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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Força do Perdão.


Um certo beduíno estava dentro da sua tenda ao sol da Palestina quando entrou correndo um garoto adolescente, que se refugiou atrás dele, chorando e grunhindo.

Logo em seguida chegou uma turba alvoroçada, empunhando cacetes e facas.

Abriram a portinha da tenda e disseram ao beduíno: "Dá-nos este menino porque ele é um assassino".

O beduíno respondeu: "Mas há uma lei entre nós que diz que quando um assassino se refugia numa tenda e o dono da tenda lhe der abrigo e guarida, ele está absolvido. Eu me compadeci deste garoto, quero perdoar-lhe".

E o garoto tremia...

Mas eles disseram: "Você quer perdoá-lo porque não sabe o que ele fez e nem a quem matou".

O beduíno falou: "Não importa, eu quero perdoá-lo".

Os homens então afirmaram: "Ele matou seu filho. Vá ver o corpo dele sangrando na areia ali fora".

O beduíno caiu num profundo silêncio, depois, enxugando as lágrimas, disse: "Então eu vou criá-lo como se fosse o meu filho a quem ele matou".


Este é o padrão do perdão divino para nós.
Pare e Pense

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Reflexão 29/10/2014

A minha maior alegria está no tesouro que tenho, Ele é Jesus meu salvador, pois vale mais que todas as coisas deste mundo, vale muito mais do que eu que fui comprado com sangue precioso Dele, Jesus é tudo para mim.
Pr. Bina.

A ÁGUIA PODE TORNAR-SE GALINHA?

Uma antiga lenda índia, diz-nos que um dia um homem achou um ovo de águia e que o depositou num ninho de "galinhas do campo" para crescer com elas.

Toda a sua vida, a águia fez o que uma galinha faz normalmente.

Procurava na terra os insetos e comida.

Cacarejava como uma galinha.

Voava só alguns metros, e era uma nuvem de penas.

De toda a maneira e assim que voam as galinhas.
Os anos passaram.

E a águia envelheceu.

Um dia, ela viu um magnifico pássaro a voar no céu sem nuvens.

Levantava-se com estilo, com a magnitude das suas asas.

"Que belo pássaro!" diz a águia aos vizinhos.

O que é?

"É uma águia, o rei dos pássaros", diz a galinha.

Mas não vale a pena pensares nisso.

Nunca serás uma águia.

Assim ficou a águia, e não voltou a pensar duas vezes.

Morreu a pensar que era uma galinha.

Pare e Pense. 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Reflexão 28/10/2014

Deus espera do ser humano um coração grato por tudo que Deus é e representa pra cada um de nós.
Pr. Bina

Pedra no Caminho.


Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.

Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.

Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.

Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.

Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.

Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.

Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.

A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: "Todo obstáculo contêm uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".

Muitas vezes desviamo-nos do nosso caminho para não encarar a realidade pela sua dificuldade e com isso não só passamos o problema para outros por não termos assumido a nossa parte da responsabilidade, como também podemos estar nos privando de muitas coisas boas, no mínimo a satisfação de ter realizado um grande feito.

Pense duas vezes.
Pare e Pense.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Reflexão 27/10/2014


Lance-se, sem reservas nos braços do Pai, pois Ele tudo fará por aquele que Nele confia. 
Pr. Bina 

A Cobra, a Hiena e o Pavão!


Havia num certo lugar uma comunidade composta de várias espécies de aves.

Todos viviam em harmonia.

Os patinhos e os marrecos nadavam todas as manhãs no lago, acompanhados dos cisnes e os gansos.

As galinhas e as peruas dividiam a tarefa de levar os filhotes para a escola, enquanto os papagaios e as maritacas faziam a festa nas árvores, avisando sempre que algum estranho se aproximava.

Certo dia, uma cobra e uma hiena estavam andando por ali, quando, de repente, viram o pavão.

Ao ver os dois, imediatamente o pavão exibiu seu belo leque de penas coloridas.

A hiena passou imediatamente a rir do pavão, enquanto a cobra lhe disse: - Você é muito exibido.

É só ver alguém que logo fica todo cheio de orgulho.

- Do que você está falando?

Eu não sou orgulhoso não.

Apenas estou me espreguiçando...

- Que espreguiçando que nada.

Eu conheço você muito bem.

Todo mundo por aqui sabe que você não pode ver alguém que logo fica todo assanhado.

- Espere um pouco.

Você está sendo maldosa comigo.

Eu nunca fiz isso.

E, além do mais, o que é bonito tem que ser mostrado mesmo? disse o pavão já um tanto irritado.

- Viu só. E depois diz que não é exibido.

Quem lhe disse que este seu penacho é bonito?

Só porque é um pouco colorido?

Bem que a dona gansa disse que você era metido.

- A dona gansa disse isso? Que fingida.

Ela sempre disse que me achava muito bonito.

- Que nada... ela é falsa.

Todos os dias ela se reúne com a dona cisne e com a dona perua para falarem mal de você.

Disseram até que já viram sua esposa paquerando o marreco que vive lá no lago.

- Que infâmia.

Minha esposa sempre foi fiel a mim.

Ninguém pode falar nada dela? disse irritado o pavão.

A hiena, que a tudo presenciava, continuava rindo sarcasticamente.

Vendo que podia tirar algum proveito da situação, logo entrou na conversa.

- Olha seu pavão, eu penso que a coisa está realmente feia para o seu lado.

Eu não queria magoá-lo, mas a verdade é que ninguém gosta do senhor por aqui.

Todos o olham com desprezo.

O galo disse dia desses que está até com medo de que o senhor queira ocupar o lugar dele, cantando para nos despertar pela manhã.

- Mas quem disse que eu quero cantar?

Eu nem pio direito?

- É? disse a hiena? mas disseram que o senhor até foi fazer aula de canto para ocupar o lugar do galo velho.

A maritaca e o papagaio estão pensando em convocar uma assembleia da bicharada para tratar do assunto.

E, não querendo fazer fofoca, o senhor nem sabe o quanto o papagaio tem falado mal do senhor.

Irritado com tudo o que ouviu, imediatamente o pavão correu até onde estavam as outras aves.

Foi logo dando bicadas no galo, no marreco e no papagaio.

Por outro lado, sua esposa foi tirar satisfação com a dona gansa, com dona cisne e com a perua.

Em poucos minutos, só se via penas voando para todos os lados.

Enquanto isso, a cobra e a hiena estavam de longe, assistindo a cena e rindo sem parar.

No final do dia, muitas aves estavam machucadas.

Algumas tiveram que se mudar de lugar devido à confusão.

Outras ficaram morando por ali mesmo, mas sem conversarem umas com as outras.

Os filhotes, que culpa alguma tinham no assunto, foram proibidos de conversar com as outras espécies na escola e de brincarem juntos.

E o pavão, ficou sem sua bela cauda, que foi arrancada durante a briga e sem a esposa, que o abandonou, levando consigo os filhos, pelo fato de seu esposo ter acreditado nas fofocas.

Já a cobra e a hiena continuaram sendo amigas, até o dia em que a cobra picou a hiena, que mesmo morrendo, continuou mantendo seu sorriso mórbido.


E a cobra seguiu seu caminho, solitária e rastejando-se, até encontrar outra comunidade onde pudesse destilar novamente seu veneno.
Pare e Pense.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Reflexão 24/10/2014

Adorar a Deus é entregar tudo a Ele, sem reservas e sem murmurações, é viver tão somente para Ele.
Pr. Bina

A Casa Queimada.

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. 

Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. 

Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. 

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. 

Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. 

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte.

Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. 

Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. 

Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. 

Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. 

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. 

Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. 

Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. 

Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: - Deus! 

Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? 

O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar por completo. 

Deus, o Senhor não tem compaixão de mim? 

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: - Vamos rapaz? 

Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: - Vamos rapaz, nós viemos te buscar... 

- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui? 

- Ora, amigo! 

Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. 

O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante. 

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos. 

MORAL DA HISTÓRIA 

- Quantas vezes nossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou?

Em Romanos 8,28 lemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. 

Às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo. 

É preciso crer e confiar!
Pare e Pense.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Reflexão 23/10/2014

Quando Deus age em teu favor o homem não pode impedir, pois só Deus tem o poder de transformar adversidade em bênçãos para a tua vida.
Pr. Bina

A Águia e a Galinha


História contada por James Aggrey, político e educador em Gana, numa reunião de lideranças populares, que discutiam os caminhos de libertação do domínio colonial inglês.

“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e rações próprias para galinhas. Embora a águia fosse a rainha de todos os pássaros”.

Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. 

Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. 

É uma águia.

De fato – disse o camponês.

É águia.

Mas eu criei como galinha.

Ela não é mais uma águia.

Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.

Não – retrucou o naturalista.

Ela é e será sempre uma águia.

Pois tem um coração de águia.

Este coração fará um dia voar às alturas.

Não, não – insistiu o camponês.

Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. 

O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista.

Olhava distraidamente ao redor.

Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos.

E pulou para junto delas.

O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

Não – tornou a insistir o naturalista.

Ela é uma águia.

E uma águia será sempre uma águia.

Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.

Sussurrou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.

O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha!

Não – respondeu firmemente o naturalista.

Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia.

Vamos experimentar ainda uma última vez.

Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram cedo.

Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha.

O sol nascente dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: -  Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor.

Tremia como se experimentasse nova vida. 

Mas não voou.

Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher seda claridade solar e da vastidão do horizonte.

Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma.

E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto.

Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...

”E Aggrey terminou conclamando: - Irmãos e irmãs!

Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus!

Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas.

E muito de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas.

Mas nós somos águias.

Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos.

Voemos como águias.

Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.

Texto extraído do Livro “A Águia e a Galinha” Leonardo Boff.
Pare e Pense.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Reflexão 21/10/2014

Deus só vai dar algo a você quando você estiver totalmente preparado para receber o melhor de Deus. 
Pr. Bina

A Carteira

Uma história de amor verdadeira......

Eu retornava pra casa, em um dia muito frio quando tropecei em uma carteira.

Procurei por algum meio de identificar o dono.

Mas a carteira só continha três dólares e uma carta amassada, que parecia ter ficado ali por muitos anos.

No envelope, muito sujo, a única coisa legível era o endereço do remetente.

Comecei a ler a carta tentando achar alguma dica.

Então eu vi o cabeçalho.

A carta tinha sido escrita quase sessenta anos atrás.

Tinha sido escrita com uma bonita letra feminina em azul claro sobre um papel de carta com uma flor ao canto esquerdo.

A carta dizia que sua mãe a havia proibido de se encontrar com Michael mas ela escrevia a carta para dizer que sempre o amaria.

Assinado Hannah.

Era uma carta bonita, mas não havia nenhum modo, com exceção do nome Michael, de identificar o dono.

Entrei em contato com a cia. telefônica, expliquei o problema ao operador e lhe pedi o número do telefone no endereço que havia no envelope.

O operador disse que havia um telefone mas não poderia me dar o número.

Por sua própria sugestão, entrou em contato com o número, explicou a situação e fez uma conexão daquele telefone comigo.

Eu perguntei à senhora do outro lado, se ela conhecia alguém chamada Hannah.

Ela ofegou e respondeu: - "Oh! Nós compramos esta casa de uma família que tinha uma filha chamada Hannah. Mas isto foi há 30 anos!" 

- "E você saberia onde aquela família pode ser localizada agora?" Eu perguntei.

- "Do que me lembro, aquela Hannah teve que colocar sua mãe em um asilo alguns anos atrás", disse a mulher. "Talvez se você entrarem contato eles possam informar".

Ela me deu o nome do asilo e eu liguei.

Eles me contaram que a velha senhora tinha falecido alguns anos atrás mas eles tinham um número de telefone onde acreditavam que a filha poderia estar vivendo.

Eu lhes agradeci e telefonei.

A mulher que respondeu explicou que aquela Hannah estava morando agora em um asilo.

A coisa toda começa a parecer estúpida, pensei comigo mesmo.

Pra que estava fazendo aquele movimento todo só para achar o dono de uma carteira que tinha apenas três dólares e uma carta com quase 60 anos?

Apesar disto, liguei para o asilo no qual era suposto que Hannah estava vivendo e o homem que atendeu me falou, - " Sim, a Hannah está morando conosco."

Embora já passasse das 10 da noite, eu perguntei se poderia ir para vê-la.

- "Bem", ele disse hesitante, "se você quiser se arriscar, ela poderá estar na sala assistindo a televisão".

Eu agradeci e corri para o asilo. 

A enfermeira noturna e um guarda me cumprimentaram à porta.

Fomos até o terceiro andar.

Na sala, a enfermeira me apresentou a Hannah.

Era uma doçura, cabelo prateado com um sorriso calmo e um brilho no olhar.

Lhe falei sobre a carteira e mostrei a carta.

Assim que viu o papel de carta com aquela pequena flor à esquerda, ela respirou fundo e disse, - "Esta carta foi o último contato que tive com Michael".

Ela pausou um momento em pensamento e então disse suavemente, - "Eu o amei muito. Mas na ocasião eu tinha só 16 anos e minha mãe achava que eu era muito jovem. Oh, ele era tão bonito. Ele se parecia com Sean Connery, o ator".
- "Sim," ela continuou. "Michael Goldstein era uma pessoa maravilhosa. Se você o achar, lhe fale que eu penso frequentemente nele. E", ela hesitou por um momento, e quase mordendo o lábio, "lhe fale que eu ainda o amo. 

Você sabe", ela disse sorrindo com lágrimas que começaram a rolar em seus olhos, "eu nunca me casei. Eu jamais encontrei alguém que correspondesse ao Michael..." 

Eu agradeci a Hannah e disse adeus.

Quando passava pela porta da saída, o guarda perguntou, - "A velha senhora pode lhe ajudar?"

- "Pelo menos agora eu tenho um sobrenome. Mas eu acho que vou deixar isto para depois. Eu passei quase o dia inteiro tentando achar o dono desta carteira".

Quando o guarda viu a carteira, ele disse, - "Ei, espere um minuto! Isto é a carteira do Sr. Goldstein. Eu a reconheceria em qualquer lugar. Ele está sempre perdendo a carteira. Eu devo tê-la achado pelos corredores ao menos três vezes".

- "Quem é Sr. Goldstein?" Eu perguntei com minha mão começando a tremer.

- "Ele é um dos idosos do 8º andar. Isso é a carteira de Mike Goldstein sem dúvida. Ele deve ter perdido em um de seus passeios".

Agradeci o guarda e corri ao escritório da enfermeira. Lhe falei sobre o que o guarda tinha dito.

Nós voltamos para o elevador e subimos.

No oitavo andar, a enfermeira disse, - "Acho que ele ainda está acordado. Ele gosta de ler à noite. Ele é um homem bem velho."

Fomos até o único quarto que ainda tinha luz e havia um homem lendo um livro.

A enfermeira foi até ele e perguntou se ele tinha perdido a carteira.

Sr. Goldstein olhou com surpresa, pondo a mão no bolso de trás e disse, - "Oh, está perdida!"

- "Este amável cavalheiro achou uma carteira e nós queremos saber se é sua?"

Entreguei a carteira ao Sr. Goldstein, ele sorriu com alívio e disse, -"Sim, é minha!

Devo ter derrubado hoje à tarde.

Eu quero lhe dar uma recompensa". - "Não, obrigado", eu disse.

"Mas eu tenho que lhe contar algo. Eu li a carta na esperança de descobrir o dono da carteira".

O sorriso em seu rosto desapareceu de repente. - "Você leu a carta?"

"Não só li, como eu acho que sei onde a Hannah está".

Ele ficou pálido de repente.

- Hannah?
Você sabe onde ela está?
Como ela está?
É ainda tão bonita quanto era?
Por favor, por favor me fale", ele implorou.

- "Ela está bem... E bonita da mesma maneira como quando você a conheceu". Eu disse suavemente.

O homem sorriu e perguntou, - "Você pode me falar onde ela está? Quero chamá-la amanhã ".

Ele agarrou minha mão e disse, "Eu estava tão apaixonado por aquela menina que quando aquela carta chegou, minha vida literalmente terminou. Eu nunca me casei. Eu sempre a amei."

- "Sr. Goldstein", eu disse, "Venha comigo". Fomos de elevador até o terceiro andar.

Atravessamos o corredor até a sala onde Hannah estava assistindo televisão.

A enfermeira caminhou até ela, "Hannah, " ela disse suavemente, enquanto apontava para Michael que estava esperando comigo na entrada.

"Você conhece este homem?"

Ela ajeitou os óculos, olhou um momento, mas não disse uma palavra.

Michael disse suavemente, quase em um sussurro, -"Hannah, é o Michael. Lembra-se de mim?"

- "Michael! Eu não acredito nisto!

Michael! É você! Meu Michael!" Ele caminhou lentamente até ela e se abraçaram.

A enfermeira e eu partimos com lágrimas rolando em nossas faces.

- "Veja", eu disse. "Veja como o bom Deus trabalha! Se tem que ser, será!". 

Aproximadamente três semanas depois eu recebi uma chamada do asilo em meu escritório. 

-"Você pode vir no domingo para assistir a um casamento? O Michael e Hannah vão se amarrar"!

Foi um casamento bonito, com todas as pessoas do asilo devidamente vestidos para a celebração.

Hannah usou um vestido bege claro e bonito.

Michael usou um terno azul escuro.

O hospital lhes deu o próprio quarto e se você sempre quis ver uma noiva com 76 anos e um noivo com 79 anos agindo como dois adolescentes, você tinha que ver este par.

Um final perfeito para um caso de amor que tinha durado quase 60 anos...

Um grande beijo... * 
Pare e Pense

Versículo do Momento Para o Teu Coração

Rádio Keraz Gospel

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