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Versículo do Momento Para o Teu Coração

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Reflexão 13/07/2015

Se você não passar pelo deserto da vida certamente não estará hábil para receber o melhor que Deus tem pra te dá.
Pr. Bina

A Parábola da Rosa.

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.

Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou.

Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?

Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.

Assim é com muitas pessoas.

Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.

Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.

Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.

Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.

Nós nunca percebemos o nosso potencial.

Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.

Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.

Esta é a característica do amor - olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.

Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.

Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos.


Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Pare e Pense.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Reflexão 06/07/2015


Nós nos decepcionamos muito por fazermos tudo ao contrario; de confiarmos no homem e não aceitar a direção de Deus sobre nossas vidas. Mude esse seu pensamento contrario e viverá melhor...
Pr. Bina

A Parábola dos Filhos Cobiçosos.

Havia uma vez um lavrador generoso e muito trabalhador que tinha vários filhos, todos preguiçosos e cheios de cobiça.

Em seu leito de morte, o velho lavrador lhes disse que encontrariam seu tesouro se viessem a cavar num lugar determinado.

Assim que o lavrador morreu, seus filhos correram para o campo, que escavaram de ponta a ponta, com ânsia e desespero crescentes ao não encontrar o ouro no trecho indicado.

Não encontraram o que buscavam.

Imaginando então que por ser muito generoso, o pai distribuíra seu ouro em vida, 
desistiram da busca.

Por fim, pensaram que, já que a terra fora revolvida, poderiam plantar alia algum cereal.

Assim plantaram trigo, que cresceu e deu abundante safra.

Eles venderam o produto da colheita e tiveram um ano de prosperidade.

Concluída a colheita, os filhos do lavrador pensaram novamente na remota possibilidade de que o ouro talvez lhes tivesse passado despercebido.

E foram cavar de novo em suas terras, mas sem resultado.

Transcorridos alguns anos eles acostumaram-se a semear e colher, seguindo o curso das estações, algo que não tinham aprendido antes.

Foi então que compreenderam a razão pela qual seu pai usara aquele expediente para discipliná-los, e se converteram em lavradores honestos e contentes com sua condição.

Finalmente se deram conta de que possuíam riqueza suficiente para não precisarem se interessar pelo tesouro escondido.

Dá-se o mesmo com o ensinamento acerca da maneira de entender o destino humano e o significado da vida.


O professor, ao defrontar-se com a impaciência, a confusão e ansiedade dos estudantes, deve encaminhá-los para uma atividade que ele sabe ser instrutiva e benéfica para eles, mas cuja verdadeira função e objetivo com frequência lhes permanecem ocultos devido a sua própria inexperiência.
Pare e Pense.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Reflexão 01/07/2015

Nem sempre os bons conselhos significa que seja a vontade de Deus, precisamos está sempre em comunhão com Deus e pedir-lhe sinais para sermos direcionarmos segundo o seu querer e realizar.
Pr. Bina

O Resto.

Uma jovem que era constantemente advertida por sua mãe para que buscasse a Cristo antes que fosse tarde demais, um dia respondeu-lhe com impaciência: "Eu vou, mas não agora. 

Agora é meu tempo de curtir a juventude".

Quando o pastor um dia visitou essa família, aquela mãe piedosa falou sobre a atitude da filha.

O pastor estava tomando um cafezinho quando a filha entrou na sala.

Educadamente, ofereceu-lhe a sua xícara com um restinho de café no fundo, dizendo: você pode beber o resto, pois eu não quero mais...

Ela se ofendeu, respondendo: "O senhor está sendo grosseiro em me oferecer o que o senhor mesmo não quer mais".

Depois de um pequeno silêncio, o pastor disse: "Mas, filha, não é isso que você pretende oferecer a Deus?"


A lição pastoral atingiu-lhe o coração.
Pare e Pense.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

O Castor e o Dique

Um certo castor estava querendo montar sua casa.

Andou em várias direções, procurando o melhor lugar.

Encontrou um velho tronco de árvore, com um grande buraco, onde havia espaço para ele e sua esposa passarem o longo inverno que se aproximava.

Ele pensou: - Aqui é o lugar ideal.

Não precisarei trabalhar muito, pois o lugar está pronto.

Mas, ao entrar naquele buraco, viu que dentro dele havia uma grande colmeia e, assim que as abelhas o virão, logo voaram em sua direção, enchendo-o de picadas.

Assustado, ele continuou caminhando até encontrar uma caverna em meio às rochas.

Novamente pensou: - Aqui é melhor do que o tronco da árvore.

E mais espaçoso e não terei trabalho algum para montar aqui a minha casa.

E logo foi entrando.

Mas, de repente, notou que havia alguém lá dentro.

Antes que pudesse acostumar seus olhos com o escuro do interior da caverna, foi surpreendido por um grande barulho.

Assustado, correu para fora, seguido por um grande urso, que ali se preparava para hibernar.

Cansado e frustrado, ele correu até chegar à beira de um grande e bonito lago.

Mas ele estava tão mal que nem percebeu a beleza que o cercava.

Bebeu um pouco de água e pensou: - Pobre de mim.

Não encontrei nenhum lugar para passar o inverno, e só me sobrou este lago.

Mas quem seria louco o suficiente de querer passar o inverno tão perto destas águas frias?

Foi aí que teve uma ideia: iria construir um dique e ali faria sua casa.

E foi o que fez.

Após semanas de trabalho ele concluiu sua obra.

Sua casa ficou no meio do lago, protegida pelo dique.

Estava cansado, mas feliz.

Sabia que as frias águas não poderiam perturbá-lo e, ao mesmo tempo, seriam uma proteção contra todos aqueles que quisessem fazer-lhe mal.

Na vida cristã, muitas vezes, queremos a aparente segurança dos troncos ocos e das cavernas, onde não precisamos nos esforçar, mas não percebemos que estes locais escondem grandes perigos para nós.

Nesta hora, temos que seguir a direção de Deus, e pode ser que Ele nos leve para lugares aparentemente ruins, como as águas frias do lago.

Mas se Ele nos dirige para lá é para que aprendamos que a vitória só se conquista quando conseguimos enfrentar com o nosso trabalho as adversidades, usando-as como proteção contra nossos inimigos.

Nesta hora, veremos que valeu a pena todo esforço e que estamos realmente seguros e protegidos contra todas as forças que quiserem nos destruir.


E ai poderemos contemplar toda a beleza que está ao redor das águas frias do lago e poderemos nos alegrar por vermos que o Deus que nos levou até ali está ao nosso lado, protegendo-nos de uma forma que nunca imaginamos. 
Pare e Pense

sábado, 20 de junho de 2015

Reflexão 20/06/2015

Quando conhecemos a Deus não apenas de palavra, mas no nosso intimo, sentimos a necessidade de Cristo ser anunciado, pois haverá uma plena preocupação por outras vidas tonarem intimas de Jesus Cristo.
Pr. Bina

Solte as Amarras.

Você já pensou porque o elefante, um animal enorme, fica preso a uma corda frágil que, com poucos esforços ele arrebentaria?

Isso ocorre porque o homem usa um meio eficaz de submetê-lo, quando o elefante ainda é um bebê e desconhece a força que tem.

Preso a uma corda, o bebê elefante tenta escapar.

Fazes forças, se debate, se machuca, mas não consegue arrebentar as amarras.

A cena se repete por alguns anos.

As tentativas de libertar-se são inúteis.

O elefante desiste.

Vencido pelas amarras, ele acredita que todos os seus esforços serão inúteis, para sempre.


Assim é que, depois de adulto, o gigante fica preso a uma fina corda que ele poderia romper com esforços insignificantes. 
Pare e Pense

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Reflexão 10/06/2015

 Nada pode ser comparado com a grande e maravilhosa grandeza de toda a Eternidade que Deus tem preparado para cada um dos seus escolhidos. 
Pr. Bina

Rádio Keraz Gospel

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