Seja Bem-Vindo ao Nosso Blog Deus Ainda Fala!!! Já Falou Com Deus Hoje? Já Ouviu a Sua Voz? Obrigado Pela Visita Volte Mais Vezes ao Nosso Blog!!! Deus o Abençoe Sempre Em Nome de Jesus e Saiba Que Uma Nova História Deus Tem Pra você e o Melhor de Deus Está Por Vir

te

Siga Este Blog...

Versículo do Momento Para o Teu Coração

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O Galo Velho e o Galo Novo.


Na fazenda do Sr. Arlindo não havia grandes plantações, mas no terreiro, atrás da casa, tinha uma vasta criação de galinhas, que dava gosto de ver.

Os ovos eram uma beleza!

Não como esses que se encontram nas granjas e aviários, mas aqueles de gema amarelinha, saborosíssimos.

O "Seu Arlindo" tinha inúmeras galinhas, mas um só galo.

Era o velho Bastião, que reinava soberano no terreiro, já com muitos anos de bons serviços prestados.

Tudo corria em muita paz, até que chegou na fazenda um galo jovem, de bico grande, chamado Fincudo.

É claro que o "clima" não tardou a ferver.

Bastião e Fincudo não podiam nem se ver.

Ainda que as galinhas fossem muitas, cada um dos galos queria reinar com absoluta soberania, o que significava que um dos dois tinha de partir.

Em diálogo, nem pensar!

A coisa tinha de ser resolvida na força, numa "briga de galo".

A briga foi ferrenha.

Os dois se "pegaram" na porta do galinheiro e foram se bicando e pulando de um canto a outro do terreiro.

As galinhas cacarejavam loucamente para todo lado.

A confusão era total, até que algum tempo depois, o velho Bastião, já cansado, deu-se por vencido.

Fincudo era só orgulho.

Deu uma olhada de ponta a ponta no terreiro e sua crista estava mais em pé do que nunca.

Um momento de conquista como esse tinha de ser comemorado "em grande estilo".

Nada mais adequado do que cantar de galo, lá de cima do telhado.

Fincudo subiu em cima da cerca, de lá pulou para o telhado da varanda, que era mais baixo e, não satisfeito, de lá voou para o alto do telhado principal da sede da fazenda.

O jovem galináceo estufou o peito e soltou: "Có có có có!"

O som foi tão alto que chamou a atenção de um gavião que voava por perto.

A ave bateu forte suas asas e, num voo rasante e fulminante, arrebatou Fincudo do telhado, levando-o em suas garras possantes.

E lá se foi o pobre galo, infeliz, para ser devorado, não se sabe onde, enquanto o velho Bastião reassumia suas funções novamente.

A fábula do galo Fincudo mostra, em sua simplicidade, uma lição de incalculável valor.

O que se exalta a si mesmo será, com certeza, abatido.
Não escapará nem um sequer.

Esse é o caminho mais rápido e mais antigo para a desgraça.

Foi inaugurado há muitos anos pelo próprio Satanás, mas, infelizmente, essa velha e maldita estrada continua muito movimentada.

É estrada de mão única, que só desce!
Pare e Pense.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Reflexão 22\01\2015

É justamente na dor e no fracasso que podemos experimentar o poder de Cristo sobre as nossas vidas nos levantando para vivermos uma nova história.
Pr. Bina

O Vendedor de Balões

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. 

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões. 

Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões. 

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. 

Todos foram subindo até sumirem de vista. 

O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas… 

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. 

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou: – Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros? 

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse: – Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.
Pare e Pense

domingo, 18 de janeiro de 2015

Reflexão 18\01\2015

O medo de enfrentar os problemas, e os fatos reais da vida nos coloca na condição de perdedores, por não sermos ousados e determinados diante das adversidades da vida.
Pr. Bina 

Acredite Que Você Pode

Muitas vezes perdemos oportunidades por não acreditarmos que podemos ir mais longe, como quando as coisas não saem de acordo com o esperado, ou quando seu tempo foge entre suas mãos e nada dá certo. 

E agora, o que fazer? 

Agora é o momento de agir. 

Desafie a si mesma e faça do tempo o seu aliado, coloque para fora as suas qualidades e use suas habilidades, assim você pode fazer a diferença nesse exato momento. 

Acredite que você pode ser mais, se dar mais. 

Creia no seu sucesso e não crie obstáculos em sua mente, mas comece a agir! 

Você tem talento, só precisa exercitá-los. 

Não deixe que o medo de errar te detenha e te faça parar no tempo, mas seja corajosa, acredite no seu potencial! 

A melhor hora para tomar atitudes, para mudar as coisas e fazer tudo dar certo é quando tudo está indo contra você, pois o melhor impulso para falta de coragem é a ação. 

Não fique sentada se lamentando, levante-se e faça algo!

Use esse tempo difícil a seu favor, faça tudo novo e acredite que você pode sair dessa e seguir em frente para uma vida de grandes conquistas. 

Tudo passará a dar certo, quando você começar a entender que o que você determinar você poderá alcançar, basta acreditar em si mesma. 

Saiba que suas ações no seu tempo determinam o seu futuro, pois as melhores conquistas acontecem quando agimos com atitudes corajosas em situações desencorajantes. 

O que você pode fazer, nesse exato momento, para chegar mais longe? 

Acredite em você e comece a agir, já. 
Pare e Pense

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Reflexão 13\01\2015

O nosso amor a Deus tem que ser além dos bens materiais que Ele nos concede todos os dias e no final dos tempos, a vida eterna Ele nos garante.
Pr. Bina

Ao Pé do Farol

"Os pais fazem dos filhos, involuntariamente, algo semelhante a eles, a isso denominam “educação”, nenhuma mãe duvida, no fundo do coração, que ao ter seu filho pariu uma propriedade; nenhum pai discute o direito de submeter o filho aos seus conceitos e valorações." (Friedrich Nietzsche) 

Li, certa vez que, ao pé do Farol, não há luz. 

Mas, e o que dizer, quando falamos não de uma proximidade geográfica, mas emocional, como na relação entre pai e filho, por exemplo? 

Somente hoje, distante de meu pai, vejo o suficiente para enxergar, com relativa nitidez, a luz de seu Farol e para compreender a liberdade acolhedora de seu amor que, à época, eu percebia como sufocante e limitador. 

Foi preciso jogar-me ao mar, navegar nas ondas e intempéries daquilo a que chamamos vida, para vislumbrar não somente em que me tornei, mas também para reconhecer a segurança do porto de onde parti. 

Só assim pude entender não apenas o que hoje sou, mas de que raízes brotei... 

Lembro-me de, quando jovem, ter dado a meu pai um livro do genial poeta Kahlil Gibran. 

No capítulo "Dos Filhos", Gibran escreve: "Vossos filhos não são vossos filhos. São filhos e filhas da ânsia da vida por si mesma." Eu, como todo jovem, clamava por liberdade. 

E,como jovem, ignorante e esquecido dos perigos do desconhecido, enxergava apenas o mar que à minha frente se expandia. 

Dar o livro a meu pai era como dizer a ele: "me deixa viver, me conceda a liberdade plena da experiência." 

Lembro que toda vez que discutíamos sobre liberdade ele me falava dos perigos que a vida nos reserva. 

Mas eu, que estava ao pé do Farol, enxergava apenas a beleza do horizonte e meus olhos não percebiam a dureza do percurso... 

Hoje sou pai. 

Os filhos crescem, amadurecem, e percebo que, como muitos pais, continuo a tratá-los como se tivessem sempre a mesma idade, a mesma mentalidade, as mesmas fraquezas... 

Como hoje eu entendo que, para aprender a navegar, precisamos desafiar os tormentos e as borrascas do mar, é chegada a hora de aceitar um dos inevitáveis desígnios da vida: se nossos filhos estão ao pé do Farol, eles só poderão ver a luz se entrarem mar adentro... 

E o melhor que podemos fazer, é desejar-lhes boa viagem. 

Desconheço o Autor. 

E torcer para que carreguem consigo um pouco de suas raízes. 

"Acreditar que basta ter filhos para ser um pai é tão absurdo quanto acreditar que basta ter instrumentos para ser músico." (Mansour Chalita) 

"Os filhos são educados como se fossem ficar toda a vida filhos, sem nunca se pensar que eles se tornarão em pais." (August Strindberg)

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Reflexão 30/12/2014

Deus não rejeita a oração do justo, pois quando ele ora, Deus trabalha em seu favor, basta apenas o justo orar e deixar Deus fazer o que precisa para o justo vencer.
Pr. Bina

Os Três Desejos.



No alto de uma montanha, havia três pequenas árvores, que sonhavam o que seriam quando crescessem. 

A primeira olhando para as estrelas, disse: "Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. 

Para tal, até me disponho a ser cortada". 

A segunda, olhando para o riacho que corria ali perto, suspirou: "Eu quero ser um grande navio e transportar reis e rainhas.

Assim sendo, até aceito ser cortada". 

A terceira árvore, olhou o vale e disse: "Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que quando as pessoas, ao olharem pra mim, levantem seus olhos e vejam o céu e assim, também pensem em DEUS".   

Anos se passaram e certo dia, quando elas já estavam altas e fortes, vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam. 

Mas, como lenhadores não costumam ouvir árvores falando e nem entendem seus sonhos, a primeira árvore acabou sendo transformada em um coxo de animais, coberta de feno. 

A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando gente pobre e peixes todos os dias. 

E, a terceira acabou sendo cortada em grossas vigas ecolocada de lado em um depósito. 

E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes: " Para que isso?" 

Mas, numa certa noite cheia de estrelas e luz, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém nascido naquele coxo de animais. 

E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. 

Passaram-se dezenas de anos e, a segunda árvore um belo dia transportou um homem que acabou dormindo num pequeno barco. 

Mas, quando uma tempestade estava quase afundando a embarcação esse homem disse: "Paz!" 

E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o rei da terra e do céu. 

Apenas alguns anos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e, um homem pregado nela. 

Sentiu-se horrível e cruel. 

Mas, no domingo seguinte o mundo viu a ressurreição desse homem e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado "Aquele" que veio para salvara a humanidade, e que as pessoas se lembrariam de DEUS e de Seu Filho JESUS CRISTO, ao olharem para ela.

As três árvores haviam visto seus desejos se tornarem realidade, mas de uma proporção tal, que jamais ousaram sonhar. 

Que todos os nossos sonhos sejam assim! 

Ambiciosos, na intenção de vermos realizados em nós, a vontade de DEUS.
Pare e Pense

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Reflexão 29/12/2014

O ser humano não é obra do acaso e nem tão pouco segundo a teoria da evolução que diz que veio do macaco. 
O  ser humano sim é obra própria e primícia do Deus vivo, projetado nos céus para viver por um tempo aqui na terra.
Pr. Bina 

A Boneca e a Rosa Branca.


Apressada, entrei em um shopping center para comprar alguns presentes de última hora para o Natal.

Olhei para toda aquela gente ao meu redor e me incomodei um pouco. "Ficarei aqui uma eternidade; com tantas coisas para fazer", pensei.

O Natal já havia se transformado quase em uma doença.

Estava pensando em dormir enquanto durasse o Natal.

Mas me apressei o máximo que pude por entre as pessoas que estavam no shopping.

Entrei numa loja de brinquedos.

Mais uma vez me surpreendi reclamando para mim mesma sobre os preços.

Perguntei-me se os meus netos realmente brincariam com aquilo.

Parti para a seção de bonecas.

Em uma esquina encontrei um menino de aproximadamente 5 anos segurando uma boneca bem cara.

Estava tocando seus cabelos e a segurava com muito carinho.

Não pude me conter; fiquei olhando para ele fixamente e perguntava-me para quem seria a boneca que ele segurava com tanto apreço, quando dele se aproximou uma mulher que ele chamou de tia.

O menino lhe perguntou: "Sabe que não tenho dinheiro suficiente?".

E a mulher lhe falou com um tom impaciente: "Você sabe que não tem dinheiro suficiente para comprá-la".

A mulher disse ao menino que permanecesse onde estava enquanto ela buscava outras coisas que lhe faltavam.

O menino continuou segurando a boneca.

Depois de um tempo, me aproximei e perguntei-lhe para quem era a boneca.

Ele respondeu: "Esta é a boneca que minha irmãzinha tanto queria ganhar no Natal".

Ela estava certa de que Papai Noel iria trazê-la.

Então eu disse ao o menino que o Papai Noel a traria.

Mas ele me disse: "Não, Papai Noel não pode ir aonde minha irmãzinha está. Eu tenho que entregá-la à minha mãe para que ela leve até a minha irmãzinha".

Então eu lhe perguntei onde estava a sua irmã.

O menino, com uma feição triste, falou: "Ela se foi com Jesus. Meu pai me disse que a mamãe irá encontrar-se com ela".

Meu coração quase parou de bater.

Voltei a olhar para o menino.

Ele continuou: "Pedi ao papai para falar para a mamãe para que ela não se vá ainda. 

Para pedir-lhe para esperar até que eu volte do shopping".

O menino me perguntou se eu gostaria de ver a sua foto e respondi-lhe que adoraria.

Então, ele tirou do seu bolso algumas fotografias que tinham sido tiradas em frente ao shopping e me disse: Vou pedir para o papai levar estas fotos para que a minha mãe nunca se esqueça de mim.

Gosto muito da minha mãe, não queria que ela partisse.

Mas o papai disse que ela tem que ir encontrar a minha irmãzinha.

Me dei conta de que o menino havia baixado a cabeça e ficado muito calado.

Enquanto ele não olhava, coloquei a mão na minha carteira e retirei algumas notas.

Pedi ao menino para que contasse o dinheiro novamente.

Ele se entusiasmou muito e comentou: "Eu sei que é suficiente".

E começou a contar o dinheiro outra vez.

O dinheiro agora era suficiente para pagar a boneca.

O menino, em uma voz suave, comentou: "Graças a Jesus por dar-me dinheiro suficiente".
Ele falou ainda: Eu acabei de pedir a Jesus que me desse dinheiro suficiente para que eu comprar esta boneca para a mamãe levar até a minha irmãzinha.

E Ele ouviu a minha oração.

Eu queria pedir-Lhe dinheiro suficiente para comprar uma rosa branca para a minha mãe também, mas não o fiz.

Mas Ele acaba de me dar o bastante para a boneca da minha irmãzinha e para a rosa da minha mãe.

Ela gosta muito de rosas brancas...

Em alguns minutos a sua tia voltou e eu, despercebidamente, fui embora.

Enquanto terminava as minhas compras, com um espírito muito diferente de quando havia começado, não conseguia deixar de pensar naquele menino.

Segui pensando em uma história que havia lido dias antes num jornal, a respeito de um acidente, causado por um condutor alcoolizado, no qual uma menininha falecera e sua mãe ficara em estado grave.

A família estava discutindo se deveria ou não manter a mulher com vida artificial.

Logo me dei conta de que aquele menino pertencia a essa família.

Dois dias mais tarde li no jornal que a mulher do acidente havia sido removida das máquinas que a mantinham viva e morrido.

Não conseguia tirar o menino da minha mente.

Mais tarde, comprei um buquê de rosas brancas e as levei ao funeral onde estava o corpo da mulher.

E ali estava; a mulher do jornal, com uma rosa branca em uma de suas mãos, uma linda boneca na outra, e a foto de seu filho no shopping.

Eu chorava e chorava...

Minha vida havia mudado para sempre.


O amor daquele menino pela sua mãe e irmã era enorme.
Pare e Pense

domingo, 28 de dezembro de 2014

Reflexão 28\12\2014

A maior de todas as promessas não é aquela que um grande politico faz e sim a que o Filho de Deus nos fez que voltará para nos levar com Ele.
Pr. Bina

A História de Rosa

No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou aos alunos, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda. 

Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. 

Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim. 

Um sorriso lindo que iluminava todo o seu ser. 

Ela disse: “Ei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade. Posso te dar um abraço?” 

Eu ri, e respondi entusiasticamente: “É claro que pode!”, e ela me deu um gigantesco apertão. 

Não resisti e perguntei-lhe: “Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?”, e ela respondeu brincalhona: “Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar”. 

“Está brincando”, eu disse. 

Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: “Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!” 

Após a aula nós caminhamos para o prédio da união dos estudantes, e dividimos um milk shake de chocolate. 

Nos tornamos amigos instantaneamente. 

Todos os dias nos próximos três meses nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar. 

Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela “máquina do tempo” compartilhar sua experiência e sabedoria comigo. 

No decurso de um ano, Rosa tornou-se um ícone no campus universitário, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse. 

Ela adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. 

Ela estava curtindo a vida! 

No fim do semestre nós convidamos Rosa para falar no nosso banquete de futebol. 

Jamais esquecerei o que ela nos ensinou. 

Ela foi apresentada e se aproximou do podium. 

Quando ela começou a ler a sua fala, já preparada, deixou cair três, das cinco folhas no chão. 

Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente: “Desculpem-me, eu estou tão nervosa! 

Eu não conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então deixem-me apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei”. 

Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou: Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. 

Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir o sucesso. 

Primeiro, você precisa rir e encontrar humor em cada dia. 

Segundo, você precisa ter um sonho. 

Quando você perde seus sonhos, você morre. 

Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam! 

Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer... 

Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos. 

Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. 

Qualquer um, mais cedo ou mais tarde ficará mais velho. 

Isso não exige talento nem habilidade, é uma conseqüência natural da vida. 

A ideia é crescer através das oportunidades. 

E por último, não tenha remorsos. 

Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. 

As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que tem remorso”. 

Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente “A Rosa”. 

Ela desafiou a cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária. 

No fim do ano Rosa terminou o último ano da faculdade que começara há tantos anos. 

Uma semana depois da formatura, Rosa morreu tranquilamente em seu sono. 

Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser, se realmente desejar. 

Lembre-se: Envelhecer é inevitável, mas crescer é opcional!
Pare e Pense

sábado, 27 de dezembro de 2014

Reflexão 27/12/2014

O homem precisa entender que foi criando por Deus e nada do que foi feito se fez, portanto precisamos e somos totalmente dependentes da graça e favor imerecidos de Deus.
Pr. Bina

A Parábola dos Dois Mares


Na Palestina existem dois mares.

Um é doce, e em suas águas abundam os peixes; prados, bosques e jardins enfeitam suas margens.

As árvores estendem sobre ele seus ramos, e avançam suas raízes sedentas para beberas águas saudáveis.

Em suas praias brincam aos grupos as crianças como o faziam quando Jesus ali estava.

Ele amava este mar.

Contemplando sua prateada superfície, muitas vezes ensinou suas parábolas. 

Num vale vizinho deu de comer a cinco mil pessoas com cinco pães e dois peixes.

As cristalinas águas espumantes de um braço do Jordão, que descem saltitando dos cerros, formam este mar que ri e canta sob a carícia do sol.

Os homens edificam suas casas perto dele e os pássaros seus ninhos.

E tudo que ali vive é feliz só por estar às suas margens.

O Jordão desemboca ao sul em outro mar.

Ali não há movimento de peixes, nem sussurro de folha, nem canto de pássaros, nem risos infantis.

Os viajantes evitam essa rota, a menos que a urgência de seus negócios os obrigue a segui-la. 

Uma atmosfera densa paira sob as águas desse mar que nem o homem, nem a beta, nem a ave bebem jamais.

A que se deve esta enorme diferença entre dois mares vizinhos?

Não se deve ao rio Jordão; tão boa é a água que lança num como o outro.

Também não se deve ao solo que lhes serve de leito e nem às terras que os circundam.

A diferença se deve a isto: o mar da Galileia recebe as águas do rio Jordão, mas não as retém ou as conservas em seu poder.

Para cada gota que entra, sei uma gota.

O dar e receber se cumprem ali em idêntica medida.

O outro mar é avaro e retém com ciúmes o que recebe.

Jamais é tentado por qualquer impulso generoso.

Cada gota que ali cai, ali permanece.

O Mar da Galileia dá e vive.


O outro não dá nada. Chama-se Mar Morto.
Pare e Pense

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Rádio Keraz Gospel

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Gostou? Então, Indique-nos a Um (a) Amigo (a)

Seu nome
Seu email
Nome do seu amigo
E-mail do seu amigo

Como Está o Mundo Agora?