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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Pensamento do Dia 28/04/2017

O maravilhoso desta vida é entender e crer que existe um Deus tão grande que guando o buscamos a sua gloria vem até nós enchendo a terra, os céus e a nossas vidas.
Pr. Bina

O Nobre e o Granjeiro

Era uma vez um granjeiro escocês muito pobre que se chamava Fleming. 

Certo dia, quando estava trabalhando na lavoura, ouviu gritos que vinham de um pântano ali perto, largou tudo e correu para o pântano. 

Encontrou um rapaz enterrado num charco, lutando desesperadamente para não afundar. 

O granjeiro conseguiu pegar a mão do rapaz, salvando-o assim, do que poderia ter sido uma morte lenta e dolorosa. 

No dia seguinte, parou na porta da pequena casa do granjeiro uma carruagem, de onde saiu um homem, elegantemente vestido que se apresentou como o pai do rapaz que havia sido salvo. 

- Quero recompensá-lo, disse o nobre. 

O senhor salvou a vida do meu filho. 

- Não, não posso aceitar pagamento pelo que fiz, discordou o escocês. 

Neste momento o filho do granjeiro veio até a porta da casa e o nobre perguntou: - É seu filho? 

- Sim, disse o granjeiro orgulhosamente. 

- Então lhe proponho um trato. 

Permita-me proporcionar a seu filho o mesmo nível de educação do qual desfrutará o meu próprio filho. 

Se o rapaz se parecer com o pai, não tenho dúvidas de que crescerá e se tornará um homem do qual nos orgulharemos muito. 

O granjeiro aceitou. 

Fleming freqüentou as melhores escolas e se graduou na "Saint Mary's Hospital Medical School", em Londres. 

Nas suas pesquisas, em 1928, descobriu a Penicilina. 

Foi professor da St. Mary's Medicine School de 1928-1948, sendo reconhecido como Professor Emérito da Instituição. 

Tornou-se Sir Alexander Fleming (1881-1955), bacteriologista escocês e vencedor do prêmio Nobel de 1945, em fisiologia e medicina. 

Anos depois, o filho do mesmo nobre esteve doente, com pneumonia, e o que salvou sua vida foi a Penicilina. 

O nome do nobre senhor, era Lord Randolph Churchill e seu filho, salvo pelo granjeiro Fleming, se chamava Sir Winston Churchill, primeiro-ministro do Reino Unido e maior líder britânico do século XX. 

"As atitudes são muito mais importantes do que os fatos." - Alexander Fleming

sábado, 22 de abril de 2017

Pensamento do Dia 22/04/2017

Temos que entender que o novo nascimento vem de cima (vem de Deus) e não da nossa vontade e nem tão pouco com o poder aquisitivo.
Pr. Bina

O Bem Maior

Não existe maior bem do que fazer a felicidade de alguém. 

Nem nada menos caro, nem mais fácil, pois que a felicidade é algo que se pode oferecer em gestos, e atenções.

Se olharmos à nossa volta, percebemos que a carência humana está no fato das pessoas terem perdido os valores imateriais a favor dos materiais.

Compra-se quase tudo em nossos dias... 

Mas o bem ninguém compra. 

Compra-se até companhia, mas não a sinceridade.

Compra-se conforto, mas não a paz de espírito, não tranquilidade, menos ainda a felicidade. 

Esta a gente oferece.

Há uma grande diferença entre o dar e o oferecer. 

Quando damos, estendemos a mão, mas quando oferecemos... 

É nosso coração que entregamos junto, é um pedacinho de nós que vai caminhando na direção do outro e o bem que ele provoca retorna ao nosso interior.

Tornamos pessoas felizes quando damos de nós mesmos. 

E damos de nós quando oferecemos o que quer que seja de coração escancarado.

O grande mal do mundo consiste no fato das pessoas guardarem coisas para si.

Guardam bens, guardam sentimentos, guardam declarações, guardam ressentimentos, falam ou calam na hora errada.

Vivem de aparências com as gavetas da alma repletas de coisas inúteis. 

E quando morrem tornam-se pó, como todo mundo, sem ter aproveitado o tempo para compartilhar, com honestidade, o bem que a vida lhes ofereceu.

A maior herança que podemos deixar à humanidade é o amor que oferecemos de várias formas, são as pequenas felicidades do dia-a-dia que vamos distribuindo aqui e acolá, a compreensão que acalma as almas inquietas e a ternura que abranda os desenganos da vida.


E o que representa a felicidade hoje pode não representar amanhã. 

Por isso ela é tão múltipla, tão incompreendida e tão necessária. 

Por isso é tão importante distribuir sorrisos, plantar flores, fazer visitas, dar bom dia e boa noite, não se esquecer dos abraços e dos te amo imprescindíveis ao coração.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Pão Velho

Era um fim de tarde de sábado. 

Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando vi um menino parado junto ao portão, me olhando. 

- Dona, tem pão velho? - perguntou ele. 

Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou... 

Olhei para aquele menino tão nostálgico e perguntei: Onde Você mora? 

- Depois do zoológico, disse ele. - Bem longe, hein? 

- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer. 

- Você está na escola? 

- Não. Minha mãe não pode comprar material. 

- Seu pai mora com vocês? 

- Ele se foi e nunca mais voltou... 

E o papo prosseguiu, até que eu disse: Vou buscar o pão. 

Serve pão novo? 

- Não precisa, não. 

A senhora já conversou comigo, isso é suficiente. 

Esta resposta caiu em mim como um raio. 

Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança. 

Tão nova e já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitada de um papo, de uma conversa amiga. 

Quantas lições podemos tirar desta resposta: "Não precisa, não. 

A senhora já conversou comigo, isso é suficiente!" 

Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor! 

Os anos se passaram e continuam pedindo “pão velho" na minha casa... 

E eu dando "pão novo", mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem. 

Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse: “Eu sou o pão da vida!”

Verifique quantas pessoas talvez estejam esperando uma só palavra sua...

terça-feira, 18 de abril de 2017

Pensamento do Dia 18/04/2017

Na ordem de Deus abençoar o seu filho ou filha, se apoia apenas na fé e não na idade ou posição social que temos.
Pr. Bina

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Pensamento do Dia 14/04/2017

Andar com Deus é honra-lo em cada ato, palavras e pensamentos. 
Pr. Bina

O Símbolo Mais Valioso

Certa vez, um rei temente a Deus e muito amado pelo seu povo, percebendo que estava envelhecendo, resolveu decidir qual dos seus três filhos iria herdar o seu trono. 

A tarefa não era nada fácil, pois todos tinham bom coração e eram dignos de receber a coroa. 

Depois de muito pensar em uma forma de não ser injusto com seus filhos, o rei teve uma grande ideia. 

Em seguida, mandou chamar os três e lhes disse: Meus filhos amados, eu já estou velho e não tenho mais forças para governar. Deus me deu três filhos maravilhosos e sei que qualquer um de vocês será um ótimo rei. 

Porém, eu não posso coroar os três, por isso, o melhor jeito que encontrei para escolher um de vocês é lançá-los um desafio. 

E explicou qual seria a missão: Saiam agora e procurem aquilo que vocês acreditam ser o melhor símbolo do nosso reino. 

Vocês podem procurar onde quiserem, desde que me tragam o símbolo escolhido até a hora do jantar. 

E para que não haja dúvidas sobre a minha decisão, chamarei os nobres do reino para me ajudarem. 

Os príncipes, então, saíram em busca do melhor símbolo do reino... 

Um deles decidiu procurar dentro do próprio castelo, no museu e no cofre onde ficavam guardadas as maiores riquezas do reino. 

O segundo, por sua vez, foi até a vila dos sábios do reino e passou o dia todo discutindo o assunto com eles. 

Já o terceiro resolveu caminhar pelo reino. 

Ele visitou o seu povo, conversou com as pessoas humildes e conheceu um pouco da vida dura que elas levavam. 

Durante suas andanças, o príncipe encontrou um menino que chorava enquanto arava a terra de uma plantação. 

Sensibilizado, ele perguntou: Por que você está chorando, garoto? 

Meu pai morreu na semana passada e minha mãe está muito doente. Eu preciso arar este campo até o fim da tarde se quiser receber um pouco de pão para levar para casa. Só que eu não consigo fazer isso sozinho. Queria terminar logo para poder dar o que comer à minha mãe. 

O príncipe pensou no desafio do pai e na possibilidade de se tornar o novo rei. Ele sabia que não podia perder tempo, porém, decidiu ajudar o pobre menino nem que fosse um pouco. Como ele era muito gentil e educado, passou horas e horas arando o campo com o menino. 

Assim que terminaram o serviço, ele foi visitar a mãe do garoto, que muito agradeceu a sua ajuda (a mãe e o filho não sabiam que ele era filho do rei). 

Na hora do jantar, o filho que havia ficado no castelo apresentou ao pai e aos nobres um antigo cofre de ouro maciço cravejado com diamantes e rubis. Era, sem dúvida, um importante símbolo da família real. Ele explicou: Meu pai e senhores nobres, esse cofre simboliza a estabilidade e o poder do nosso reino. 

Garanto-lhes que não há outro objeto que simbolize tão bem a nossa história! 

O segundo filho, aquele que foi procurar os sábios, apresentou uma antiga espada que pertencia ao seu pai, nos tempos em que ele ainda era príncipe. Assim como o cofre, a espada também tinha um grande significado de coragem e valentia. 

O filho disse: Meu rei, essa espada simboliza os tempos difíceis em que o senhor arriscou a própria vida para que a força e a grandeza no nosso reino fossem estabelecidas. 

Este é, com certeza, o maior símbolo do nosso reino!

Satisfeito com as duas primeiras apresentações, o rei perguntou ao último filho: E você, meu filho, o que trouxe para nós? 

Sem jeito e meio desapontado (pois sabia que não seria o escolhido), o rapaz falou ao pai sobre como foi o seu dia: Não trouxe nada, meu pai. 

Deixei o castelo para visitar o nosso povo e me dei de frente com um órfão de pai que, em meio a lágrimas, buscava no arado da terra um pouco de pão para alimentar a mãe. 

A história do menino mexeu tanto comigo que parei minha busca para ajudá-lo. Depois fui visitar a senhora doente. 

Como não estou acostumado ao trabalho braçal, fiquei muito cansado e não tive forças para voltar ao seu desafio. Me perdoe, por favor. 

O rei, então, chamou o filho: Venha aqui, meu filho. Me deixe ver as suas mãos! 

Ao notar que as mãos do rapaz estava cheia de bolhas, o rei ergueu o braço do príncipe e disse a todos os nobres: Senhores, este é o meu escolhido! 

Ele herdará a minha coroa! Este rapaz não trouxe apenas um símbolo do nosso reino, mas vários: 

Em primeiro lugar: ele foi até o povo. Um rei de verdade nunca pode deixar de estar com o seu povo. 

Segundo: ele foi capaz de escutar uma criança. 

Terceiro: ele foi sensível ao sofrimento do menino e de sua mãe. 

Quarto: ele demonstrou que é capaz de colocar os interesses dos necessitados acima dos seus interesses. 

O rei continuou: Os símbolos trazidos ao nosso reino por ele foram: amor, bondade, compaixão e atitude! 

Esse meu filho possui todas as qualidade que um rei temente a Deus deve ter. 

Os que concordam comigo, digam: Viva o rei! 

E todos os que estavam no salão gritaram “viva o rei”, inclusive os seus irmãos. 

"E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé" (Gálatas 6:9,10).

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