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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Meditação do Dia

O Velho Sultão
Um pastor tinha um cão fiel chamado Sultão que ficara muito velho e havia perdido todos os dentes. Certo dia em que o pastor e sua esposa estavam juntos diante da casa, o pastor disse: - Vou matar o velho Sultão amanhã de manhã, pois ele não me serve para mais nada. Mas a mulher disse: - Por favor, deixe a pobre criatura viver; ela nos serviu bem por muitos anos e devíamos garantir seus sustentos pelo resto de seus dias. - Mas o que podemos fazer com ele? - perguntou o pastor - não tem um único dente na boca e os ladrões nem ligam para ele; decerto nos serviu, mas ele o fazia para ganhar seu sustento; amanhã será seu último dia, conte com isso. O pobre Sultão, que estava deitado por perto, ouviu a conversa toda do pastor com sua mulher e ficou muito apavorado pensando que o dia seguinte seria seu último dia de vida. Por isso, quando anoiteceu, foi procurar seu bom amigo, o lobo, que vivia no bosque, contou-lhe todas as suas aflições e como seu dono pretendia matá-lo pela manhã. - Tenha calma - disse o lobo - vou dar-lhe um bom conselho. Seu dono, como sabe, sai muito cedo com a mulher para o campo e levam o filhinho com eles e o colocam à sombra, atrás da sebe, enquanto trabalham. Agora, você deve se deitar perto da criança e fingir que a está vigiando, e eu saio do bosque, pego a criança e fujo com ela: você corre atrás de mim o mais rápido que puder e eu a deixo cair; aí você a carrega de volta e eles pensarão que você salvou sua criança e ficarão tão agradecidos, que cuidarão de você enquanto viver. O cachorro gostou muito do plano e tudo aconteceu conforme o planejado. O lobo fugiu com a criança por algum tempo; o pastor e a mulher gritaram; mas Sultão logo o alcançou e carregou a pobre coisinha de volta para seu dono e sua dona. O pastor deu tapinhas de agradecimento em sua cabeça e disse: - O velho Sultão salvou nosso filho do lobo e, portanto ele viverá, será bem cuidado e terá muita comida. Mulher vá para casa, dê-lhe um bom jantar e entregue a ele meu velho travesseiro para ele dormir enquanto viver. Assim, desta época em diante, Sultão teve tudo que poderia desejar. Algum tempo depois o lobo veio, cumprimentou-o e disse: - Agora, meu bom amigo, você não deve criar caso e sim virar a cabeça para o outro lado quando eu quiser provar uma boa e gorda ovelha do velho pastor. - Não! - disse Sultão - serei fiel ao meu dono. O lobo, porém, pensou que ele estava brincando e veio certa noite apanhar sua iguaria. Mas Sultão havia contado ao dono o que o lobo pretendia fazer, por isso este estava à sua espera por trás da porta do celeiro, e enquanto o lobo se ocupava procurando uma boa e gorda ovelha recebeu uma enérgica porretada no lombo que penteou lindamente seus pêlos. O lobo ficou muito furioso, chamando Sultão de "velho tratante" e jurou que faria vingança. Assim, na manhã seguinte, o lobo enviou o javali para desafiar Sultão a vir até o bosque para resolverem a questão numa luta. Ora, Sultão não tinha a quem pedir que fosse seu acompanhante a não ser a gata de três pernas do pastor, por isso levou-a consigo e, enquanto a pobre criatura avançava coxeando com alguma dificuldade, sua cauda ficava bem ereta no ar. O lobo e o javali chegaram primeiro no terreno e, quando espiaram a chegada de seus inimigos e viram a longa cauda da gata erguida bem para cima no ar, pensaram que ela estava carregando uma espada para Sultão lutar; e toda vez que ela coxeava, pensavam que estava apanhando uma pedra para atirar neles; disseram então, que não lhes agradaria lutar daquela maneira e o javali se deitou embaixo de um arbusto, enquanto o lobo saltou para cima de uma árvore. Sultão e a gata chegaram logo em seguida, olharam ao redor e ficaram cismando por que não havia ninguém por ali. O javali, porém, não se ocultara completamente deixando as orelhas espetadas para fora do arbusto e quando ele abanou levemente uma delas, a gata, vendo alguma coisa se mexer e pensando que era um camundongo, saltou sobre ele, mordeu e arranhou, fazendo o javali saltar, grunhir e fugir urrando. - Olhe lá na árvore, ali está o culpado. Eles olharam para cima e viram o lobo sentado entre os galhos e o chamaram de canalha covarde. Não permitiram que ele descesse até ficar sinceramente envergonhado de si mesmo e prometer que seria novamente um bom amigo do velho Sultão.
Colaboração; Paulo Benites.

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