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terça-feira, 16 de outubro de 2018

A Criança e o Farmacêutico

Dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior, João não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa, além do mundo material.

Certo dia, quando ele já estava fechando a farmácia, chegou uma criança com um bilhete nas mãos, solicitando um remédio.

Ele disse que já estava fechado, mas a criança, com lágrimas nos olhos, informou-o que sua mãe estava muito mal e precisava com urgência daquela medicação.

Devido à insistência da menina, mesmo contrariado resolveu reabrir a farmácia e vender o remédio, mas, devido à sua insensibilidade e àquele nervosismo sem causa, não acendeu a luz e pegou um remédio errado, cujo efeito era exatamente o contrário do que aquela garota precisava e, certamente, iria matá-la.

Em pânico, tentou alcançar a criança, sem êxito.

Voltou para a farmácia e, sem saber o que fazer, com a consciência pesada e com medo, muito medo – de ser processado ou até mesmo preso, de perder tudo o que levou a vida inteira para construir – instintivamente fez algo que nunca havia feito: ajoelhou-se e orou.

Mesmo sendo um ateu, seu espírito o levou a buscar o Criador e clamar por ajuda.

De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao se virar, deparou-se com a criança: “Senhor, por favor, não brigue comigo, mas é que eu caí e quebrei o vidro do remédio. 

O senhor poderia me dar outro?”. “Tendo, portanto, um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou os céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. 

Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas, sem pecado. 

Muitas vezes questionamos a eficácia da oração, talvez não diretamente mas perguntas como, Por que Deus não me responde? 

Por que tenho orado por determinado motivo e não vejo resultado?

O Messias ensinou algo precioso sobre a oração: E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer, Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. 

Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. 

E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito. 

E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz.

E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? 

Digo-vos que depressa lhes fará justiça. 

Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? Lucas 18:1-8




Cheguemos confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno” – Hebreus 4.14-16.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O Menininho e a flor vermelha de caule verde


Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande. 

Uma manhã, a professora disse: – Hoje nós iremos fazer um desenho. 

Que bom!. pensou o menininho. 

Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos. 

Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar. 

A professora então disse: – Esperem, ainda não é hora de começar! 

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

– Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores com seus lápis rosa, laranja e azul.

A professora disse: – Esperem! Vou mostrar como fazer.

E a flor era vermelha com caule verde.– Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso. 

Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde.

Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse: – Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.

Que bom! Pensou o menininho. 

Ele gostava de trabalhar com barro. 

Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.

Começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Então, a professora disse: – Esperem! Não é hora de começar!

Ela esperou até que todos estivessem prontos.– Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.

Que bom! — pensou o menininho. 

Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos. 

A professora disse: – Esperem! Vou mostrar como se faz. 

Assim, agora vocês podem começar.

E o prato era um prato fundo. 

O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso. 

Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.

E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora. 

E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.

Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola. 

Essa escola era ainda maior que a primeira. 

Um dia a professora disse: – Hoje nós vamos fazer um desenho.
Que bom!. pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer, mas, ela não disse. 

Apenas andava pela sala. 

Então veio até o menininho e disse:– Você não quer desenhar?

– Sim, e o que é que nós vamos fazer?
– Eu não sei, até que você o faça.
– Como eu posso fazê-lo?
– Da maneira que você gostar.
– E de que cor?

– Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o desenho de cada um?
– Eu não sei . . .

E então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde.


domingo, 14 de outubro de 2018

Uma Única Rosa

Um rapaz entra numa floricultura e pede: – Por favor, senhor, providencie-me um bouquet de flores. O mais caro que o senhor tiver.

– E que tipo de flores você quer? – pergunta o florista.
– Qualquer tipo, só quero que seja algo que impressione uma mulher.

– Que tal um bouquet de rosas?
– Ótimo! 
– Quer escolher as flores?
– Não, escolhe o senhor mesmo! O senhor tem mais prática.

– Está certo! 
Vai querer um cartãozinho também? 
– Não, senhor, não tem necessidade. Vou entregar pessoalmente.

– Você é quem sabe, mas um cartãozinho sempre ajuda.
– Estou muito atarefado hoje… sem cabeça pra escrever, entende? E estou com pressa. 

Ainda preciso mandar lavar meu carro. Por favor, seja rápido.
Logo após este rapaz ter saído, entra um outro moço na loja. 

Olha aqui, olha alí, compara os preços, indeciso.
– Pois, não, moço. Em que posso ajudá-lo?

– Senhor, preciso muito comprar algo especial para uma moça mais especial ainda, mas tenho pouco dinheiro. O senhor tem alguma sugestão?

– Dê-lhe um botão de rosa. Eu faço uma embalagem bem bonita. Garanto-lhe que ela vai gostar!

– Boa idéia! Posso escolher a flor?
– Claro, amigo. Fique à vontade. 
Vai querer um cartãozinho também? – Não sei se meu dinheiro dá… 
– A gente dá um jeito, disse-lhe o florista, piscando para ele. 
– É sua namorada?
– Ainda não… mas, se Deus quiser, vai ser! 
Eu daria um braço por ela.
– Boa sorte!
– Obrigado.

Quando o rapaz foi embora, o florista ficou mentalmente comparando os dois jovens. 

Se ele tivesse uma filha, gostaria que ela encontrasse alguém como este último. 

Sujeito devotado.
Alguns dias depois, o primeiro rapaz volta à loja.
– Bom dia, senhor, lembra-se de mim?

– Claro que sim. 
Mais flores pra namorada?
– Praquela? Não.. que nada! É pra uma outra, aí.

– O quê houve com aquela?
– Ih… o senhor nem imagina… ela deu uma olhadinha no buquet que eu comprei aqui com o senhor e o devolveu pra mim na mesma hora. 

Fiquei tão bravo que o joguei no lixo… da casa dela!
– Mas, o quê houve, meu amigo?

– Sei lá, a única coisa que ela me disse foi que não podia aceitar minhas flores porque estava apaixonada por um botão de rosa. 

Dá pra entender?
– É coisa de mulher!
– É verdade! O senhor tem razão, é coisa de mulher.

Maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Efésios 5.25

sábado, 13 de outubro de 2018

A Mãe e o Pêssego


Certa vez um operário perdeu o emprego.

Em uma reunião de família disse aos seus quatro filhos que a partir daquela data todos os supérfluos seriam cortados.

O garoto mais velho, que não sabia o que era supérfluo perguntou: – O que é algo supérfluo?

O pai ainda todo sem jeito, pela situação que estava sendo submetido explicou: – Eu sei que você gosta muito de pêssegos, mas também sei que poderá passar sem eles. 

A partir de hoje não teremos mais pêssegos de sobremesa, somente goiabada que é mais barato.

O menino não suportava goiabada, mas se calou e aceitou a nova situação por ver a aflição de seu pai.
Os dias foram se passando. 

E nada de seu pai encontrar um emprego. 
A situação estava complicada naquele lar.
A época de pêssegos chegou. 

Aquele ano eles pareciam ainda mais vermelhos e amarelados, ainda mais aveludados e doces como mel. 

Mas somente a goiabada era possível se comer de sobremesa.

Um dia, quando a mãe voltava da feira, com o carrinho praticamente vazio, e o pai saíra em busca de um emprego, a mãe chamou o filho mais velho no quarto, trancou a porta e abriu um pacote de onde tirou um lindo pêssego aveludado e doce como mel.

Os olhos do garoto iluminaram-se com lágrimas.
Naquele dia o garoto compreendeu uma pequena parte do verdadeiro amor de Mãe.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

A Lição do Jardineiro


Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim. 

O Menino Adilson.Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. 

Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que Adilson executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

Adilson ligou para uma mulher e perguntou:“A senhora está precisando de um jardineiro?” “Não querido. Eu já tenho um”, foi a resposta.

“Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo.” “Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso.”

O garoto insistiu: “Mas Senhora, eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço.”

“O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora.”

“Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível.”

“Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. 
Nunca me deixa esperando. 
Nunca se atrasa.”

Numa última tentativa, o menino arriscou: “Mas, o meu preço é um dos melhores.”

“Não”, disse firme a voz ao telefone. “Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.”

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: “Ah meu rapaz, eu sinto muito filho! Você perdeu um cliente.”

“Claro que não”, Adilson respondeu rápido.
“Eu sou o jardineiro dela. Eu fiz isto só para medir o quanto ela estava satisfeita comigo e com meus trabalhos”

O Executivo teve ali, uma grande lição: Quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? 

E, se fizéssemos, qual seria o resultado?
O que ouviríamos a nosso respeito…
Como estou sendo lembrado por aí.

Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?

Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?

E, por fim, qual tem sido o nosso preço? 
Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

O amor floresce nos pequenos detalhes. 
Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.

A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.


Voltamos Com Muita Força!!!

Olá, tudo bem com você?
Estávamos com muitas saudades, mas graças a Deus, Ele nos proporcionou a voltar com toda força e determinação simplesmente para a glória de Dele...

Contamos com sua colaboração, nos enviando sua reflexão para postarmos aqui, mande no meu endereço de e-mail; pastorabinadabe@gmail.com ficarei muito feliz e agradecido e além de mandar sua reflexão divulgue nosso blog   deusaindafala.blogspot.com.br 

Que Deus o abençoe.

Abraços.

Pr. Abinadabe Coelho

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Anchando o Que Está Perdido


O pai marcou uma pescaria com o filho.

Já fazia tempo que os dois não saiam juntos, sozinhos.

Para chegar ao rio deveriam atravessar um grande bosque, com muitas árvores e arbustos.

O filho brincava e corria e o pai avisando: "Não se afaste... pode perder-se".

Em determinado momento o pai não avistou mais o filho.

Começou a gritar por seu nome sem ouvir a resposta.

Muito apreensivo o pai ia para todos os lados na mata e não encontrava o filho.

Depois de quase meia hora o pai ouviu a resposta do filho.

Correu em direção ao som e o encontrou, chorando, perdido.

O pai segurou em sua mão e disse: "Não o soltarei mais... você não mais se perderá."

Quem sabe nós somos aquele menino, correndo de um lado para outro, subindo aqui e ali, perdido.

Caminhamos e não encontramos o caminho, gritamos e não ouvimos a voz de nossa segurança. Choramos aflitos e angustiados.

Como é difícil seguir em frente sem a mão protetora do Pai.

O menino, além de chorar, tomou a decisão certa: parou onde estava.

De que adiantaria continuar a caminhar sem saber aonde ir?

Ele queria encontrar o pai e o pai queria encontrá-lo.

Enfim... lá estava a voz amorosa do pai chamando por seu nome.

Ele parou de chorar... começou a sorrir... foi achado e estava agora feliz.

Se você está perdido e não sabe mais para onde ir, pare.

Se for preciso, chore.

O Pai o chamará e você ouvirá a Sua voz.

Ele dirá seu nome e, feliz, você poderá dizer com regozijo: "Estou aqui!"

Ele segurará sua mão e não deixará mais que fique sozinho.

Você poderá novamente cantar e brincar, correr e saltar, viver abundantemente.

Se você está chorando e perdido, ouça a voz de Deus.

Ele está chamando... diga a Ele: "Aqui... segure minha mão".

RADIO AGRADECER


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