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Versículo do Momento Para o Teu Coração

quarta-feira, 4 de março de 2015

Reflexão 04\03\2015

Sabemos que os problemas, provações e as muralhas virão pra tentar nos intimidar, mas sabemos que não existem barreiras que detenhas os eleitos de Deus, por que Deus cuida de cada um dos seus, não livrando do problema mas livrando no problema. 
Pr. Bina

Deus Ainda Fala Com As Pessoas

Um Jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Quarta-feira.

O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer à palavra do Senhor.

O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as pessoas?".

Após a pregação ele saiu para um lanche com os amigos e eles discutiram a mensagem.

De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.

Era aproximadamente 10 horas quando o jovem começou a dirigir-se para casa.

Sentado no seu carro, ele começou a pedir Deus!

Se ainda falas com as pessoas, fale comigo.

Eu irei ouvi-lo.

Farei tudo para obedecê-lo.

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: "Pare e compre um galão de leite".

Ele balançou a cabeça e falou alto Deus é o Senhor?

Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.

Porém, novamente, surgiu o pensamento "compre um galão de leite".

O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Ele. “Muito bem, Deus”!

No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite.

Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil.

Ele ainda poderia também usar o leite.

O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.

Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido "Vire naquela rua".

Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno.

Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua.

No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.

Meio brincalhão, ele falou alto "Muito bem, Deus. Eu farei".

Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.

Ele brecou e olhou em volta.

Era uma área mista de comércio e residências.

Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.

Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estava escura, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.

Novamente, ele sentiu algo, "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua".

O jovem olhou a casa.

Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. "Senhor, isso é loucura."

Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?

Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.

Finalmente, ele abriu a porta, “Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas”.

Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem.

Eu quero ser obediente. “Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.

Ele atravessou a rua e tocou a campainha.

Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.

A voz de um homem soou alto: Quem está aí? O que você quer?

A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.

Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.

Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira.

O que é? O jovem entregou-lhe o galão de leite. "Comprei isto para vocês".

O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.

Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.
O homem seguia-a segurando nos braços uma criança que chorava.

Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando Nós oramos.

Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado.

Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.

“Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”.

Sua esposa gritou lá da cozinha: “Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco”... 

Você é um anjo?

O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.

Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face.

Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos.


Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus? Deus Ainda Fala.
Pare e Pense.

terça-feira, 3 de março de 2015

Reflexão 03/03/2015

Precisamos está escondidos não apenas de satanás e nem do mundo mas do nossos vícios que nos acorrenta e tenta nos matar e que tem sido uma luta constante e sem trégua, a unica maneira de nos libertar e mantemos-nos escondido e protegido somente na na pessoa de Jesus Cristo de Nazaré, Ele nos guarda e livra-nos de todo mal tirando de nós todo desejo carnal.
Pr. Bina 

Os Pássaros Brancos.

Houve certa vez um homem que sonhou acordado.

Pareceu-lhe que estava em uma igreja espaçosa.

Havia entrado ali de forma quase casual, com o fim de orar.

Depois de orar permaneceu de joelhos, com os olhos abertos, contemplando as belezas do velho edifício, e descansando no silêncio.

A intervalos, no grande edifício via-se as silhuetas de pessoas silenciosas em oração.

Do outro lado da penumbra do santuário e dos corredores, os raios de luz penetravam na igreja pelas janelas superiores.

Mais além, uma porta lateral aberta deixava que entrasse o ar de verão com seu perfume de flores e pasto.

Ao longe, o espetáculo de árvores mexidas pelo vento e no horizonte uma cadeia de montanhas azuis, imprecisas e distantes como uma terra encantada.

O homem desviou seu olhar do agradável mundo exterior, e começou a contemplar a igreja de novo.

De repente, perto de onde estava de joelhos, se ouviu um suave rumor de asas, e um passarinho branco entrou revoando pelo imenso santuário.

Voava de um modo inseguro de lado para outro, e, em várias ocasiões parecia que ia cair no piso.

Porém, paulatinamente, foi juntando forças, se elevou até o teto e finalmente, com um resoluto bater de asas perfilou-se para cima e saiu por uma das janelas abertas à luz do sol.

O forasteiro olhou de novo para as pessoas ajoelhadas em distintos lugares do edifício, e notou o que antes lhe havia escapado: que ao lado de cada uma delas revolteava, perto do piso de pedra, um passarinho branco.

Logo viu que outro pássaro procurava levantar vôo para alcançar o teto.

Porém, estava em apuros e voava em círculos, golpeando de vez em quando suas asinhas contra as grandes janelas inferiores dos vitais formosos.

Por fim, caiu ao solo exausto permaneceu imóvel.

Pouco depois outro pássaro se elevou desde o solo com um vôo rápido e fácil.

Por instante, parecia que ia chegar à janela aberta e ao ar livre.

Porém, subitamente girou com violência e caiu dando tombos até chegar ao solo com golpe surdo como se houvesse recebido um balaço: o passarinho estava morto.

Voltou ao seu lugar e se sentou em uma das cadeiras.

Logo observou um passarinho muito feio de penas brancas sujas e irregulares que se elevava do piso.

A princípio, o passarinho ia muito lentamente, porém, logo mostrou maior velocidade, porque tinha força, e se elevou até sair para o mundo ensolarado para além dos muros da grande igreja.

O homem se perguntava com insistência pelo significado do que havia visto.

Olhou de novo as pessoas que estavam orando, e se deteve diante de uma muito reverente e de joelhos que tinha ao seu lado um pássaro de brancura nívea e de belas formas, porém, quando observou mais de perto a ave, viu que seus olhos estavam paralisados e seu corpo rígido.

Era um embrulho sem vida. "Que lástima!", exclamou em voz baixa.

Nesse momento escutou um leve rumor de asas.

Outro passarinho estava se levantando tranquilo e firme do solo, com um aparente esforço ao começo, porém, cada vez com maior facilidade à medida que juntava forças.

Este pássaro se elevou diretamente, deixando para trás os anjos talhados que pareciam exclamar "aleluia" um ao outro através da penumbra do templo, e logo saiu pela janela aberta até o céu azul de onde logo se perdeu de vista.

Pensando acerca do que havia visto, o homem virou-se e viu a um anjo parado perto dele - um anjo grande e forte, com um rosto que falava de bondade, sabedoria e compaixão.

Tudo lhe pareceu perfeitamente natural como acontece nos sonhos, e o homem lhe sussurrou: "Podes tu me explicar o significado desses pássaros brancos?" "Sim", disse o anjo em voz baixa, enquanto se sentava ao seu lado.

Pois eu sou o guardião deste lugar de oração.

Os pássaros brancos são os sinais exteriores das orações daqueles que vêm aqui para orar.
O primeiro pássaro, que encontrou e que teve muita dificuldade de subir, porém logo pode consegui-lo, é a oração de uma mulher de muitas ocupações, que havia até aqui no meio de muitas atividades: dispõe de muito pouco tempo e geralmente entra por um momento enquanto vai às compras.

Tem muitos deveres e ocupações e o seu pensamento estava cheio de coisas quando de início se ajoelhou e começou a orar.

Porém, perseverou, pois seu coração está em boa relação com Deus, e ele a ajudou.

Sua oração foi sincera e sua vontade boa, de forma que a oração chegou até Deus.

"E o que significa o pássaro que revolteou em círculos?", perguntou o homem.

O anjo esbouçou um leve sorriso, e parecia estar divertido "Essa", respondeu, "é a oração de um homem que não pensa a não ser em si mesmo. Até nas orações só pede "coisas " tais como o êxito em seus negócios: trata de usar ao Senhor para seus fins pessoais... a gente crê que é muito religioso... porém sua oração não chega a Deus.

 "Porém, porque caiu ao solo o outro pássaro, como se tivesse recebido um balaço?" o anjo se pôs sério, e disse com tristeza: "Esse homem começou muito bem sua oração; porém, de repente, se lembrou de um rancor que tinha contra um conhecido; se esqueceu da oração e sua mente se encheu de amargo ressentimento.

E a amargura matou a oração." "E o passarinho feio", continuou o anjo, logo depois de um momento de silêncio, "é a oração de um homem que pouco sabe de reverência; sua oração é atrevida, quase presunçosa, diriam alguns; porém Deus conhece seu coração e sabe que sua fé é real; o homem verdadeiramente crê em Deus de modo que sua oração chega até Ele, e o formoso pássaro sem vida, que nunca se levantou do piso?" 

"Essa", disse o anjo, "é uma oração belamente composta; a linguagem é perfeita e o pensamento correto no que diz respeito à doutrina; o homem a pronunciou com a maior solenidade e reverência exterior...
Porém não cria em uma só palavra do que dizia.

E enquanto pronunciava a oração, seus pensamentos estavam ocupados com seus negócios; de modo que sua oração não pode chegar até Deus.

"E que significa o último passarinho, que voou até o alto com tanta facilidade?"

O anjo sorriu. Creio que tu sabes o que é. 

É a oração de uma mulher cujo coração e cuja vontade está postos totalmente em Deus...


Sua oração chegou diretamente até Ele. 
Pare e Pense.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Reflexão 24/02/2015

Quando tomamos nossas próprias decisões estamos declarando que assumimos toda responsabilidade dos nossos atos ao querer ser Deus de nossa vida, portanto não podemos questionar Deus por que as coisa não deram certo, quer um conselho? deixa Deus ser Deus na sua vida.
Pr. Bina

A Maneira de Dizer as Coisas.

Certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes.

Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse o seu sonho: - Que desgraça, senhor!

Exclamou o adivinho.

- Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.

- Mas que insolente - Gritou o sultão, enfurecido.

Como te atreves a dizer-me tal coisa?

Fora daqui!

Chamou os seus guardas e lhe ordenou que lhe dessem cem açoites.

Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.

Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: - Excelso senhor! 

Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho.

E quando este saia do palácio, um dos guardas lhe disse admirado: - Não é possível!

A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito.

Não entendo porque o primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.


- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer... 
Pare e Pense.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Reflexão 23/02/2015

Os cuidados de Deus, vai além dos nossos sentimentos.
O amor de Deus vai além do nosso entendimento.
O homem natural jamais entenderá esse Deus tão maravilhoso. Para compreendermos e entendermos Deus precisamos tão somente obedecer sem questionar a sua vontade para a nossa vida.
Pr. Bina

Aceite as Pessoas Como Elas São.

Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado no Vietnã.

Ele ligou para seus pais quando chegou em São Francisco: - Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a pedir.

Eu tenho um amigo que gostaria de trazer comigo.

- Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo!!!

- Há algo que vocês precisam saber - continuou o filho.

Ele foi terrivelmente ferido na luta; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna.

Não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.

- Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos encontrar um lugar para ele morar.

- Não, eu quero que ele venha morar conosco.

- Filho, você não sabe o que está pedindo.

Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós.

Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver.

Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz.

Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.

Neste momento o filho bateu o telefone.

Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele.

Alguns dias depois, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco.

O filho havia morrido, depois de ter caído de um prédio.

A polícia acreditava em suicídio.

Os pais, angustiados, voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho.

Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram que o filho deles tinha apenas um braço e uma perna.

Os pais, nesta história são como muitos de nós.

Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.

De preferência, ficamos longe delas e de outras que não são saudáveis, bonita sou espertas como nós.

Precisamos aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos a compreender aqueles que são diferentes de nós.

Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração.

Você não sabe como ele acontece ou quando surge.

Mas, você sabe que este sentimento especial aflora e percebe que a Amizade é o presente mais precioso de Deus.


Amigos nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso, nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto...
Pare e Pense

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Reflexão 20/02/2015

Tu és o Deus  da minha vida, ainda que meus pais e amigos venham me deixar  tenho plena confiança e certeza que o Senhor jamais me deixará, pois sei que és fiel até o fim.
Pr. Bina

A Libélula e a Tartaruga.

A libélula recém nascida, que pairava as suas leves asas sobre a água transparente do ribeirão, viu imóvel sobre uma pedra, uma tartaruga que tomava banho de sol. 

Espantada diante de uma criatura tão feia, pousou sobre uma folha de capim a fim de ver melhor.

A tartaruga, achando que a libélula a estava admirando, começou a falar: - Olá - disse ela.

A libélula levou um susto. - Pensei que você estivesse morta, de tão parada. - Já fui como você, minha criança, muito agitada, mas aprendi que é perigoso vier assim.

Em você tudo é esbanjamento: asas vibrando, ir e vir nas costas do vento, voar sem cessar.

Mas tudo isso faz mal.

Quem se mexe muito morre logo.

A vida é como a vela: há de se economizar para durar mais.

Minha filosofia é simples: nunca ficar de pé, quando posso ficar deitada.

Para simplificar, fico sempre deitada...

A libélula espantada de que alguém pudesse viver assim, ia perguntar se a vida vale a pena.

Mas não deu tempo porque a tartaruga continuou a falar: - Você ainda não aprendeu a lição do peso.

Para se voar é preciso ser leve.

Mas tudo o que é leve é frágil.

As crianças gostam de empinar papagaios.

Mas para subir no vento, eles têm de ser feitos com varetas finas de bambu e papel de seda.

Por isso, acabam quase sempre enroscados em algum galho de árvore.

Mas você nunca viu uma tartaruga enroscada num galho de árvore.

Estão fora dos enrosco porque não se metem a voar, porque são muito pesada se por isso ficam sempre junto ao chão.

Somos prudentes.

Voar é perigoso, exige leveza e fragilidade.

Isso é coisa que fascina as crianças, mas não os adultos.

Os adultos são graves.

E grave é aquilo que respeita a lei da gravidade e gosta de ir para baixo.

Como eu.

Os adultos quando querem elogiar alguém dizem que ele é uma pessoa de peso.

O contrário de peso? Leveza, bexiga solta no espaço.

Quando se diz que alguém é leviano, isso não é um elogio, é uma ofensa.

Leviano é quem não leva as coisas a sério, como as crianças.

Quanto mais adultas, mais parecidas comigo.

A libélula ia dizer que ser leve é coisa muito gostosa, porque dá sempre uma enorme vontade de rir, mas se calou, com medo de ser acusada de leviana.

A tartaruga não entenderia. - E há também a necessidade de defesas - continuou a tartaruga - Veja o seu corpo, fino como um palito.

O bico de qualquer pássaro pode cortá-lo ao meio.

E suas asas? Lindas e fracas.

Veja agora a minha carapaça.

Nem martelo consegue quebrá-la.

Você é mole, eu sou dura.

Mole são as crianças, os palhaços, os poetas, os artistas.

Duros são os generais, os banqueiros, os policiais, as pessoas importantes.

Quando as crianças deixam de ser uma libélula para se tornarem uma tartaruga, os adultos dizem que elas ficaram maduras.

Na verdade o que querem dizem é que ficaram armaduras.

Coisa madura é coisa mole, gostosa, boa de se comer e se descuidar apodrece e acaba.

Já a armadura é coisa que vara os séculos.

Como eu, impenetrável, constante, sempre a mesma.

Digna de confiança.

Serei amanhã o que sou hoje.

Quanto a você, não sei onde estará.

As coisas leves passam.

As duras permanecem.

Ninguém diz que Deus é vento ou nuvem.

Mas dizem que é rocha e fortaleza.

Claro que as armaduras criam certos problemas.

Fica difícil para brincar, pular, abraçar...


Mas é o preço da sobrevivência.
Pare e Pense

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Reflexão 12\02\2015

Quando nos preocupamos em fazer a vontade de Deus na nossa vida as coisas acontecerá de maneira inesperada, e com uma certeza apenas que trará alegria ao nosso coração e a realização de coisas que não esperávamos mais...
 Pr. Bina.

A Janela do Hospital.


Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto em um hospital.

Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões.

Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto.

O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo.

Eles conversavam muito.

Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias.

E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela.

O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro.

Ele dizia que da janela dava pra ver um parque com um lago bem legal.

Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos.

Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuíam todas as cores do arco-íris.

Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no céu da cidade.

Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava acena pitoresca.

Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu que havia um desfile na rua, embora ele não pudesse escutar a música, ele podia ver e descrever tudo.

Dias e semanas passaram-se.

Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto.

O homem que ficava perto da janela morreu pacificamente durante o seu sono a noite.

Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.

Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu a enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela.

A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável, o deixou sozinho no quarto.

Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela.

Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo.

Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu fazê-lo deparou-se com um muro todo branco.

Ele então perguntou a enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava pra ver um muro branco?

A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse.


Talvez ele só estivesse pensando em distraí-lo e alegrá-lo um pouco mais com suas histórias.
Pare e Pense

Rádio Keraz Gospel

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