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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Jesus, O Mestre Esquecido

Reflexão do Dia
É final de ano. As famílias já começam os preparativos para as festas natalinas. Presentes são comprados, viagens marcadas, descanso na certa. É o chamado "espírito natalino" envolvendo a todos. Mas, quase sempre não nos importamos com o verdadeiro sentido deste feriado, que é a comemoração do nascimento de Jesus. Nossas crianças, bombardeadas pela mídia, acreditam que o Natal é refletido na figura do Papai Noel, o bom velhinho que presenteia a todos. Prestemos atenção, mas praticamente inexiste a idéia de Jesus nestes dias. Poucos conversam com seus filhos sobre o que o Mestre tem a ver com as comemorações. O comércio explora a ansiedade de compra dos consumidores, mostrando que o que mais importa é correr atrás das melhores ofertas. Isso tudo não é errado. Afinal, a tradição dos homens recomenda a troca de presentes neste período. Chegam até a dizer que isso é um simbologismo do que fizeram os reis magos quando do nascimento de Jesus, quando lhe ofertaram ouro, incenso e mirra. Se fizermos tudo isso com o objetivo de agradar a quem gostamos, não há problema algum. Devemos fazê-lo com muita satisfação. Mas acontece que para nós o Natal passa a ser só isso, e pronto. Na noite natalina, comemos e bebemos muito. Nos divertimos, contamos histórias. Até que começamos a exagerar. Passamos de uma noite de confraternização para um momento de angústia e libertinagem. Muitos de nós, embebedados, acabamos por fazer atos impensados. Alguns colocam seus traumas para fora, levantam velhas discussões de família, aproveitam para denegrir a imagem de quem não está presente. Corremos com nossos carros pelas estradas, cometemos desatinos, não pensamos nas conseqüências. Tudo em nome da "festa do dia". Na verdade, agimos como se fosse apenas mais um feriado para desforrarmos nossa vontade de "agitar". Em meio a tudo isso, Jesus continua como o Mestre esquecido. Coisa de beato, de fanático, dirão alguns. Ficar pensando em religião em dia de festa! Porém, acabamos por esquecer que a festa deveria, além da confraternização, da alimentação farta, ser um momento de reflexão sobre nossas vidas. Será que esse homem, que dois mil anos depois de sua crucificação tem sua data de nascimento simbolizada neste dia, que fez com que seus ensinamentos fossem a base para as leis do ocidente, não tem razão no que pregava? Um homem que apenas com três anos de vida pública, dos 30 aos 33 anos de idade, fez o mundo ser dividido em dois: antes e depois dele, não mereceria ser seguido com mais afinco por todos nós? Se o que ele dizia não fosse verdade sobreviveria por tanto tempo? O que temos feito baseados no que ele ensinou? Temos vivido só para comer, beber, dormir, trabalhar e se divertir? Ou temos aproveitado a inteligência que o Pai altíssimo nos deu, e de quem Jesus tanto falava, para buscarmos ser mais úteis e sábios em nossas decisões? O Natal deveria ter também esta conotação. Dizemos também, porque pedir que só reflitamos sobre a vida neste dia é pedir muito para homens tão apegados ao consumo como ainda somos. Mas, precisamos dar a devida consideração a Jesus neste dia festivo, colocando-o lado a lado com nossas expectativas. Tomemos cuidado com os exageros nas festas. Sejamos alegres, não imprudentes. Aproveitemos a oportunidade para reatar amizades perdidas por orgulho, perdoar a falha alheia, entender a necessidade do próximo. Enfim, sejamos cristãos neste dia maravilhoso, que comemora a passagem entre nós daquele que dizia que quem quisesse ser o maior, deveria servir, e não ser servido. Lembremos de sua mensagem e fiquemos felizes. Com certeza, como dizia o próprio Jesus, onde estiverem dois ou mais reunidos em seu nome, ali estará ele. E a felicidade reinará, absoluta. Que nós façamos algumas reflexões sobre o Natal. Que nos esforcemos para ser. um dia. os verdadeiros discípulos de Jesus, eis que tantas vezes do Mestre nos afastamos, em gestos, em atitudes. O mundo atravessa dias cruciais, e o homem, divorciado de sua origem divina, esquece-se de que a grande força aglutinadora é, ainda, a fraternidade que nos une, que nos torna mais felizes. No entanto, imperam forças opostas: o orgulho, a vaidade, a soberba. Todos querem ser superiores e, presos a essa promessa, esquecem-se de que somos irmãos, filhos do mesmo Pai.
O Natal vem perdendo seu simbolismo de festa do amor, da família, com simplicidade e naturalidade. Deixou de ser uma festa espiritual que recorda a vinda do mais elevado Espírito, o Cristo Governador do Mundo. Festa da compreensão entre os homens, da humildade, para transformar-se em pretexto de um egocentrismo condenável sob todos os pontos de vista.Quanta diferença no Natal que nos querem impor...
Natal de variadas iguarias e de bebidas as mais sofisticadas, de esbanjamentos sem conta. Natal de muita publicidade, do "compre mais" . . . Em nome de Jesus?! Judas, perturbado, vende o Mestre por trinta dinheiros, e que fazem os homens de hoje, consciente ou inconscientemente ? Isto é uma lamentável deturpação, uma afronta à memória de Jesus!
O Natal transformou-se numa autentica festa pagã, aumentando, ainda mais, a revolta do pobre que não pode dar ao filho a alegria de um brinquedo, que o faria sorrir; que nem sequer pode, nessa noite, saciar-lhe a fome, ou comprar um remédio para o outro doente...Nós - os espíritas - que fizemos dos ensinos do Mestre uma razão de vida, não podemos calar-nos diante de fato tão contristador. Precisamos nos unir, lembrando a Manjedoura de Belém num movimento de cristianização do Natal, impedindo que essa festa pela vaidade e egoísmo dos homens que só visam lucros, se perca na noite triste da incompreensão e do desamor. Existem pessoas que se preocupam com a pobreza e com a criança abandonada; são, porém, insignificante minoria ante os males que se multiplicam. E preciso fazer muito mais e sempre, dentro de um programa intenso e de bom senso, para atenuar a infelicidade que envolve milhões de criaturas necessitadas de recursos e de orientação.
Foi na manjedoura de Belém que Jesus, já ao nascer, deu o maior testemunho de humildade. E, ao término de sua missão, junto com os seus discípulos, na ceia com o pão e vinho, a todos lava os pés mostrando simbolicamente que todos devemos servir.
Colaboração; João Barbosa.

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