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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Ele Cheira Chuva

No final desta  história você terá duas opções.         
Acho que você descobrirá qual opção  eu escolhi. 
O vento frio dançava atrás da janela de um hospital em Dallas, quando um médico entrou no pequeno quarto no qual estava Diana Blessing, recuperando-se depois da cirurgia.
O marido dela segurava em sua mão, quando com medo esperavam as notícias. Naquela tarde, 10 de março de 1991, as complicações obrigaram a Diana,que estava apenas na 24 semana da gravidez, submeter-se a uma cesária, para trazer ao mundo sua filhinha Dana Lu Blessing. 
Os pais estavam conscientes, que sua filhinha de 30,5 centímetros e 708 gramas de peso nasceu perigosamente cedo demais, porém as palavras do médico continuavam à machucá-los: “Não me parece que existam chances dela sobreviver” – disse o mais delicadamente possível.

“Existe somente 10% de possibilidade que ela sobreviva esta  noite e mesmo que milagrosamente sobreviva,  o futuro dela poderá ser muito cruel”.

Paralisados com a   afirmação, David e Diana ouviram o médico  que descrevia os problemas que a menina  irá enfrentar, caso sobreviva.


“Ela nunca poderá andar, falar, provavelmente vai ser cega e terá mais problemas, como paralisia cerebral e outros.”  
Diana o ouvia falar, porém não concordava.


Ela e o marido David, junto com o seu filhinho Dustin, há muito tempo sonhavam que um dia Dana passaria a fazer parte de sua família. 


Mas agora, o sonho deles distanciava-se cada vez mais.  


Porém com o passar dos dias, outras preocupações atormentavam Diana e David. Foi descoberto que o sistema nervoso da Dana ficou imaturo e o mais suave beijo ou gesto poderiam causar a ela um sofrimento, então os pais não poderiam nem balançar a meninha quando ela fosse mamar no peito e fortalecê-la com o amor deles.
Tudo o que seria possível fazer enquanto a menina lutava pela vida sobre os recursos da medicina, seria orar para que Deus estivesse bem perto da pequena filhinha.


Chegavam momentos em que parecia que Dana de repente ganhava forças.  
Mas quando passavam as semanas, eram somente algumas gramas e poucas quantidades de força. 

Finalmente, quando Dana  já tinha 2 meses, seus pais puderam  pegá-la nos braços pela primeira vez.


Depois de dois meses, mesmo os médicos continuando de forma delicada a advertir que tudo isto eram somente possibilidades pouco duradouras e que a menina nunca teria uma vida normal, Dana saiu do hospital com seus pais, que como sempre desejaram, levaram-na para casa.


Cinco anos mais tarde,  Dana era pequena, porém uma esperta menina com  os olhos brilhantes e com uma  enorme vontade  de viver.


Ela não demonstrava  nenhum sinal de fraqueza psíquica ou  física.

Ela era simplesmente  tudo aquilo que poderia ser uma pequena  menina... E mais.
Porém aqui ainda não  termina esta história.
Numa tarde do verão  de 1996, Dana estava sentada no colo  da mamãe num parque perto de casa  (Irving, Texas), onde seu irmão Dustin  treinava futebol junto com os colegas. 

Como sempre, ela falava sem parar com sua mamãe e com outras pessoas, quando de repente, ficou calada. Aconchegando-se na mamãe, a pequena Dana perguntou: “Vocês sentem isso?” 
Diana sentindo no ar a vinda de uma tempestade, respondeu: “Sim, cheira à chuva que já está vindo”.
Dana fechou os olhos e perguntou outra vez: “Vocês sentem isso?”


Outra vez a mãe dela respondeu: “Parece que logo ficaremos molhados, pois cheira à chuva”. 
Dana, silenciou um momento, mexeu a cabeça e acariciou sua mamãe com suas pequeninas mãos e em voz alta declarou: “Não, cheira igual a ELE”.


“Cheira como Jesus, quando você coloca a cabeça no seu peito”.
As lágrimas surgiram nos olhos de Diana, quando Dana alegremente pulou do banco, para brincar com outras crianças.
As palavras da filha confirmaram isso, do que Diana e outras pessoas mais próximas não tiveram dúvida alguma, desde o início, bem no fundo de seus corações. 

Durante esses longos dias e longas noites nos primeiros dois meses de sua vida, quando os seus nervos estavam muito delicados para que se tocassem nela, Jesus, filho de Deus, acariciava Dana no seu peito e de seu cheiro e do seu amor, Dana lembrava-se muito bem.
Agora você pode escolher. Você poderá indicar esse blog deusaindafala.blogspot.com ou enviar para outras pessoas esta história e com isso elas vão sentir alguns arrepios como você sentiu lendo esta história, ou você pode guardar tudo isso para si mesmo, como se esta história não tivesse comovido teu coração como o meu...
A ESCOLHA É SUA! “Eu sou capaz de  fazer muita coisa, porque ELE me dá forças”.
Pare & Pense
Colaboração; Lúcia Gomes.

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