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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Pensamento do Dia 23/10/2017

Esperar em Deus não é cruzar os braços, e sim continuar na lida crendo que o Senhor curar, salva e liberta em todo tempo, pois Ele sempre foi e será o mesmo eternamente.
Pr. Bina

O silêncio de Deus

Conta uma antiga lenda norueguesa acerca de um homem chamado Haakon, encarregado de cuidador de uma capela na qual havia uma cruz muito antiga, na qual muita gente ia para orar com muita devoção a Cristo. 

Um dia o ermitão Haakon, ajoelhou-se diante da cruz e disse: Senhor, quero padecer por ti. Deixa-me ocupar teu lugar, quero substitui-lo na cruz. 

O Senhor abriu seus lábios e falou. Suas palavras caíram do alto, sussurrantes e admoestadoras: — Amado filho, concedo teu desejo, mas tem de ser com uma condição. 

— Qual, Senhor? – perguntou Haakon. 
— É uma condição difícil? 
Estou disposto a cumpri-la com tua ajuda, Senhor! – respondeu o velho ermitão. 
— Escuta: aconteça o que acontecer e vejas o que vejas, terás de permanecer sempre em silêncio. Haakon respondeu: — Sim, eu prometo, Senhor! 

E foi feita a mudança. 
Ninguém percebeu a mudança. 
Ninguém reconheceu o ermitão, pregado na cruz. 

O Senhor ocupava o lugar de Haakon. 
E este, por longo tempo, cumpriu o compromisso. 
A ninguém disse nada. 

Mas um dia, chegou um rico e ao sair depois de ter orado, esqueceu sua carteira. Haakon o viu e calou. 
Duas horas depois veio um pobre, viu a carteira e ficou com ela. 
Tampouco disse nada quando um garoto se prostrou diante dele pouco depois, para pedir-lhe sua benção antes de empreender uma longa viagem. 

Nesse momento o rico voltou em busca de sua carteira. 
Ao não encontra-la, pensou que o garoto havia se apropriado dela. 
O rico se dirigiu ao jovem e disse acusadoramente; — Dá-me a carteira que você me roubou! 
O jovem, surpreendido, replicou: — Não roubei nada! 
— Não mintas, devolva imediatamente! 
— Repito que não peguei nenhuma carteira! – afirmou o garoto. 

O rico investiu furioso contra ele. 
Mas, nesse instante, se escutou uma forte voz: Pare! 
O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. 
Haakon, que não pode permanecer em silêncio, gritou, defendeu o jovem, repreendeu o rico pela falsa acusação. 

O rico ficou desanimado e saiu da capela. 
O jovem saiu também porque tinha pressa para empreender sua viagem. 
Quando a capela ficou vazia, Cristo se dirigiu ao seu servo e lhe disse: — Saia da Cruz. Não serves para ocupar meu lugar. Não soube guardar silêncio. 

— Senhor – disse Haakon – Como ia permitir essa injustiça? 
Mudaram de novo de lugar. 
Jesus ocupou a cruz de novo e o ermitão ficou ali de pé. 
O Senhor seguiu falando: — Tu não sabias que ao rico lhe convinha perder a bolsa, pois levava nela o preço da virgindade de uma jovem mulher. 

O pobre, pelo contrário, tinha necessidade desse dinheiro e fez bem em levá-lo; quanto ao garoto que ia ser espancado, suas feridas tivessem impediria de realizar a viagem que para ele resultaria fatal. 

Neste momento acaba de partir-se o barco e ele perdeu a vida. 
Tu não sabias nada. Eu sim. Por isso calo. 
E o Senhor novamente guardou silêncio. 

Muitas vezes nos perguntamos: Por que razão Deus não nos contesta...? 
Por que fica calado, Deus? 
Muitos de nós gostaríamos que Ele nos respondesse o que desejamos ouvir, 
Mas... Deus não é assim. 
Deus nos responde ainda que com o silêncio. 
Devemos aprender a escutá-lo. 
Seu divino silêncio, são palavras destinadas a convencer-nos de que Ele sabe o que está fazendo. 

Em seu silêncio nos diz com amor: “Descansa no SENHOR e espera nele, não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios”. Salmos 16.11 

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Significado da Palavra Família

Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão. 

Ele respondeu: "desculpe-me, por favor; também não a vi." 

Fomos muito educados, seguimos nosso caminho e nos despedimos. 

Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim. 
Ao me virar quase esbarro nele. 

Imediatamente gritei com ele; ele se retirou sentido, sem que eu notasse quão dura que lhe falei. 

Ao me deitar Deus me disse suavemente: "Você tratou a um estranho de forma cortês, mas destratou o filho que você ama. 

Vá a cozinha e irá encontrar umas flores no chão, perto da porta. 
São as flores que ele cortou e te trouxe: rosa, amarela e azul.
Estava calado para te entregar, para fazer uma surpresa e você não viu as lágrimas que chegaram aos seus olhos."

Me senti miserável e comecei a chorar. 

Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse: "Acorde querido! Acorde! Estas são as flores que você cortou para mim?" 

Ele sorriu e disse: "Eu as encontrei junto de uma árvore, e as cortei, porque são bonitas como você, em especial a azul." 

Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você. 

Ele respondeu: "está bem mamãe, te amo de todas as formas." Eu também te amo e adorei as flores, especialmente a azul. 

Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. 

Porém, a Família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida. 

Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa Família. 

Será que não é uma inversão pouco inteligente? 

Você sabe o significado de Família em inglês? 

FAMILY é um acróstico que significa: F A M I L Y: "Father And Mother I Love You" (Papai e Mamãe, eu te amo).

Nossa Família e nossa maior Riqueza!

sábado, 30 de setembro de 2017

Pensamento do Dia 30/09/2017

A oração nos leva a aproximar de Deus cada vez que somos sinceros e humildes pois o que agrada ao coração de Deus não é quantas vezes oramos por dia, e sim demonstramos que nascemos de novo no nosso dia a dia...
Bina

A Gorjeta

Um menino de rua, de 12 anos, entrou numa sorveteria, sentou-se em uma mesa e perguntou para a garçonete que passava: – Quanto custa um sorvete? – 3,00 – respondeu a moça. 

O menino tirou algumas moedas do bolso e começou a contá-las bem devagar para não errar. 

Ele havia passado a manhã toda catando latinhas e tinha apurado aquele dinheiro: – Quanto custa o picolé mais barato? 

A essa altura, já havia mais pessoas esperando para serem atendidas, e a garçonete estava perdendo a paciência. – 2,00 – respondeu ela, de maneira brusca. 

O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: – Eu vou querer, então, o picolé de 2,00. 

Após alguns minutos, a garçonete trouxe o picolé e a conta, colocou-os na mesa e foi atender outros clientes. 

O menino terminou o picolé, pagou a conta no caixa e saiu. Quando a garçonete voltou para limpar a mesa, sentiu uma dor profunda no peito e começou a chorar. 

Na mesa, o garoto havia deixado 1,00 todo de moedas. 

Ele havia escrito em um guardanapo: - Esta gorjeta é para a senhora . É pouco, mas é de coração. 
DEUS te abençoe!!!! 

Com isso, ela percebeu que o menino tinha pedido o picolé mais barato para que sobrasse uma gorjeta para ela. 

Mesmo ela tendo sido ríspida com o garoto! 

Quantas vezes temos a oportunidade de abençoar alguém, sacrificando apenas uma parte do que temos e não o fazemos? 

Quantas vezes julgamos as pessoas pela aparência, e não pelo seu coração?

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Pensamento do Dia 27/09/2017

Descanse em Deus, pois Ele cuida dos seus até mesmo quando dormem...
Bina

Porteiro do Prostíbulo

Não havia no povoado pior emprego do que ‘porteiro da zona de baixo meretrício’. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? 

O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício. 

Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. 

Ao porteiro disse: - A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços. 

- Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever. 
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui. 
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa. 
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. 
Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. 
Eu sinto muito e que tenha sorte. Dito isso, deu meia volta e foi embora. 

O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. 

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. 
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. 
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. 
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez. 

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: - Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar. 
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que… 
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo. 
- Se é assim, está bem. 

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: - Olha, eu ainda preciso do martelo. 
Porque você não o vende para mim? 
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem, de mula. 

- Façamos um trato – disse o vizinho. 
Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? 

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. 
Aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. 
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa. 
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece? 

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. 

E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’. 
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. 
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia vendido. 
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. 
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. 

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. 

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. 

Todos estavam contentes e compravam dele. 
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. 
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens. 

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. 

E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc … 
E após foram os pregos e os parafusos… 
Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. 

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. 
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. 

No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola. 

- A honra seria minha, disse o homem. 
Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto. 

- O Senhor? disse incrédulo o prefeito. 
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? 
Estou abismado. 
Eu pergunto: - O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? 

- Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: – Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PROSTÍBULO. 

Então diga seu nome para que possamos escrever ao menos na ata. 
Meu nome é Valentin Tramontina, respondeu ele. 

Essa história é verídica, e refere-se ao grande industrial Valentin Tramontina, fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. 

A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul. 

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. 
As adversidades podem ser bênçãos. 
As crises estão cheias de oportunidades. 
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. 

Lembre-se da sabedoria da água: ‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna’. 

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.

RADIO AGRADECER


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