e já orou e perguntou a Deus sobre isto e Ele confirmou , não importa o que os outros pensem a respeito e siga sempre o que diz seu coração , pois é lá que o Senhor vai falar e lhe mostrar . 

Não se deixe influenciar...
Pare e Pense.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Reflexão 11/09/2014

“Orar não é implorar a Deus que faça algo que Ele está pouco inclinado a fazer. Não se trata de vencer a relutância de deus. É forçar a vitória de Jesus sobre Satanás”
 (Paul E. Billheimer)

A Loja de Deus

Entrei e vi um Anjo no balcão. 

Maravilhado, disse-lhe: - Santo Anjo do Senhor, o que vendes? 

Respondeu-me: - Todos os dons de Deus. 

Perguntei: - Custa muito? 

Respondeu-me: - Não, é tudo de graça. 

Contemplei a loja e vi jarros com sabedoria, vidros com fé, pacotes com esperança, caixinhas com salvação, potes com amor. 

Tomei coragem e pedi: - Por favor, Santo Anjo, quero muito amor, todo o perdão, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para minha família também. 

Então o Anjo do Senhor preparou-me um pequeno embrulho, tão pequeno, que cabia na palma da minha mão. 

Maravilhado, mais uma vez, disse-lhe: - É possível tudo estar aqui? 

O Anjo respondeu-me sorrindo: - Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos. 

Apenas sementes.
Pare e Pense.

Rádio Keraz Gospel

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