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terça-feira, 29 de outubro de 2013

A Verdadeira Perfeição!

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. 

Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum.. 

Num jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. 

Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou: - Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? 

Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. 

Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as outras crianças. 

Então, onde está a perfeição de Deus? 

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou: - Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança. 

- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol. 

Pedro perguntou-me: - Pai, você acha que eles me deixariam jogar? 

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria na equipe. 

Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. 

Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de equipe e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse: - Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. 

Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada. 

Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. 

Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. 

No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. 

No final da nona rodada, a equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar. 

Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e deitar fora à possibilidade de ganhar o jogo? 

Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. 

Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. 

Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. 

Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. 

Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. 

O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro. 

Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipe balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. 

O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. 

Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. 

Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira base, corre para a primeira. 

Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. 

Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. 

Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. 

Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. 

Todo o mundo gritou: - Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base. 

Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. 

Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram: - Corre para a terceira. 

Ambas as equipes correram atrás dele gritando: - Pedro, corre para a base principal. 

Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele. - Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. 

Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho! 

O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo causa-nos tanta estranheza! 

Mostre mais uma vez que está acima de qualquer tipo de discriminação e que ao enviar esta linda e verdadeira história, muitas vidas poderão ser alcançadas pela PERFEIÇÃO DE DEUS. 

Todos precisamos parar alguns momentos para pensar naquilo que é realmente importante na vida. 

A amizade e a solidariedade e o amor ao próximo jamais sairão de moda. 

Basta querermos!
Meditação
Colaboração; Vanessa Sil.

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